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A permanência da simbologia fascista no nosso País, apesar de proibida por diversos decretos que exigem a sua retirada, é garantida paradoxalmente por instituiçons com a Justiça e a Polícia espanholas. Quatro militantes independentistas eram detidos ontem 20-N por esnaquizar umha placa de homenagem ao general genocida Francisco Franco na sua casa natal de Ferrol e pintar de rosa a fachada do edifício. Os detidos fôrom apoiados por umha trintena de pessoas da formaçom NÓS-Unidade Popular que coreavam palavras de ordem contra a presença da simbologia do genocídio na Galiza e em favor da sua supressom. Detidos pola Polícia espanhola, fôrom deslocados a dependências desta em Esteiro e postos em liberdade com cargos –danos à “Fundación Francisco Franco”, entidade dedicada a exaltar a figura do ditador espanhol- por um valor aproximado de 12.000 euros-. O processo fica pendente dum novo juízo que se somará aos muitos já praticados contra pessoas implicadas na eliminaçom da simbologia fascista na Galiza.
 
Mais de 200 pessoas mobilizárom-se ontem no recebimento d@s dez independentistas detid@s a passada semana pola Guardia Civil. O acto organizado polo nosso organismo constiu numha mobilizaçom que partia às 17:30 da Praça do Toral rematando na Praça de Sam Roque. No percurso da mobilizaçom coreárom-se palavras de ordem denunciando a montagem policial, o carácter político da Audiência Nacional e a prática da tortura pola Guardia Civil. A mobilizaçom rematou com a leitura dum comunicado por parte da AMI agradecendo a solidariedade d@s presentes e manifestando a sua determinaçom a “continuar a luita” apesar da repressom. Trás cantar-se o hino nacional, celebrava-se umha rolda de imprensa aberta ao público no local social O Pichel, assaltado a semana passada pola Guardia Civil. Durante a mesma, dou-se leitura a um comunicado do nosso organismo e @s independentistas detid@s respondérom às perguntas dos meios que dérom um seguimento informativo inabitual à mobilizaçom e posterior rolda de imprensa.
 
Anunciavamos esta semana que a vaga repressiva contra a AMI conhecida como “Operaçom Castinheira” nom estava encerrada. Os factos ocorridos esta tarde venhem confirmar o asserto: a militante da formaçom juvenil em Ourense, Maria B., era detida novamente hoje por agentes da Guardia Civil. A independentista galega encontra-se a esta hora no quartel da Guardia Civil de Ourense. Segundo vem de comunicar a força de ocupaçom ao nosso advogado, Maria B. seria acusada agora pola colocaçom de artefactos incendiários numha minicentral hidroeléctrica na Merca o passado 22 de Outubro. Segundo esta mesma fonte, Maria B. será conduzida amanhá aos julgados de Cela Nova para emprestar declaraçom. A nova detençom é bem indicativa da tentativa da Guardia Civil de situar a militáncia da AMI num permanente estado de excepçom e insegurança, impedindo o trabalho político-social da formaçom juvenil e pondo sobre o conjunto da militáncia a ameaça permanente de jos_content detençons. Ceivar responderá nos media e nas ruas da Galiza esta nova detençom política durante as próximas horas. Seguiremos informando em quanto tenhamos jos_content notícias. Por enquanto, chamamos todas as pessoas, associaçons e colectivos sensibilizados frente a esta campanha repressiva a dar resposta à mesma e difundir a informaçom que vaia tirando o nosso portal. Maria liberdade! Solidariedade com a AMI! Defender a Terra nom é delito!
 
O organismo popular anti-repressivo Ceivar convoca para este domingo 20 de Novembro um recebimento popular aos e às 10 independentistas detid@s esta semana. O acto celebrará-se a partir das 17:30 na Praça do Toral de Compostela e nele @s patriotas recém saíd@s em liberdade oferecerám umha rolda de impresa para os mass mídia, informando sobre o operativo repressivo de que fôrom objecto por parte da Guardia Civil espanhola, a campanha de linchamento mediática e as iniciativas de solidariedade em curso. De Ceivar concebemos o presente acto como umha demonstraçom pública de força e rechaço cidadám face a operaçom repressiva desta semana. Convidamos todas as pessoas e associaçons sensibilizadas na defesa das liberdades fundamentais e contra a repressom a assistir ao recebimento popular e contribuir para a difusom e sucesso da convocatória.
 
Trás aproximadamente quarenta e oito horas em dependências policiais e judiciais, @s dez militantes independentistas detid@s em distintas localidades galegas o passado dia 14 saiam em liberdade decretada polo juíz da Audiência Nacional Santiago Pedraz. Tod@s @s retaliad@s negárom-se a declarar na Direcçom Geral de Segurança e no tribunal político especial. Foi o próprio fiscal espanhol Ignacio Gordillo quem se negou a demandar qualquer ingresso em prisom e solicitou que o processo repressivo passasse a um tribunal ordinário na Galiza. Embora nom se produzírom casos de torturas físicas durante as detençons, sim houvo situaçons muito extremas de pressom sicológica por parte de guardas civis encarapuçados na citada DGS, perguntas sobre a filiaçom política e actividades d@s patriotas galeg@s e inclusivamente insultos e vejaçons verbais às companheiras e companheiros, tod@s el@s submetid@s a umha situaçom de pressom repressiva e ambiental máxima, umha vez que nas citadas dependências produzem-se com frequência mal-tratos e torturas. A montagem policial que denunciamos desde o princípio da Operaçom Castinheira ficava portanto de manifesto 48 horas depois do seu início. O fiscal da Audiência Nacional declarou que os delitos que se imputam @s acusad@s “nom som de terrorismo” e que a suposta “associaçom ilícita” inventada polo instituto armado espanhol para justificar o operativo nom é competência do tribunal político especial, mas dum tribunal ordinário. Contodo, nengumha rectificaçom se encontra hoje nos principais meios de difusom que extendérom a versom policial sobre o imaginário “grupo terrorista”. Os nomes e apelidos de pessoas nom culpadas continuam aparecendo hoje nos mídia, enquanto se respeita o anonimato de violadores e pederastas sentenciados em firme apresentando unicamente as suas iniciais. Trás o desinflamento manifesto da campanha repressiva, a Guardia Civil, a Audiência Nacional, os principais meios de difusom, os partidos políticos institucionais e sectores representativos do Executivo autonómico e o nacionalismo autonomista tenhem ficado em evidência dum modo absoluto perante a sociedade galega: o acatamento da versom policial, a petiçom de castigo, a vulneraçom da presunçom de inocência dos detidos e detidas, a criminalizaçom de pessoas e organizaçons, etc., etc., demonstrárom a sua intencionalidade pura e exclusivamente política e o seu colaboracionismo aberto frente à repressom. Enquanto o próprio PP anunciava o "acatamento sistemático" das resoluçons judiciais, o presidente autonómico Emilio Pérez Touriño aceitava o auto mas rechaçava as críticas lançadas de diversos sectores sociais e políticos sobre o operativo político-policial. Segundo Touriño, tais críticas desluziriam "um dia em positivo" no que umha instituiçom europeia empregava por vez primeira a normativa do ILG. Por outra parte, vários centos de pessoas se mobilizárom nos últimos dias no nosso País frente à vaga repressiva e exprimírom a sua solidariedade com @s detid@s. Constatamos esta posiçom nos casos de NÓS-Unidade Popular, Adiante, Movimento polos Direitos Cívicos, Agir, Briga, PCPG, Casa Encantada, CIG, Primeira Linha, assembleias locais de Galiza Nova, os centros sociais nacionalistas, o Observatório polos Direitos e Liberdades Esculca, SRI, o meio electrónico La Haine, a organizaçom juvenil andaluza Jaleo, a organizaçom juvenil basca Segi, o organismo anti-repressivo basco Askatasuna, Alerta Solidária e Resgat nos Països Cataláns, etc. Aliás, dezenas de pessoas mostrárom a sua disposiçom a apoiar as acçons desenvolvidas desde Ceivar para denunciar a presenta vaga repressiva, que continua aberta. Vários carros deslocárom-se na tarde de ontem desde o País para trazer de volta @s patriotas detid@s em Madrid.
 
A parafernália repressiva dos últimos dias exige respostas sociais e políticas que se irám anunciando nas próximas horas e dias, assim como a solidariedade activa de tod@s. Ceivar anunciará em breves os primeiros actos de resposta à vaga repressiva vivida esta semana e ainda aberta, mas fazemos, novamente, um apelo à solidariedade económica. Os processos abertos em Madrid supugérom nestes dias umha mobilizaçom de advogad@s inusual, nomeamento de procurador@s, deslocamentos e anunciam um novo processo repressivo a nível judicial que exigirá organizar a defesa d@s dez independentistas detid@s o dia 14. Frente a esta situaçom, convidamos ao exercício da solidariedade económica através da conta que aparece no banner do nosso portal. De Ceivar comprometemo-nos a destinar integramente as quantidades ingressadas ao pagamento da assistência letrada praticada em Madrid e à defesa d@s patriotas que serám julgados em data ainda por confirmar.
 
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