2013_4_28_image-d18631975b16157096ab67723ff675fa-1367157014-11A plataforma “Direitos Civís” acumula mais de 45 denúncias emitidas contra a Guardia Civil e a Policía Nacional na Galiza por diversas irregularidades. Algumhas delas som nom levar visível a obrigatória identificaçom, polas desmesuradas cargas policiais nas mobilizaçons sociais e políticas ou as actuaçons desmedidas com as pessoas retidas durante os protestos. Igualmente evidenciárom-se a falsificaçom de partes policiais nos que umha pessoa denunciada era ubicada em Mondariz à mesma hora que esta pessoa achava-se de forma comprovada em Vigo.

Assim o explicou o porta-voz do coleitivo Direitos Civís, Renato Núñez, que também mencionou outros atropelos como o acontecido o passado 13 de Novembro quando se tramitara umha petiçom para concentrar-se diante da sede do Partido Popular em Compostela e posteriormente a polícia obrigou-nos a mover-se a outra ubicaçom.

Obscurantismo institucional

O vozeiro de Direitos Civís lembrou que a plataforma leva mais de dous anos apresentando as denúncias, queixas e reclamaçons ante a Inspección de Personal y Servicios de Seguridad e ante o Valedor do Povo mas que a resposta que que recebem é sempre a mesma, “dim que nom nos vam dizer nada e que nom o fam para nom perjudicar a seguridade cidadá!”, surpreende-se Núñez que também reprocha que tam siquer se comunica que as denúncias fôrom tramitadas.

Renato Núñez também informou que as queixas remitidas à Unidad de Quejas de la Policía Nacional nom recebérom resposta e que a Jefatura Superior de la Policía somentes respostou a umha afirmando que se lhe dera o trámite oportuno mas negando-se a informar qual é a situaçom tramital.

Finalmente, engadiu-se que das nove queixas enviadas ao Valedor do Povo todas foram arquivadas ao mesmo tempo que a instituçom abria umha investigaçom de ofício na que o denunciante nom se lhe ofrecia nengumha informaçom.