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duarteDesde Ceivar queremos transmitir o nosso pesar e as nossas condolências aos familiares e amizades de Duarte Abad Loxo, independentista galego, patriota bom e generoso.

O companheiro Duarte, membro do Exército Guerrilheiro do Povo Galego Ceive (EGPGC), foi capturado em 1989 e cumpriu 13 anos de prisom em diversas cadeias do Estado espanhol.

Ficará para sempre o teu recordo e o teu exemplo!

 

copelUm grupo de ex-presos sociais pertencentes à COPEL (Coordinadora de Presos em Luita) impulsa este documentário co fim de levar à luz umha verdade, de dar voz a todas e todos aqueles que virom a sua aniquilada. O relato de umha história colectiva na que confluem as experiências pessoais de quem vivirom dende dentro o que fora aínda fica silenciado.

Coa morte de Franco, o processo de democratizaçom do regime ditatorial nom caiu do ceo, nom foi agasalhado, senom que foi forzado dende abaixo por umha multitude de luitas sociais e movimentos reivindicativos. Destas mobilizaçons nasceu a COPEL, um movimento que queria rematar co régime penitenciário da ditadura. A amnistia, por exemplo, nom se consegue senom depois de vários ciclos de mobilizaçons na rua, em enfrontamento permanente cos antidisturbios e a costa dum bo número de mortos.
Aínda que fracassarom no intento de incluir os presos sociais na lei de amnistía do '77, a COPEL conseguiu visibilizar durante mais de dous anos as injustiças que se estavam a viver nas cadeias espanholas a través de protestos masivos, como o afamado motim de Carabanchel.

Esta é a sua história, explicada a muitas vozes por algumhas pessoas que vivirom intensamente aquela época. O relato surge dum debate e umha reflexom estratégica, útil para aqueles que se plantexam, aínda hoje, umha luita contra o actual sistema penitenciário, herdeiro directo do Régime anterior.

 

errenteria manifestazioaA juiça Carmen Lamela, a carrego da causa na Audiência Nacional espanhola contra os três jovens que levavam em prisom preventiva durante oito longos meses, decidiu ponhelos em liberdade condicional.

Os feitos remontam-se ao 11 de março, a umha manifestaçom pola Amnistia q se celebrou em Irunhea na que forom detidos os jovens acusados de "desordes públicos e terrorismo" pola sua suposta participaçom nos distúrbios acontecidos depois de dita mobilizaçom.

A causa segue aberta polo que Asier, Endika e Ruben teram juiço, mas aguardaram a que sexa em Errenteria e nom a centos de kilometros das suas casas padecendo o encerramento e a dispersom pola que protestabam aquel dia, naquela manifestaçom.

Dar a cara contra a repressom do estado castigase duramente; vimo-lo vendo nos últimos anos com diferentes operativos contra pessoas ou organizaçons que levantam a voz contra a injustiça e miséria do Estado. Luitar contra a dispersom penitenciária pode ser motivo para que remates fechada tras um muro de formigom a centos de kilometros, mas com todo nom deixam de ouvirse os berros.

Asier, Endika, Rubem ongi etorri!

 

03NPouco depois das 17:00 da tarde a juiça fascista da Audiência Nacional Carmen Lamela decretava prisom incondicional para os nove membros do Govern que foram chamados a declarar na manhã de hoje, o vice-presidente da Generalitat Oriol Junqueras, e os consellers Jordi Turull, Raül Romeva, Josep Rull, Dolors Bassa, Meritxell Borrás, Joaquim Forn e Carles Mundó e prisom baixo fianza para o ex-conselheiro Santi Vila; acusad@s de delitos de sediçom, rebeliom e malversaçom.

Já forom enviados e dispersados nas seguintes prisons madrilenhas: Estremera, Aranjuez, Valdemoro, Navalcarnero e Alcalá-Meco.

Manha, sexta-feira dia 3 as 20:00h hai convocadas concentraçons pola plataforma Galiza com catalunya para denunciar estes feitos:

Vigo. Farola de Urzaiz.

Compostela. Praça do Toural.

Corunha. Subdelegaçom do Goberno

Ferrol. Praça Amada García.

Lugo. Subdelegaçom do goberno

Ponte Vedra. Praça da peregrina,

Ourense. Subdelegaçom do Goberno

De Ceivar unimo-nos a esta convocatória, solidarizamo-nos com as pessoas detidas e encarceradas no dia de hoje. Solidariedade que fazemos estensível a todas e todos os presos políticos que se atopam nas prisons espanholas.

Abaixo a ditadura espanhola!
Independência SI

 

renatoRenato Nunez, membro da executiva nacional da CIG, denunciava o passado mês de agosto a actuaçom totalmente desproporcionada da polícia nacional de Compostela, quando tras umha juntanza com umha membro da executiva comarcal da CIG e delegada de CIG saúde no Hospital Clínico de Compostela "unha patrulha da polícia nacional que passava naquel momento pola zona detivo-se de supeto e dirixiu-se a el para comunicar-lhe q o iam propor para sançom de tráfico" .

A polícia nacional carece de competências nesta matéria, mas continuarom "mantendo em todo momento umha actitude soberbia e prepotente" para finalmente rematar guindando-lhe o telefone, retorcendolhe o braço e atirando-o ao cham.

Montse Prado e Luís Bará, deputados do BNG criticarom a persecuçom à que se vê submetido o sindicalista e manifestarom que "estamos perante a aplicaçom da lei mordaza, polo q demanda à subdelegaçom do governo "abrir umha investigaçom para depurar as responsabilidades pertinentes".

 

erreharria1Alfredo Remírez foi condenado a um ano de prisom e seis anos de inabilitaçom absoluta pola Audiência Nacional espanhola, por exibir no ano 2005, durante o chupinazo das festas do seu povo um boneco de cartom em solidariedade cos presos da sua localidade.

Em fevereiro de 2017 volve ser julgado e de novo condenado também pola Audiência Nacional, desta volta por publicar a sua opiniom em Twitter.

Hoje, está a aguardar a carta com data de Ingresso em prisom por fazer uso desse DIREITO humano que é a liberdade de expresom e que parece ser que no Reino de Espanha só é válido para alguns.

Se no canto de denunciar a dispersom penitenciária (práctica que por certo, é ilegal) Alfredo tivera assegurado que "franco no mataba por capricho"* hoje nom estaria cumha condena em firme para entrar na cadeia e nom teria que padecer el a sua familia o que denunciava com aquele boneco de cartom, a injustiça das prisons e a dispersom.

De Ceivar amosamos o nosso rexeitamento a estas condenas e solidarizamo-nos com Alfredo. Solidariedade q fazemos estensível a todas as pessoas imputadas/condenadas por exercer o seu direito à liberdade de expresom.

Solidariedade imparável!

*Declaraçom feita polo porta-voz da Fundaçom Francisco Franco

 
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