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Efetivos da Polícia espanhola dotados com material antidistúrbios assaltárom onte pola manhá a compostelana Sala Iago para despejar as vizinhas e vizinhos que a ocupavam o imóvel desde há seis dias. O despejo produziu-se prévio curte policial da rua do Vilar, obrigando as pessoas que transitavam a circular polos soportais, enquanto os antidistúrbios tomavam a rua. As pessoas despejadas fôrom identificadas mas nom se produziu nengumha detençom.

Segundo informaçons fiáveis, os antidistúrbios careciam de permisso do juíz para aceder ao edifício já que nom existia denúncia do proprietário do imóvel, com o que o assalto seria nulo de pleno direito. Remata assim, com a tomada policial, a blindagem da porta de acesso e a suspensom da instalaçom eléctrica, a segunda tentativa de dotar a ‘Sala Iago’ de utilidade social e paralisar a deterioraçom por desleixo institucional a que está submetido o edifício.

MobilizaçoDSC06329ns vicinais

Dezenas de pessoas convocadas por mensgens de texto e redes sociais contestárom o assalto policial ao imóvel desde as 10:35 h. da manhá e solidarizárom-se com as pessoas despejadas. Enquanto, a Polícia espanhola adonava-se da rua do Vilar e facilitava a intervençom de operários que tapiárom a porta de acesso e desligárom a instalaçom eléctrica. Dezenas de vizinhas e vizinhos exprimírom o seu rechaço à intervençom policial.

À tarde, mais de umha centena de pessoas manifestárom-se na Porta do Caminho cercadas por um cordom policial de 30 agentes, denunciando a operaçom e percorrendo a praça da Galiza, o Ensanche e retornando à Zona Velha. Além deste cordom, a mobilizaçom foi escoltada por 3 carrinhas policiais e acompanhada de acenos de violência de polícias que batiam as porras contra as árvores. Pola noite, nutrida presença policial em vários pontos da cidade.

Corruptos que denunciam que a ocupaçom é “ilícita”DSC06258

A mobilizaçom rematou no Concelho de Compostela, que por boca do alcalde Ángel Currás riscou de “ilícita” a ocupaçom. É de resenhar que Currás e a maioria dos membros da sua equipa de governo estám encausados em vários processos de corrupçom ligados à trama mafiosa Pokémon de entrega de contratos a empresas privadas em troca de “favores”.

Em 2011, quando se produziu a primeira ocupaçom e despejo da ‘Iago’, o daquela alcalde, Conde Roa, anunciara a conversom do imóvel em centro cultural. O tempo evidenciou que se tratava apenas dumha coarctada para justificar o despejo: mais de dous anos depois, o edifício continua blindado ao público e num processo de ruina que só pode interessar a umha eventual operaçom especulativa sobre o céntrico solar se se chegar ao expediente de demoliçom.

Documentaçom gráfica

Tanto no Facebook como no Twitter de Ceivar poderedes atopar a crónica gráfica do percurso da manifestaçom em rechaço ao despejo da Sala Iago.

 
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