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UIPA logística repressiva é um negócio rentável para o Estado Espanhol. Aos ingentes e opacos gastos em Defensa postos sobre a mesa nos últimos dias, agora há que engadir-lhe os destinados à Policía Nacional.

Durante estes dias o Ministerio del Interior após reunir-se com os sindicatos policiais confirmava a dotaçom de “sprays de defesa” para todos os agentes que patrulhem as ruas. Até o momento somentes as Unidades de Intervención Policial (UIP) dispunham deste material e que assim era contemplado na sua regulaçom interna. Agora com o novo acordo, todas as unidades da Comisaría General de Seguridad Ciudadana contarám com um “spray” individual para cada agente embora nom há prazo concreto acordado para a sua entrega.

Ás demandas feitas polos sindicatos policiais nas que se incluiam chalecos anti-balas e os “sprays”, também se lhe engade umha nova petiçom de dotar aos polícias de “pistolas táser”, um material que emite descargas elétricas e que paraliza contra quem é dirigida. Polo momento o Director General da Policía, Ignacio Cosidó, ainda nom se pronunciou sobre os “táser” mas sim que o fizo Amnistía Internacional quem já advertiu da sua perigosidade.

Desde o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR alertamos novamente do avanço das condiçons materiais da repressom dirigidos contra as mobilizaçons sociais e políticas. O constante goteio da militarizaçom dos polícias é a expressom dum regime na sua deriva mais autoritária que o único que procura é democratizar o medo nas suas vertentes repressivas físicas e económicas. Nom ostante, a auto-organizaçom contra estas medidas de excepçom estám a dar os seus frutos nas que a repressom é afrontada desde a solidariedade coleitiva.

 

unnamedDesde o passado dia 5 de Fevereiro a  Asamblea Aberta de Coia leva convocando umha série de atividades que terám como ponto álgido o vindeiro dia 11 quando às dez e meia da manhá será julgado um dos seus ativistas. Xurxo está imputado por mor da montagem ordenada polo alcalde de Vigo, Abel Caballero, quem segundo denunciam desde a Asamblea, pretende acalar a luita vizinhal pola rotunda.

O passado 7 de Janeiro mais de 40 polícias locais da cidade olívica pretendérom despejar às/aos ativistas que se negavam à malversaçom de dinheiro público na rotunda de Coia. Nesses factos um polícia local sinalou a Xurxo como responsável dumhas lessons das que os próprios testemunhas vizinhais negárom. Novamente, a Asamblea Aberta de Coia denunciam a violência policial com a que se atuou e as extra-limitaçons dos funcionários ao serviço do alcalde.

Desde o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR fazemos um chamamento para acudir à concentraçom a vindeira quarta feira em sinal de solidariedade com a repressom social da que som objeto a vizinhança de Coia e suscribimos às denúncias da Asamblea Aberta de Coia.

Data: 11 de Fevereiro
Hora: 09:30
Lugar: Julgados de Vigo (rua Lalim, 4)
 

Escucha_telefonicaNo dia de hoje o Ministerio de Interior mais o Ministerio de Justicia anunciárom a eliminaçom das escuitas telefónicas sem autorizaçom judicial que se pretendiam levar a cabo polas forças repressoras do Estado mediante a nova Ley de Enjuiciamiento Criminal.

Pola contra há umhas emendas sugeridas por “expertos” dos Ministerios de Justicia e Interior das que o único que se sabe polo momento é que rechaçam esta nova modalidade de controlo social e político devido a que tenhem “difícil encaje constitucional” tal e como mencionou o Consejo General del Poder Judicial. Igualmente a Fiscalía também monstrara a sua disconformidade.

Como informamos em ocasions anteriores neste site, o texto original permitia que o Ministro del Interior ou o Secretario de Estado de Seguridad ordenaram as escuitas sem aviso a um juíz por 24 horas e posteriormente um juíz poderia validar ou anular a intervençom num praço de 72 horas. No caso de denegar tal intervençom umha pessoa poderia estar sendo intervida nas suas comunicaçons até um praço de quatro dias.  

 

IMG-20150206-WA0006Quinze pessoas concentrárom-se hoje às portas dos julgados das Fontinhas em Compostela em solidariedade com o independentista Santiago Mendes, processado por “atentado” e “desordens públicas” em relaçom à resposta dada em 2009 a umha mobilizaçom em favor do extermínio do Galego convocada por Galicia Bilingüe. Um amplo dispositivo de antidistúrbios controlou desde primeira o acesso ao imóvel judicial e vigilou o grupo de solidárias/os.

De modo excecional, as pessoas que acompanhárom Mendes à sala de vistas fôrom registadas e os seus bilhetes de identidade anotados por funcionários civis à vista do grupo de guardias civiles que a diário tenhem como funçom a regulaçom do acesso ao edifício público. Já na sala, também a Polícia espanhola destinou de maneira inusual umha parelha de agentes para, supostamente, evitar “incidentes”.

Testemunhas policiais esqueceram o caso

A fiscalia solicitava 4 anos de prisom para Mendes polos dous delitos resenhados embora, afinal, retirou o segundo dada a incapacidade das 4 testemunhas policiais para argumentarem com fatos a acusaçom. Assim, um agente apenas aludiu ao conhecimento dum genérico lançamento de “pedras e garrafas”, admitindo a impossibilidade de individualizar o delito em Mendes. Recordar que várias das pessoas já condenadas a prisom neste processo 8F numha sentença que está recorrida tampouco vírom individualizadas as suas acusaçons.

Por sua parte, o chefe da Unidad de Intervención Policial destinada em 2009 na Alameda de Compostela admitiu a respeito de Mendes que “nom sei nem se estivo” (sic) e afirmou, ante a demanda de que concretasse a acusaçom, que “o que fijo em concreto este senhor eu nom o sei”. No entanto, o mesmo mando policial sim se atreveu assegurar sem prova algumha que “há algo de doutrina (sic) entre eles”, que “funcionavam organizadamente” e que as dezenas de pessoas que fugiam das cargas em 2009 eram “um grupo organizado”.

Fichas políticas

O inspetor policial que instruiu o informe sobre os enfrontamentos de 2009 declarou por video-conferência, referindo-se a Mendes como “pessoa já conhecida previamente como militante”. Este agente, que a respeito da acusaçom a dirimir dixo “eu nom recordo” e “o que sei é o que os companheiros relatárom no atestado”, asseverou no entanto que o acusado “fai parte dum dos coletivos que preparárom a manifestaçom” evidenciando a existência de pescudas político-policiais prévias sobre a sua pessoa.

A defesa de Mendes solicitou a livre absolviçom e incidiu no seu alegato final sobre o processado, contra o que apenas existe a “palavra” dum antidisturbios sem qualquer tipo de prova gráfica, que nas cargas “colhérom o primeiro [manifestante] que encontrárom” e destacou a inexistência de qualquer evidência solvente que cimentasse a petiçom de 4 anos de cárcere.

Governo Espanhol pretende que alguém “pague” polo 8F

O decurso de todo este processo evidenciou hoje, mais umha vez, o fortíssimo impulso político existente trás este juízo e o interesse da Delegación del Gobierno de España na Galiza administrativa, que é quem envia dezenas de testemunhas policiais insolventes aos juízos, para que alguém remate em prisom e “pague” assim o exercício de dignidade coletiva de 2009. Ficamos à espera das sentenças definitivas.

 

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A repressom judicial contra as pessoas que em 8 de fevereiro de 2009 contestárom nas ruas umha mobilizaçom da associaçom supremacista Galicia Bilingüe apoiada por organizaçons de extrema direita continua. Amanhá, justo 48 horas antes da saída da manifestaçom nacional de Queremos Galego que reivindicará a hegemonia social da única língua do país, um outro militante independentista galego se senta no banco dos acusados para enfrentar umha pena de 4 anos de prisom

O agora processado é o vizinho do Condado Santiago Mendes, que foi umha das 12 pessoas assinaladas no seu dia pola Polícia espanhola e processadas em relaçom com os fatos do 8F. Lembramos que este processo derivou em várias condenas de prisom e, embora está recorrido nestes momentos, os advogados nos desbotam a possibilidade de que se produza algum encarceramento de independentistas ligados àquela resposta nacional de 8F.

Concentraçom de apoio

Para amanhá está convocada umha concentraçom às 11:30 h. AM de apoio a Santiago Mendes perante os Julgados das Fontinhas em Compostela. O Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR apela mais umha vez à solidariedade com as pessoas que respondérom na rua em 2009 a minoria social que neste país serve de ariete contra qualquer política de promoçom da língua nacional e trabalha em favor da substituiçom definitiva do nosso idioma polo espanhol.

 

2014061609031392494Desde as prisons espanholas chegou umha aportaçom muito especial para o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR. Tratam-se de seis peças feitas a mao pola presa independentista Maria Osório e que em pouco tempo poderám estar ao vosso alcance.

Duas carteiras, dous moedeiros, um pucho e umha saca multi-usos expremem o compromisso solidário da presa independentista Maria Osório e também a sua firme vontade a seguir aportando com trabalho a este Povo. Pontada a pontada e fio a fio, a presa independentista trasmite a ideia de continuar tecendo com agulhas de solidariedade as redes que demonstram que nengumha cárcere poderá dobregar a nossa superaçom coleitiva por derrubar os isolamentos impostos.

Além de todas as limitaçons que implica a prisom, ao Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR, enche-nos de alegria comprovar como cada dia e mediante mil formas de comunicaçom, as/os presas/os independentistas galegas/os continuam a presentes nas nossas realidades, nas ruas, nas nossas conversas e nos nossos fogares.

Para conseguir o material:

  1. Deveredes enviar um correio a Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar solicitando a vossa encomenda assim como o/os número/s de referência e o vosso número de telefone.
  2. Desde CEIVAR enviaremos-vos um correio para confirmar que ainda dispomos da/s unidade/s  demandada/s por estrita ordem de solicitude.
  3. Disporedes um praço de 2 dias para ingressar no número de conta 2080 0395 61 3040001337 de Abanca o importe.
  4. Remitindo umha imagem do comprovante e adjuntando os vosso endereço postal em poucos dias o teredes nas vossas maos. O importe inclue o envio.

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