110276-crumpled-paper-icon-social-media-logos-rss-cube

Continuando com a campanha de socializaçom do operativo repressivo de que é objecto, a AMI organiza na Corunha a vindoura sexta-feira duas jos_content palestras explicativas sobre a ‘Operación Castiñeira’. A finalidade das mesmas é informar das dimensons e objectivos da campanha repressiva aberta contra a formaçom juvenil independentista, umha vez que o sumário continua sobre secreto e desde os meios tem-se sugerido e, inclusivamente, demandado, a prática de mais detençons e registos. As palestras a celebrar na Corunha estám convocadas no centro de FP Tomás Barros (Rua Ramom Maria Alher, 10-12) a partir das 12:00 da manhá e no liceu de Educaçom Secundária Salvador de Madariaga (Passeio de Ronda, 49) a partir das 20:30 na aula 1.
 
A repressom de baixa intensidade contra o exercício da liberdade de expressom por parte da militáncia independentista está à ordem do dia. Um panorama de permanente erossom económica de pessoas e colectivos impom-se sem gerar qualquer alarme e, portanto, resposta social. Segundo informa o web de Briga, um jovem desta formaçom vem de ser denunciado trás a identificaçom policial praticada quando participava na confeiçom dum mural. A identificaçom foi realizada em Novembro a meio de registos de pertenças pessoais, prepotência policial e umha artificiosa espectacularidade do operativo. Trinta dias após, um dos identificados acaba de receber denúncia por “alterar a segurança colectiva e originar desordens na via pública”, segundo se recolhe no parte dos agentes da repressom. O resultado da acusaçom pode ser a imposiçom dumha nova sançom (150 euros) e a enésima constataçom de que neste País a penalizaçom gratuita da militáncia por corpos policiais e instituiçons judiciais está à ordem do dia. Destacarmos, também, a inexistência prática de quaisquer diferenças nas ‘políticas de segurança’ aplicadas polos governos municipais em funçom de quais os grupos políticos governantes. A assunçom do grosso da repressom de baixa intensidade por parte dos corpos policiais municipais e a homogeneidade aplicada nos procedimentos convidam-nos a pensar, a sério, que estamos perante umha directriz policial genérica ou um acordo de cumprimento obrigatório redigido na Delegaçom do Governo espanhol. A defesa irrenunciável das mínimas margens em que hoje se exerce a liberdade de expressom, a negaçom activa a acatar normativas municipais restritivas de direitos e a denúncia e socializaçom do papel político que jogam as Polícias municipais nas principais cidades galegas, som medidas básicas a aplicar para evitarmos um cenário de controlo e siléncio absoluto das ruas e factos vergonhentos como o denunciado esta semana a respeito da Polícia municipal viguesa.
 
A ‘guerra’ que libra o governo local compostelano contra o exercício da liberdade de expressom em todo o termo municipal nom tem couto. O militante da AMI P. M. P. vem de ser condenado polo magistrado juíz local Francisco Javier Miguez Poza a um arresto no seu próprio domicílio durante 48 horas pola realizaçom de pintadas exigindo a liberdade dum companheiro detido numha mobilizaçom contra o sinistro do Prestige em Dezembro de 2002. P. M. P era retido e identificado por agentes da Polícia local em 1 de Dezembro de 2002. O jovem independentista difundia nesse momento a notícia da detençom de R. L. Q., capturado por efectivos da Polícia espanhola nos enfrentamentos havidos entre esta e manifestantes que exigiam responsabilidades polo sinistro do Prestige. Após um longo processo judicial, P. M. P. é condenado por Míguez Poza a permanecer no seu domicílio particular durante 48 horas, recebendo esporádicas visitas dumha patrulha que comprovará a sua permanência na morada durante o tempo da sançom. Dá-se a casualidade de que nom é o primeiro militante da AMI condenado polo citado magistrado juíz. Míguez Poza conta no seu haver, e no deve do independentismo galego, com o envio a prisom de militantes por exercer a liberdade de expressom, a imposiçom de vários arrestos domiciliários e sancionamentos de vários miles de euros por este mesmo motivo. Bem ligado com as cúpulas policiais e os profissionais da política municipal, Poza destaca pola sua patologia anti-nacionalista e, inclusivamente, anti-galega, perfilando-se como um dos juízes da capital do País mais beligerantes contra os direitos lingüísticos das pessoas galego-falantes e chegando a ser denunciado por colectivos reintegracionistas. Apesar do perfil pessoal apontado, a sua fobia contra a mocidade independentista e a explícita beligeráncia contra o MLNG, este juíz esperpêntico joga hoje um papel central no processo judicial aberto contra a AMI trás a ‘Operación Castiñeira’. O jovem sentenciado a localizaçom permanente por Poza é, de facto, um dos detidos no ataque repressivo iniciado contra a AMI o passado 14 de Novembro.
 
Embora é um processo decantado, a capitulaçom da direcçom do BNG ante a ‘España de las Autonomías’ nom deixa de dar surpresas desagradáveis. Exemplar é, por exemplo, a mudança de relaçons entre nacionalismo e forças policiais: desde o confronto essencial, até as amigáveis reunions institucionais entre Anxo Quintana e mandos da Guarda Civil, há um longo percorrido durante o que centos de galeg@s fôrom espancad@s, detid@s, sancionad@s, torturad@s e encarcerad@s polo instituto armado espanhol. O alcalde viguês Lois Castrillo fora quem rachara o gelo na década de 90 assistindo por primeira vez à celebraçom do dia da patrona da Guarda Civil. Castrillo agradecera a centos de números formados no Concelho “os serviços emprestados à Comunidade Autónoma” e dera vivas ao instituto armado que fuzilara Martínez Garrido, último regedor republicano de Vigo. A partir daí, os gestos e factos destinados a ‘normalizar’ relaçons fôrom umha constante. Celebraçons, actos oficiais, petiçons de alargamento dos corpos, oferecimento de terrenos públicos para a construçom de quartéis, consideraçom dos militares como ‘trabalhadores’ e identificaçom com as suas demandas corporativas, etc. punham de relevo um profundo processo degenerativo. “Seguiremos a linha do BNG e Anxo Quintana”, asseguram os guardas civis destinados na CAG A ‘Asociación de Gardas Civis de Galicia’ assegurava ontem através do porta-voz Manuel Mato que “seguiremos a linha do BNG e de Anxo Quintana”. Mato, cabeça dumha cissom autonómica da ‘Asociación Unificada de Guardias Civiles’, afirma o carácter “netamente galego” (!) da agrupaçom de militares que lidera e recorda, após afirmar que “somos galegos ou casados com galegas”, que mantivo umha reuniom com Quintana para a criaçom da Polícia Autonómica e que na câmara da CAG sostém por este motivo umha mesa de trabalho com o BNG na que a concordáncia seria “total”. Segundo a AGC, entre 400 e 500 dos quase 4000 números destinados na Galiza administrativa fam parte da associaçom. Denunciam a “competência” existente entre a Polícia espanhola e o instituto armado e criticam a corrupçom dos mandos por conceder as ‘pagas de produtividade’ os números que tenhem mais próximos. Mato assegura aliás, em referência às declaraçons de José Bono sobre a língua a utilizar polos militares espanhóis, que "nós somos um corpo com entidade militar e falamos cada um o idioma que queramos, uns galego e outros castelhano” (sic). Quintana escuita as demandas dos números O crescente agiornamento da direcçom do BNG face a principal força de ocupaçom do nosso País e a que maior número de cidadáns e cidadás (60%) tem sob o seu âmbito competencial nom remata aqui. O vice-presidente da Junta recebia o passado dia 9 o secretário geral da ‘Federación Regional de Galicia de la Asociación Unificada de Guardias Civiles’. José Díaz Castelo expujo-lhe a Quintana as preocupaçons dos militares destinados na CAG referentes à sua transferência a outras comunidades autónomas do Estado. Contodo, as problemáticas da tropa espanhola parecem estar bem contempladas nos desenhos policiais da administraçom autonómica: segundo se anunciava em 2005, centos de números do instituto armado abandonarám as funçons de controlo e vigiláncia do tránsito rodado que desempenham actualmente para incorporar-se à futura Polícia Autonómica. A Guarda Civil esvazia-se de competências menores no corpo autonómico, muda de uniforme e foca a sua atençom sobre as funçons prioritárias de qualquer corpo repressivo. Mais informaçom no linque que anexamos ao pé da notícia.
 
Por quarta vez consecutiva, o juízo por “desconsideraçom à autoridade” (sic) contra os militantes vigueses Óscar G. e Júlio S. era suspendido esta manhá. Segundo informavamos ontem, os dous vizinhos de Vigo foram assaltados em Abril de 2005 por agentes da Polícia local quando se dispunham a realizar umha colagem de cartazes contra o PGOM aprovado por PP e BNG. Recordamos que na altura a alcaldesa Corina Porro decretara ‘Toleráncia Zero’ contra a difusom de actos anti-PGOM. A vista judicial nom se pudo realizar devido à incorrecta convocatória dos agentes policiais imersos no processo. Contodo, há novidades no procedimento: três mais serám os polícias denunciados polos dous militantes e estes achegarám umha nova testemunha. Embora o processo se inscreve na dinámica habitual de juízos contra a liberdade de expressom realizados periodicamente em toda a Galiza, o presente caso conta com a novidade de que os agressores nom apresentárom ainda contra os dous militantes qualquer denúncia por infligir a normativa municipal que proibe a colagem de cartazes. A vista fica pendente da colocaçom dumha nova data. Mais informaçom no linque inferior.
 
‘Jornadas sobre a prevençom da tortura, a implantaçom do protocolo facultativo contra a tortura e as recomendaçons do Relator da ONU’ é o título do encontro a celebrar os vindouros dias 3 e 4 de Fevereiro em Barcelona (Països Cataláns) a iniciativa da Coordenadora para a Prevençom da Tortura. As jornadas celebrarám-se no Col.legi d´Advocats de Barcelona aonde se deslocará umha delegaçom do nosso organismo. Prevê-se a presença nas Jornadas do ex relator da ONU sobre a tortura Theo Van Boven. Publicamos a seguir a programaçom de actividades do encontro internacional no que participaremos: Sexta-Feira, 3 de Fevereiro O9:30 Inauguraçom e apresentaçom das jornadas a cargo de Sílvia Giménez Salinas, Decana do Il•lustre Col•legi d’Advocats de Barcelona (ICAB) e Lluïsa Domingo, presidenta da Comissió de Defensa dels Drets de la Persona de l’ICAB 10:00 Obradoiro ‘Detençom, incomunicaçom e encarceramento’ moderado por José Manuel Hernández, membro do ‘Centro de Asesoría y Estudios Sociales’. Participarám: ‘O momento da detençom’ Jaume Asens, membro da Comissió Defensa del Col•legi d’Advocats de Barcelona ‘A incomunicaçom’ Susana Atxaerandio, membro de Behatokia ‘A detençom incomunicada. O relatório de Human Rights Watch’ Judith Sunderland, membro de Human Rights Watch ‘Dispersom e isolamento’ Estanis Etxaburu, membro de Etxerat 12:00 Obradoiro ‘O papel dos tribunais’ moderado por um membro da Comissió de Defensa del Col•legi d’Advocats de Barcelona Participarám: ‘Os Tribunais de Justiça perante as denúncias por tortura’ Santiago Vidal, magistrado de Barcelona ‘O papel do advogado: advogado de ofício’ José Luis Galán, advogado ‘O papel do advogado: advogado de livre designaçom’ Arantxa Zulueta, advogada ‘O papel do médico oficial/médico de confiança’ Gisela Perrén, médico ex membro do CPT 16:00 Obradoiro ‘Discriminaçom e tortura’ moderado por um Membro do Movimento polos Direitos Civis ‘Tortura e maus tratos em prisom’ Um membro da Asociación Apoyo ‘O régime FIES’ Laudelino Iglesias, ex preso FIES ‘Tortura e racismo: as mortes de Ceuta e Melilha’ Rafael Lara, membro da Asociación pro Derechos Humanos de Andalucía ‘Agressons sexuais a pessoas detidas’ SalHaketa 18:00 Obradoiro ‘Sociedade, meios de comunicaçom e tortura’ moderado por Emili Chalaux, membro de l’Acció dels Cristians per l’Abolició de la Tortura Participarám: ‘Ocultaçom da tortura’ Carlos Jiménez Villarejo, jurista ‘Criminalizaçom da denúncia de tortura’ Martxelo Otamendi, ex director de Egunkaria ‘O papel dos meios de comunicaçom na denúncia da tortura’ David Bassa, jornalista de TV3 ‘A participaçom da sociedade na erradicaçom da tortura’ Guillermo Presa Suárez, EsCULcA Sábado, 4 de Febreiro 10:00 Obradoiro ‘Mecanismos de superaçom da tortura’ moderado por Carlo Frabetti, membro de ACT Participarám: ‘Os mecanismos de controlo: o protocolo de Euskadi’ Aiert Larrarte, membro de Torturaren Aurkako Taldea ‘A impunidade da tortura: denúncia e investigaçom’ Ramon Piqué, membro da Associació Memòria Contra la Tortura ‘A impunidade da tortura: o indulto’ Iñaki Rivera, membro do Observatori del Sistema Penal i els Drets Humans ‘A reparaçom da víctima da tortura’ Jorge Barudy, membro de Exil 12:00 Obradoiro ‘O Protocolo Facultativo contra a Tortura da ONU’ moderado por um membro da Comissió de Defensa del Col•legi d’Advocats de Barcelona ‘O Protocolo Facultativo, ratificaçom e potencial contra a tortura’ Mark Thompson, membro da Associaçom para a Prevençom da Tortura ‘Tendéncias no mundo’ Eric Sottas, membro da Organizaçom Mundial Contra a Tortura ‘O Protocolo Facultativo no Estado espanhol’ Jorge del Cura, membro do Centro de Documentación Contra la Tortura ‘Recomendaçons internacionais, a sua força vinculante para os governos’ Theo van Boven, ex Relator da ONU sobre a Tortura
 
Mais artigos...
Teimudamente Alçadas!
teimudamente_alzadas
Manual de Segurança para Ativistas
manual_segurana_2015
O Teito é de Pedra
mostra_capa
Lei de Segurança Cidadá
LSC_2014web
Endereços d@s Pres@s

raul_web

maria2014_web

edu_web

teto_web

Atópanos nas redes sociais



feisbuk

banner_numero_conta_2014