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IMG_3114O Coleitivo de Presas/os Independentistas Galegas/os (CPIG) começou nesta meia noite um jejum de 24 horas em protesto das agresons recebidas ao preso independentista Antom Santos por parte de funcionários da prisom de Dueñas (Palencia) na semana passada.

Este ato reivindicativo coleitivo por parte das/os presas/os independentistas galegas/os dentro dos centros penitenciários soma-se às iniciativas que se promovérom nas ruas como foi as denúncias públicas emitidas polo Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR, o escrito apresentado por ESCULCA ante o Mecanismo de Prevençom da Tortura assim como todas as difusons feitas por solidárias/os que conseguírom que este caso tivera um eco público.

O jejum rematará às 00:00 desta sexta feira.

 

Esta sexta feira o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR convoca a todos os coleitivos e às pessoas solidárias a umha ceia que terá lugar no viguês Centro Social A Revolta do Berbés. O menú surpresa mas com opçom vegetariana e vegana e o preço será o custe da comida mais a vontade.

Animamos-vos a todas/os a acudir ao que será um espaço de convívio mas também de solidariedade com as/os retaliadas/os.

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14315392602922A Sala do Penal reunida ontem em pleno, decidiu por maioria de votos (12 a 5), assumir o critério que vinha fixando o Tribunal Consitucional e a própria sala do Tribunal Supremo em relaçom com o valor provatório das declaraçons das/os detidas/os em sede policial e que posteriormente nom se corroboram ante o/a juiz.

O Supremo até agora seguia a pauta marcada por um Pleno de 2006 no que se acordara validar estas declaraçons das/os detidas/os se os polícias que praticaram o interrogatório certificavam os extemos dessa declaraçom comparecendo durante vista oral. Este extremo é o que agora descarta o Supremo, seguindo doutrina do Constitucional.

Em esência o que acontecerá é que as declaraçons pronunciadas em sede policial que depois nom sejam repetidas ante a/o juiz nom serám consideradas provas em nengum caso emboras os agentes corroborem-nas durante um juízo como acontecia até agora.

Esta decisom é um mero reprantejamento cosmético do regime de incomunicaçom aplicado por parte do Estado Espanhol e que ultimamente nom para de receber denúncias por torturas desde instâncias internacionais como por exemplo do Tribunal Europeio de Direitos Humanos (TEDH) ou o Comité contra a Tortura. Pola contra nom se cita em nengum momento a depuraçom de reponsabilidades sobre as pessoas que fôrom torturadas para assinar declaraçons que posteriormente nom ratificavam ante a/o juiz e que ditas declaraçons assinadas serviam incluso para condena-las/os. Igualmente, com a nova reformulaçom, nom se pode esquecer a quantidade de denúncias por tortura que se tenhem pronunciado por parte das/os detidas/os nos juízos e que os próprios juices se negam a investigar ou fam caso omisso. Lembramos finalmente, que neste mesmo ano Amnistía Internacional denunciava 6.600 casos documentados de tortura no Estado Espanhol desde 2004.

 

esculca_logo_124A continuaçom reproduzimos a informaçom emitida polo Observatorio para a Defensa dos Direitos e Liberdades  EsCULcA na que o seu presidente, Fernando Blanco Arce, apresenta um escrito ao Mecanismo de Prevençom da Tortura ante os maus tratos recebidos polo preso independentista galego Antom Santos.

“Fernando Blanco Arce, na súa condición de Presidente da Xunta Directiva de EsCULcA, dirixiu escrito o 2 de xuño ao Mecanismo Nacional de Prevención da Tortura (MNPT) en que reclama unha actuación inmediata en relación á noticia aparecida en diferentes medios de comunicación sobre posíbeis malos tratos ao preso galego A.S., interno no cárcere de Dueñas (Palencia).

No seu escrito, Fernando Blanco Arce lembra que, segundo a información publicada, funcionarios penitenciarios terian entrado na sala onde se encontraba A.S., despois de manter un vis-à-vis familiar, para practicarlle unha revisión de nu integral, ao que o interno non se negou en ningún momento. Si requeriu no entanto poder vestir unha bata, como dita a norma regulamentar, entanto se practicaba a inspección. Petición denegada polos funcionarios que responderon agarrando con violencia e arrastrando A.S. en aplicación arbitraria do art.72 RP, o que provocou ao preso hematomas e equimose en varios pontos do corpo.

EsCULcA  solicita a MNPT que exerca as competencias que lle son conferidas polo Protocolo Facultativo da Convención Internacional para a Prevención da Tortura e compareza por medio de comisionado no CP de Dueñas a fin de manter entrevista reservada co preso A.S. e proceda a incoar expediente a fin de prevenir situación de tortura/tratos degradantes no penal.”

Escrito ao completo no seguinte enlace: Texto do escrito

 

cartaz-qA continuaçom fazemo-nos eco das jornadas anti-repressivas que terám lugar em Ourense entre os vindeiros 4 e 18 de Junho.

“As Xornadas Anti-Represivas xorden como un proxecto entre xente de diferentes colectivos e movementos. Como resposta perante a necesidade de divulgarmos as formas de represión (vellas e novas) que, a día de hoxe, ameazan as liberdades do pobo. Precisamos, logo, de ferramentas para as combater con éxito, pois onde hai loita hai esperanza, mais tamén pontos de represión que habemos superar tecendo redes de apoio.

As actividades que conforman as Xornadas abranguen distintos eidos da represión: A Lei Mordaza, a seguranza na rede, os efectos psico-sociais do medo, a represión do estudantado ourensán, a tortura física e psicolóxica e a privación da liberdade, entre outros.

As Xornadas Anti-Represivas desenvolveranse ao longo do mes de xunho en Ourense. Cada actividade levarase a cabo nun ponto distinto da cidade das Burgas: centros sociais e culturais, tabernas, bares, prazas e na propia rúa.

Co obxecto de transcender o formato de charla, procuramos outras fórmulas de abordarmos a temática da represión mediante dinámicas, obradoiros, a performance e o teatro.”

INFO ao completo:https://xornadasantirepresivas.wordpress.com/

 

palestra_transiom_e_repressom_compostela_20150603_webA vindeira quarta feira terá lugar em Compostela a palestra “Transiçom e repressom” organizada polo Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR. Esta segunda parte que é a continuaçom da palestra “Franquismo e repressom” voltará estar a cargo do historiador argentino Julio Lisandro Cañón Voirín quem está especializado nas matérias do terrorismo de Estado e nos discursos da direita.

Nesta exposiçom oral irá a debate a mal chamada “transiçom espanhola” e como a repressom que enfrontamos hoje em dia guarda muitos paralelismos com as situaçons que vivemos a cotio já que muitas das personagens e dos mecanismos som os mesmos. De novo, uma excelente oportunidade, sem dúvida, para convidar à reflexom de cara onde imos mas também oferece a possibilidade de comparar com outros regimes ditatoriais como foi o argentino.

Dia: 3 de Junho
Lugar: Facultade de História da USC aula nº9 (Compostela)
Hora: 19.30h
 
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