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Setenta guardas civis de baixa “por depressom” e um responsável do quartel do instituto armado em Bezerreá ex interno dum centro siquiátrico. Este é o quadro que pinta o secretário geral da “Asociación de Guardias Civiles de Galicia”, Manuel Mato, quando se refire à presença da principal força de ocupaçom espanhola na “provincia” de Lugo. Mato admitiu que estas som as cifras que “mais oculta” a organizaçom armada e que som “de muito difícil acesso”. Segundo o responsável policial, a maioria dos casos correspondem a “gente que se sinte acossada e humilhada, polo que nom agüentam a pressom e aparecem transtornos sicológicos”. Mato apresentou como paradigma desta situaçom o caso de Bezerreá, onde o responsável do quartel que supostamente vela pola “segurança” d@s vizinh@s vem de abandonar um centro siquiátrico e é investigado por acossa a outros números do instituto armado. De umha óptica corporativa, Manuel Mato vindica “soluçons a esta sangria” (sic) de baixas sicológicas e siquiátricas e afirma que o mando de Bezerreá se limita a cumprir “umha ordem” da cúpula da GC no nosso País, com o que a gravidade da questom adquire umha dimensom qualitativamente muito superior. O instituto armado espanhol nutre-se principalmente na Galiza de jovens ligad@s a comarcas deprimidas socioeconomicamente, privad@s polo regime colonial do direito a um posto de trabalho digno e na Terra, e carentes, em multidom de casos, quando menos na fase inicial de incorporaçom, de consciência a respeito de qual é a história e que papéis desempenha a Guardia Civl no nosso território, quando nom se tratar directamente de indivíduos carentes da mais mínima dignidade pessoal e política. Nom seremos nós quem se posicione a respeito do futuro “civil” ou militar da organizaçom repressiva espanhola. Muito menos temos interesse em tomar postura a respeito dos conflitos e dinámicas internas inerentes a umha organizaçom coactiva e historicamente destinada a repremer o povo galego. O nosso chamado neste sentido unicamente pode ser o eco da reivindicaçom das organizaçons juvenis nacionalistas: trabalho digno e na Terra, retirada das forças de ocupaçom espanholas e nengum moço nem moça a servir no aparelho repressivo do Estado espanhol.
 
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