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A continuaçom fazemo-nos eco da informaçom facilitada pola organizaçom independentista estudantil AGIR no seu site:

b_450_0_16777215_00_archivos_Administradores_Maurcio_2015-02_020215_agirDurante umha das saídas agitativas na noite prévia ao 25N dentro da campanha “Nos campus e nos liceus, nem uniformados nem machistas: AUTODEFESA FEMINISTA”, duas componentes da Assembleia Local de Compostela, que se atopavam no Campus Sul, fôrom retidas e intimidadas ilegalmente por parte de dous agentes de Prosegur, para ser posteriormente identificadas pola polícia municipal. Menos dum mês depois recebêrom umha notificaçom na que se informava da abertura dum procedimento judicial polos factos acontecidos, mas com a surpresa de que se lhes culpabilizava também de pintadas realizadas no Campus Norte sem qualquer prova nem semelhança. Trás isto, aos poucos dias voltárom ser destinatárias dumha nova carta na que se transmitia a sua implicaçom em outro processo sancionador, desta volta de caráter administrativo, polos mesmos acontecimentos. Na última das missivas comunicava-se a petiçom dum pagamento de mais de 650€ num prazo inferior a trinta dias polos supostos danos causados.

Vemos claramente como este caso repressivo está cimentado em ilegalidades e mentiras. Por umha parte, quer-se-lhes fazer pagar por açons das quais nom existem provas e que tivêrom lugar numha zona da cidade à que nom fôrom e que lhes seria impossível ter chegado tendo em conta o lugar onde fôrom identificadas e os tempos que se indicam. Além disto, a quantidade que exige abonar ao concelho é totalmente desproporcionada a respeito dos desperfeitos dos que se lhes acusa.

Ademais, estám submetidas a dous procedimentos sancionadores paralelos, polo que apresentamos alegaçons pedindo a suspensom do processo administrativo até a finalizaçom do processo judicial. É evidente que todo o entramado deste caso é produto da imaginaçom das comissarias compostelanas. A intençom é clara: desestabilizar-nos economicamente e criminalizar socialmente ao estudantado rebelde, buscando reduzir ao mínimo a nossa atividade para assim poder seguir com a instauraçom deste estado policial governado por umha cámara municipal onde reina a corruçom generalizada.

De AGIR reiteramos o nosso compromisso com a emancipaçom das mulheres, e nom imos renunciar aos nossos métodos de luita e agitaçom tanto nas ruas quanto nas aulas. Nem este nem todos os casos repressivos que carrejamos às costas (denunciados repetidas vezes através da campanha nacional “Nom à repressom contra o estudantado galego”) vam impedir que sigamos combatendo este sistema e continuemos com a construçom do ensino que queremos. Somos conscientes de que este caminho está cheio de obstáculos de todo tipo, e a repressom económica é um deles, mas nós continuaremos repetindo-lhe a quem nos quer silenciar que o estudantado galego das camadas populares nom somos rebeldes sem motivo, senom que eles som a razom e o inimigo. Seguiremos agitando liceus, campus e consciências; formando e informando; e preparando ferramentas para a nossa autodefesa, ideológica e física, mediante próximas atividades nas que podamos apreender umhas das outras.

 
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