Segundo anunciamos esta semana, este sábado celebrou-se no centro social Revolta de Vigo a jornada antirrepressiva convocada polo nosso organismo para informar sobre a situaçom actual d@s patriotas pres@s, assim como dar a conhecer e as iniciativas de resposta e solidariedade em curso. Intervírom durante o acto o militante de Ceivar Óscar Gomes e o advogado d@s dous militantes Guillerme Présa. O activista do organismo antirrepressivo enquadrou politicamente as detençons de Agosto no marco da “luita pola libertaçom nacional e social da Galiza”, denunciou a “violência estrutural que suporta o povo galego” e vincou na “legitimidade de todos os métodos de luita perante a usurpaçom anti-democrática da nossa soberania nacional por parte do Estado espanhol”. Gomes definiu a posiçom de Ceivar perante a repressom contra a militáncia independentista galega, incidindo particularmente no aspecto referido mais arriba e no objectivo de “exemplarizar e amedrentar" que tem a política repressiva do Estado contra o MLNG, assim como a necessidade “organizar-se activamente contra a repressom”. A continuaçom debulhou a crónica dos factos ocorridos desde o passado 23 de Julho, data das detençons de Xiana Rodrigues e Ugio Caamanho, denunciando a dispersom penitenciária e as conduçons ao Módulo de Isolamento de Soto del Real. O sumário judicial continua baixo secreto Por sua parte, o advogado de Ceivar Guillerme Presa aludiu à impossibilidade de informar com mais detalhe sobre a situaçom jurídico-legal que afrontam @s patriotas pres@s, umha vez que “o sumário continua baixo secreto de sumário e desconhecemos as acusaçons vertidas contra eles”. Presa vincou na denúncia da dispersom como “um castigo extensivo a familiares e contorno social d@s militantes” e assinalou “o seu carácter ilegal segundo a óptica da própria legislaçom penitenciária espanhola”. Familiares do preso Ugio Caamanho convidad@s ao acto nom pudérom assistir por encontrar-se de viagem para Navalcarnero (Madrid), mas enviárom um comunicado de saudaçom que foi recebido com aplausos pol@s assistentes. Na misiva, os pais do patriota galego denunciam que “o Estado opressor levou-nos o nosso filho a mais de 600 quilómetros, e necessitamos 26 horas para poder vê-lo e pasar quarenta e cinco minutos con ele”. @s parentes do militante galego tildárom esta situaçom de “preço a pagar por questionar a legitimidade do Estado”. A continuidade em prisom da independentista Alexandra de Queirós Vaz-Pinheiro e o independentista Manuel Quintáns foi recordada durante a jornada antirrepressiva. Os dous ex militantes do EGPGC estám encarcerad@s, respectivamente, desde 1991 e 1989. Finalmente, o cantor galego José Constenla amenizou a noite actuando no local social em apoio às demandas de transferência à Galiza, reagrupamento e liberdade para @s cidadá(n)s galeg@s pres@s em Ávila, Madrid, Corunha e Teixeiro. A pesar de serem informados previamente e da assistência de por volta de 50 pessoas à jornada antirrepressiva, nengum meio de difusom publicou a convocatória nem informou do decurso do acto.