No ano 2016 com o visto bom das Instituiçons Penitenciárias do Estado espanhol realizou-se em Huelva e Córdoba um experimento ideado por vários professores da Universidade de Califórnia e da Universidade de Huelva. Apesar das poucas evidências científicas, o Estado permitiu que tais « científicos » submetéram a electroshocks a vários presos considerados de extrema perigosidade. Parez um filme de ciência ficçom ou umha viagem no tempo devido ao rudimentário do método, mas aconteceu nas prisons de Espanha.

Tal experimento realizou- se na sua primeira fase nas prisons de Córdoba e Huelva, mas foi paralisado finalmente por Instituciones Penitenciárias ao transcender os detalhes do mesmo. Por sua vez, o defensor do povo de Andalucia avalou esta decisom. Este organismo abriu de ofício umha investigaçom pouco tempo depois de se conhecer que vários presos desses penais fôram submetidos ao citado experimento com electro-estimulaçom. Umha das argumentaçons que o Defensor apontava no seu escrito era que as pessoas presas nom eram livres para dar ou nom o seu consentimento ao experimento.