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Umha ampla nómina de associaçons e colectivos da comarca de Lugo organiza para os vindouros dias 17 e 18 de Março umha homenagem nacional à companheira Helena Talho Arrivas, falecida inesperadamente o passado 25 de Dezembro. Sindicalista, feminista, militante independentista de longa trajectória, activista pola paz entre os povos, popular dirigente vicinal, membro do associacionismo cultural local, etc. configuram os traços do perfil da mulher simpática, combativa, directa e irreverente com toda hierarquia que foi sempre a companheira Helena. De Ceivar queremos somar a nossa voz à homenagem colectiva que receberá em Lugo esta semana. Ficam-nos dela entre muitos outros recordos a sua profunda sociabilidade, a transparência e radicalidade dos seus plantejamentos e a determinaçom incansável perante toda forma de opressom e repressom. Homenagem nacional a Helena Talho Arrivas Sexta-feira 17 de Março 22:30 horas Clube Clavicémbalo Velada poético-musical ‘Umha noite com Helena Talho’ Actuarám: Cantareiras de Trasancos Tonina Gai Sabela Rodrigues Campo Mini e Mero Pilocha e Luciano Mago Antom Stranniki Plus Introducirá o espectaculo Carme Blanco. Sábado 18 de Março 11:00 horas Praça ‘Alférez Provisional’ Descubrimento da placa em homenagem a Helena Talho. As organizaçons e entidades que apoiam os presentes actos som A Cova da Terra, AMI, Associaçom Cultural Alto Minho, CIG, Clube Cultural Valle-Inclán, Colectivo Antifascista O Piloto, CNT, Coordenadora Feminista Donas de Nós, Coordenadora Local da Marcha Mundial das Mulheres, Coordenadora pola Paz de Lugo, FPG, NÓS-UP, Rádio Clavi e as amigas e amigos de Helena Talho.
 
Mais de umha vez temos informado sobre as circunstáncias infrahumanas na prisom de Monte Roso. Segundo informaçons de La Voz de Galicia do dia 11 que recolhe o Centro de Documentaçom contra a Tortura, sete pessoas falecérom nos últimos 23 meses no centro penitenciário da Ulhoa, colocando-se Monte Roso nos ‘primeiros postos’ a nível estatal quanto a número de presos mortos em relaçom aos recluidos. Um informe do sindicato CNT questiona a versom oficial dos factos. Segundo fontes do centro penitenciário, a prisom é totalmente alheia à sequência de óbitos. CNT vem de fazer público um informe relativo às vítimas e as causas supostas dos falecimentos que foi rechaçado polo cárcere de Monte Roso que desliga de qualquer responsabilidade os serviços médicos, os funcionários de prisons e Instituiçons Penitenciárias. As causas de morte que aponta o sindicato libertário discrepam nalguns dos casos das oficiais, enviando-se por parte de CNT diversa documentaçom ao fiscal para a sua consideraçom. Sem presença médica Segundo o sindicato, por exemplo, o falecimento ocorrido em Monte Roso em Abril de 2004 produziu-se quando o médico nom estava na prisom. Outro dos casos que se apontam indica que nom funcionava o timbre da cela polo que o recluso falecido nom pudo avisar “e parece que passou a noite intentando pedir auxílio; encontrárom-no morto à manhá seguinte; estamos estudando o historial clínico, ao parecer, nom existe um informe oficial forense”. A respeito de outra morte ocorrida em Março de 2005 a versom oficial alega “sobredose” e reconhece implicitamente a circulaçom e consumo de substáncias psicoactivas ilegais dentro do centro. Segundo a CNT, “apesar das circunstáncias comatosas em que se encontrava –refere-se ao preso- figérom-no entrar na cela e ali apareceu morto à manhá seguinte”. O informe apresentado o dia 10 de Março contém outros casos de morte que nom fôrom esclarecidos. Monte Roso lava-se as maos Nom existe até ao momento versom oficial em relaçom ao informe apresentado. Fontes da prisom que La Voz nom concreta assegurariam que o quadro de carcereiros e médicos do centro é alheio a esta preocupante situaçom. “Há que trazer em conta que a populaçom da prisom está muito vinculada, numha alta percentagem, ao consumo de drogas o que conleva umha série de enfermidades que vam emparelhadas”, asseguram estas fontes em tom autojustificativo. A versom oficial incide especialmente nas “causas naturais” dos falecimentos e no facto de que se respeitariam “escrupulosamente” os protocolos determinados para este tipo de circunstáncias –aviso aos julgados de guarda e penitenciário e a Instituiçons Penitenciárias, autópsia do cadáver, etc.-. “Todos os órgaos de controlo, salvo no caso de Instituiçons Penitenciárias som externos”, afirmárom.
 
Segundo acabamos de conhecer esta tarde, a direcçom do centro penitenciário de Navalcarnero (Madrid) vem de decretar um endurecimento considerável do regime de comunicaçons do preso independentista Ugio Caamanho. A ‘filosofia’ que informa as jos_content medidas trata de dificultar as visitas semanais de 40 minutos e soma-se às restriçons impostas nos últimos meses à emissom e recepçom de correio postal. Ugio Caamanho foi deslocado esta semana para o Módulo 1 de Navalcarnero. Dá-se a circunstáncia especial de que neste departamento da prisom nom há presos políticos. A direcçom do centro penitenciário madrileno vem demonstrar assim que os impedimentos postos no seu dia a que o independentista galego desfrute da companhia de outro preso ou presos políticos som algo mais do que umha casualidade. Lembramos que a primeiros de ano Ugio Caamanho fora também separado do preso anarquista espanhol Eduardo Garcia. O patriota galego compartilhará no sucessivo a sua cela com um preso social que, segundo a nossa informaçom, ingressará proximamente em enfermagem. Dificuldades para as visitas O deslocamento de módulo nom é a única mudança tendente a endurecer as condiçons de vida de Ugio Caamanho. A direcçom de Navalcarnero vem de acrescentar de modo notável as dificuldades para a comunicaçom que já supom de por si o facto de encontrar-se a 600 quilómetros da Galiza. Assim, a partir desta fim-de semana, as visitas semanais por loqutório deverám realizar-se forçosamente em domingo e a partir das 16:00 ou 17:00 horas. Remata deste modo a possibilidade de eleiçom de dia e hora que permitia a familiares e amig@s do militante adequar os deslocamentos quilométricos aos horários laborais e académicos. Aliás, a intencionalidade punitiva das medidas evidencia-se no alargamento até os seis meses do tempo necessário para renovar a lista de dez pessoas e telefones com que pode comunicar o independentista galego. A partir de agora, @s dez nomes autorizados para as visitas serám os mesmos durante um período de seis meses e o mesmo ocorre com os números de telefone. A tentativa de Navalcarnero de entorpecer a comunicaçom exterior do preso e deteriorar as suas condiçons de vida é portanto expressa. Solidariedade urgente Por parte de Ceivar daremos resposta nas ruas da Galiza a esta volta de porca da repressom sobre o preso independentista galego. Aliás, além de outras iniciativas solidárias que se desenvolverám nas próximas semanas, queremos fazer umha chamamento explícito o conjunto do Movimento de Libertaçom Nacional Galego à solidariedade para fazer frente ao presente endurecimento da dispersom penitenciária. Solidariedade que definimos como económica, mobilizadora e concretada nos factos. O nosso apelo a denunciar a presente situaçom e adoptar posiçons de compromisso com @s direitos d@s pres@s independentistas galeg@s fai-se extensivo aos sectores nacionalistas e verdadeiramente democráticos deste País, por cima de enquadramentos partidários e estratégias políticas. Entendemos que, perante um Estado espanhol que –como comprovamos mais umha vez- vulnera sistematicamente os mais elementares direitos das pessoas, a posiçom nom pode ser outra que a denúncia da repressom e o encerramento de fileiras arredor de quem a estám a padecer com maior dureza. Stop repressom espanhola! Transferência à Galiza pres@s independentistas! Liberdade patriotas galeg@s!
 
Exactamente cinco meses após a sua imposiçom e vinte e quatro horas antes de o pleno formalizar a renúncia à alcaldia de Francisco Vázquez, o governo municipal da Corunha ordenava a retirada parcial da vigiláncia policial de que era objecto a bandeira do vizinho país colocada no Orçám o passado ‘Día de la Hispanidad’. Embora desaparece a patrulha permanente que protegia o símbolo estrangeiro, umha parelha de agentes rondará de modo continuado o Passeio do Orçám no sucessivo. A desapariçom do controlo directo e permanente da ‘rojigualda’ efectiva-se quase três meses após as declaraçons de Vázquez em Dezembro nas que anunciara a retirada da patrulha “depois destas datas”. “Estou convencido de que na cidade, umha cidade marcada polas normas de toleráncia e convivência, a bandeira terá o respeito que se merece o que simboliza e representa”, declarou na altura o alcalde ultranacionalista em referência ao sector da vizinhança contrário à presença da bandeira de Espanha. Segundo indica hoje La Opinión de A Coruña, remitindo-se a um porta-voz do Sindicato Profissional da Polícia Local, a palavra de ordem do governo local foi exactamente “Retiram-se a vigiláncia directa e a viatura desde domingo 12 pola manhá, mas, de momento e até novo aviso, mantém-se a atençom e nom se deixa de patrulhar a zona nem de noite nem de dia”. Mudança das formas O controlo, portanto, embora nom directo, continua, e o novo alcalde Javier Losada desactiva assim umha frente de conflito que tivo importantes custos de imagem para o governo local. O ‘sucessor’ de Vázquez muda apenas as formas –remata com um dispéndio económico impresentável e polémico- e mantém intacta a presença do símbolo espanhol e a sua protecçom policial. A relaxaçom parcial da custódia materializa-se trás o debate produzido na Corunha polo elevado custo que esta supunha ao erário local (15.580 euros mensais) e os protestos da Polícia Local polo facto de seis agentes –dous por turno- estar destinados, exclusivamente, a proteger a bandeira de Espanha do rechaço de parte da cidadania corunhesa. O governo local respondera estes protestos realizados em termos de ‘racionalizaçom de efectivos’ passando a pagar as horas de protecçom da bandeira como extras, o que supujo que os agentes cobravam o duplo do que numha hora normal. A colocaçom da bandeira de Espanha no Orçám realizara-se o passado 12 de Outubro graças a umha importante presença policial e o emprego da violência contra as pessoas que denunciavam o acto chauvinista espanhol.
 
O delegado do Governo espanhol na Galiza administrativa, Manuel Ameijeiras Vales, falou ontem sobre independentismo e repressom numha entrevista na Rádio Galega recolhida por Europa Press. As palavras do funcionário espanhol deslocado ao nosso País centrárom-se na criaçom da Polícia Autonómica, a relaçom dos corpos policiais estatais com a populaçom galega e o que definiu como “salto qualitativo” dado polo independentismo em Julho passado. A respeito da criaçom dumha Polícia Autonómica, Ameijeiras apontou que haveria que “fiar muito fino” porque pode ser “perigosa” no caso de levar-se avante para “ganhar votos”. Apesar de ser o máximo responsável político polas forças policiais espanholas na Galiza, Ameijeiras assegurou que o debate sobre o novo corpo repressivo é “complicado” e assegurou que “nom som eu a pessoa mais adequada para falar nisto”, remitindo à administraçom autonómica a posiçom sobre o reparto competencial entre os distintos corpos repressivos. O delegado louvou “os níveis de aceitaçom altíssimos” de que goçaria a Guarda Civil e a Polícia espanhola na CAG, demandou prudência para mudar o modelo policial, que “nom é perfeito”, e incidiu na suposta interacçom positiva entre forças de ocupaçom e populaçom afirmando que os corpos policiais do Estado “estám muito cómodos” na Galiza. Ameijeiras assegurou que “há muita demanda” para ser destinado na CAG. Quanto à ‘segurança cidadá’, qualificou-na de “muito satisfactória”, incidiu na muito baixa ‘taxa de criminalidade’ galega e anunciou que “sempre se pode fazer mais”. Independentismo Ameijeiras nom perdeu oportunidade para mostrar-se como digno valedor dos desígnios de Madrid no território galego. O delegado espanhol aproveitou a entrevista radiofónica para achegar o seu grau de areia à criminalizaçom do independentismo, ao que atribuiu genericamente a colocaçom dum artefacto explosivo em Julho na sucursal compostelana de Caixa Galicia. Sobre a explosom que estragou o centro financeiro e supujo a detençom de Giana Rodrigues e Ugio Caamanho, apontou que foi “umha surpresa” e “nom havia alertas prévias”. “É preocupante porque tivérom umha deriva –dixo em referência a uns anónimos “grupos independentistas”, segundo recolhem os meios- que nom estava no guiom e dérom um salto qualitativo com esta explosom que pudo ter causado danos muito graves”. As opinions radiadas do máximo responsável político da Polícia espanhola e a Guarda Civil na CAG som hoje amplificadas por diversos meios de difusom impressos.
 
Efectivos policiais antidistúrbios do Corpo Nacional de Polícia (CNP) e agentes da Polícia Local de Compostela encerrárom ontem a Praça do Obradoiro à livre circulaçom de pessoas para impedir a celebraçom dum ‘botelhom’. Os uniformados procedérom à identificaçom selectiva e cacheio de pessoas. O protagonismo do dispositivo correu a cárrego da Polícia espanhola, demonstrando mais umha vez o 092 a sua condiçom de corpo auxiliar e subordinado às directrizes do CNP. A concentraçom de jovens fora convocada através de SMS e webs de Internet, embora tivérom um papel imprescindível na sua difusom e estigmatizaçom prévia os principais meios de difusom que operam no nosso País. Centos de pessoas tratárom inutilmente de aceder ao Obradoiro ocupado com antelaçom por efectivos policiais e encerrado por agentes armados e valados metálicos. O Delegado do Governo espanhol na Galiza administrativa, Manuel Ameijeiras Vales, parabenizou-se polo “sucesso” que provavelmente se repetirá nos próximos dias em Vigo, Ponte Vedra e A Corunha. Embora a reacçom generalizada foi de aceitaçom passiva da situaçom, grupos reduzidos de moças e moços denunciárom a ocupaçom policial da rua e coreárom insultos contra os agentes da repressom. Segundo a informaçom de que dispomos, nom se produzírom cargas policiais e o grosso d@s participantes no ‘botelhom’ proibido deslocárom-se a fazer as suas consumiçons até estabelecimentos hostaleiros registados ou concentrárom-se na Alameda. 092 como polícia auxiliar Apesar de que o protagonismo mediático da resposta ao ‘botelhom’ convocado na capital galega correspondeu ao concelheiro policial Xosé Baqueiro (PSOE), os efectivos de que é responsável político tivérom um papel subsidiário na repressom deste hábito social estendido entre a mocidade galega. O controlo dos acessos ao Obradoiro correspondeu a forças do CNP que figérom efectiva a proibiçom, embora nom existe qualquer normativa legal que proiba o consumo de álcool em espaços públicos. A condiçom subordinada da Polícia Local e o seu desempenho de labores repressivos de apoio ficava evidenciado perante os olhos de centos de pessoas. No entanto, o subdelegado espanhol na circunscriçom eleitoral de Ponte Vedra, Delfín Fernández, volveu repetir a ladaínha da “actuaçom conjunta e complementar” de distintos corpos policiais na repressom deste hábito social. Protesto de Galiza Nova A formaçom juvenil do BNG fijo público um comunicado em que exprime a sua “negativa a aceitar a criminalizaçom da mocidade galega”, praticada de forma maciça nos últimos dias, e denuncia que “a proibiçom e a persecuçom” do ‘botelhom’ nom som qualquer soluçom. GN aposta pola promoçom institucional de “actividades fora dos circuitos comerciais habituais, gratuitas e complementares”, a “diversificaçom do desfrute do lezer nocturno” e incide na crítica da “perigosa tentaçom de criminalizar a mocidade”. Grupos mediáticos e círculos institucionais e policiais exprimírom a sua satisfacçom pola proibiçom policial do acto público e o deslocamento do consumo de álcool para estabelecimentos regulados e lugares de pouca circulaçom.
 
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