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itziarmoreno

[Internacional] Itziar está acusada de ser a promotora dum plante denunciando a escassa higiene do centro e o mau trato desproporcionado que recebem as presas. Também enviaram um comunicado assinado por mais de 40 internas exigindo melhoras nas condiçons das companheiras grávidas.

As presas políticas do módulo de mulheres de Fresnes, Ekhiñe Eizagirre e Iratxe Sorzabal forçaram a sua entrada na cela de castigo de forma voluntária em solidariedade com Itziar, onde passarom do dous ao oito de Maio. E cinco companheiros do módulo de homens, os presos políticos bascos Saul Curto, Ugaitz Errazkin, Xabier Goienetxe, Oier Ibarguren e Enrique López começarom o passado nove de Maio umha greve de fame indefinida exigindo que a situaçom de Moreno se restabeleça fora do castigo, onde continua confinada numha cela de isolamento desde o passado dia 2 de Maio.

Também na prisom de Osny, quatro presos bascos começarom a coordenar protestos solidários, jejuns e envios de cartas.

Entretanto nas ruas de Euskal Herria sucedem-se concentraçons de apoio e denúncia. Esta é já a terceira semana em greve de fame. E a situaçom de Itziar ainda nom se reestabeleceu.

Da Galiza queremos enviar também o nosso berro de apoio, respeito dos dereitos e liberdade! A luita é o único caminho!

 

cartaz_juizoeduEdu Vigo será trasladado a Galiza na vindeira semana para um juizo por umha acusaçom de danos de 2010. Celebrara-se nos julgados vigueses da Rua Lalim, nº4. Aproveitaremos o despraçamento para concentrarmo-nos solidariamente às portas do julgado, às 10:30 da manhá.

E no sábado 21 realizara-se uma marcha solidária à cadeia da Lama, onde estará temporariamente. De momento ainda nom foi trasladado.

PONTOS E HORARIOS DE SAÍDA PARA A MARCHA À CADEIA DE A LAMA (21 de Maio)

COMPOSTELA: 9:30h Dársena da Salhe
LUGO: 9:00h diante da Xunta, na Ronda da Muralha.
OURENSE: 9:30h Estaçom de autocarros
VIGO: 9:45h Praça dos cabalos
BURELA: 7:30 no C.S. Xebra

Podedes contactar com nós, para anotar-vos e resolver dúvidas no correio: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar

 

diegovinha_concretraomO colectivo "Nais contra a impunidade", do que faz parte Carmen Viña, mae do Diego, convocam umha concentraçom às 9.30h o 6 de Junho diante dos Julgados da Corunha coincidindo com o início do juízo.

Quinze som as pessoas imputadas, acusadas de “injúrias à Guarda Civil” por concentrarem-se pacificamente exigindo o esclarecimento da morte baixo custódia do moço. Entre as pessoas imputadas estám a mae, a irmá e umha tia de Diego.

Em Setembro de 2004 Diego aparece morto no quartel da Guarda Civil de Arteixo após ser detido. Desde entom família e solidárias venhem-se concentrando para reclamar o esclarecimento do caso. A inverosímil versom do instituto militar é que se aforcou nos calabouços com as suas calças. Mas durante a investigaçom o próprio sargento reconheceu que as calças foram deitadas no lixo, e que as câmaras de vigiláncia estavam desligadas. Contra os atrancos à investigaçom e o silenciamento mediático, os 12 de Outubro, pessoas solidárias concentram-se diante da igreja paroquial de Arteixo onde o corpo armado celebra umha missa. E por isto, já foram recebidas sançons por parte da Subdelegaçom do Governo espanhol por delitos contra os “sentimentos religiosos” e por “desordens públicas”, mas até o 2010 acabaram arquivadas. De 2010 é a imputaçom que se julgará o próximo 6 de Junho, polo presunto delito de “injúrias” à Guarda Civil. Tal delito justifica-se polo berro de consignas como “a Guarda Civil tortura e assassina” ou “Aqui há tortura como na ditadura”. Ainda, a acusaçom destaca que as pessoas levavam camisolas com a fotografia de Diego e faixas com a legenda “Queremos saber como morreu Diego nos calabouços da Guarda Civil de Arteixo”.

Infámias à espanhola: a justiça contra as vítimas, e o historial da “benemérita” como aval. Os berros das maes contra a impunidade tenhem tanta vigência como há quarenta anos. Queremos saber como morreu Diego.

 

mansilladelasmulasO preso independentista, que sufria umha situaçom de abuso extra nos últimos meses com intentos de cacheios ilegais depois dos vis a vis, plantara-se recentemente e formulara denúncia no julgado de vigiláncia penitenciária.

Poucos dias depois do plante, em esta semana, é trasladado para Mansilla de las Mulas. O qual poderia supor o fim desta agressom. Como é habitual, foi informado da viagem com poucas horas de antelaçom, com tempo apenas para recolher precipitadamente as pertenças e fazer uma chamada para avisar ao exterior.

Escreve-lhe ao seu novo endereço:

 

Antom Santos Peres

Centro Penitenciario Mansilla de las Mulas

Paraje Villahierro s/n

24210 Mansilla de las Mulas. León

 

No passado 8 de Março voltou repetir-se a situaçom, como um déjà vu penitenciário. Que já “sabia o que lhe esperava”, que se tinhamaosemprisom que despir inteiro para um cacheio após o encontro com a família. Nem bata regulamentária nem óstias. Forom os mesmos funcionários que no mês de Maio do ano passado o agrediram com o mesmo recurso. Berros, ameaças de “já sabes o que te espera”, e a continuaçom despi-lo à força e com golpes. A denúncia daquela ainda nom se resolveu.

Entretanto, no vis de Março desde ano, um irmao e três curmaos do Antom forom obrigados a darem volta para a casa sem vê-lo; mil quilómetros para receber a voz do funcionário que mete culpas no preso “nom ides poder ve-lo porque se nega ao cacheio integral”.

E em Abril parece que mantêm a atitude: quando o levavam para a zona de comunicaçons onde ía ter o vis familiar, os carcereiros de guarda repetirom a ameaça. Fizerom-lhe saber que depois do mesmo iam cachea-lo intregralmente e sem a bata regulamentária. Antom decide "plantar-se" e nom entrar no vis. Formulou uma queixa ao tribunal de vigilância penitenciária e comunicou ao exterior que enquanto nom se solucione esta agressom deixará de fazer vises.

Os cacheios integrais som contrários ao que diz o regulamento penitenciário e várias sentenças da próprias Audiência Nacional. Lembramos ademais, que diferentes dilaçons por parte da administraçom continuam a impedir que tenha vises com a sua companheira, Maria Osório, desde que esta foi também encerrada em 2014.

De ceivar animamos a escrever ao Antom e a denunciar ativamente as sistemáticas violaçons dos direitos humanos por parte do Estado espanhol.

Lembramos o seu endereço:

Antom Santos Peres


Centro Penitenciario de la Moraleja
Carretera Burgos-Portugal, 120,
34210 Dueñas, Palencia

Rachemos os muros!

A nossa solidariedade é imparável!

 

 

Mais um mês no interior de Dueñas, Mansilla de las Mulas, Ocaña, Estremera e Villanubla, as presas independentistas passam umha jornada completa de jejum em reclamaçom polos seus direitos. Nas ruas, entre as 20h e as 20:30h da tarde concentraremos-nos as pessoas solidárias, para visibilizar as suas reclamaçons elementares. Os pontos que o Coletivo de Presas Independentistas Galegas reclama som: O reconhecimento da sua condiçom de prisioneiras políticas, o fim da política criminal de dispersom penitenciária, o reagrupamento dos membros do coletivo numha mesma prisom em território galego, o cessamento do regime de reclusom nos centros de menores e a melhora geral das condiçons de vida no encerro.

As convocatórias som:

cartaz_concentra_abril_16

Compostela: 20h na praça de Galiza

Burela: 20:30h na praça do Concelho

Ferrol: 20h na praça do Concelho

Corunha: 20h no Cantom do Obelisco

Vigo: 20h no Marco (rua Principe)

Ourense:20:30h na praça do Ferro

Ponte Areias: 20h diante do Concelho

Lugo: 20:30h na Praça Maior

 

Achega-te à concentraçom mais próxima!

 
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