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Quase três meses depois das detençons de Ugio Caamanho e Xiana Rodrigues na capital galega, o Julgado Central de Instruçom nº 2 da Audiência Nacional levantava a semana passada o secreto de sumário que pesava sobre o processo aberto contra @s militantes galeg@s. Perante esta circunstáncia, os advogados do organismo antirrepressivo iniciárom os trámites para conhecer o estado da causa, as acusaçons emitidas pola Audiência Nacional e poder exercer a defesa judicial do patriota e a patriota galegos. Dizer a este respeito que os ingressos em prisom preventiva d@s independentistas detid@s o passado 23 de Julho fizérom-se sem existir por parte da Audiência Nacional umha acusaçom formal e por escrito. O único conhecimento existente sobre os delitos de que se acusa @s ex militantes da AMI é o obtido, verbalmente, na Audiência Nacional pol@s familiares e por meio da informaçom que a Polícia espanhola filtrou no seu dia aos meios de difusom. Segundo estas informaçons nom contrastáveis, Ugio Caamanho e Xiana Rodrigues estariam acusados de roubo de automóvel, falsificaçom de documentaçom, estragos e terrorismo, nom encontrando-se entre estas acusaçons sem confirmar a pertença a banda armada. Informaremos em quanto seja possível da situaçom jurídica real d@s dous repressaliad@s. Xiana Rodrigues continua sem visitas Queremos denunciar também a situaçom da presa independentista galega Xiana Rodrigues, umha vez que quando nos aproximamos dos cem dias do seu sequestro polo Estado espanhol continua sem ter acesso às visitas de companheir@s e amig@s. Tanto visitas quanto vises fôrom restritos até o dia de hoje aos seus familiares mais directos, impedindo qualquer comunicaçom directa da presa com grande parte do seu contorno social e afectivo e vulnerando um direito que legalmente lhe corresponde como reclusa. Também a comunicaçom por correio da presa galega está muito reduzida, dado que, a pesar de receber dezenas de cartas de companheir@s e amig@s na Galiza, apenas pode enviar semanalmente duas cartas para o exterior do centro penitenciário de Brieva. De Ceivar entendemos que esta série de restriçons nom se fundamentam em quaisquer motivos de “segurança”, mas numha vontade política expressa por parte de Instituiçons Penitenciárias e, em última instáncia, do Ministério de Interior espanhol, de dificultar a comunicaçom da presa com o seu contorno social e limitar os seus direitos. Por parte do organismo antirrepressivo, chamamos mais umha vez a amig@s e companheir@s da patriota galega a um envio regular e constante de correspondência ao centro penitenciário em que se encontra sequestrada Xiana Rodrigues, assim como reivindicamos a imediata transferência à Galiza da companheira e de Ugio Caamanho. Xiana Rodrigues Gomes Centro Penitenciário de Ávila Carretera de Vicolozano 05194-Brieva (Ávila) Espanha
 
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