110276-crumpled-paper-icon-social-media-logos-rss-cube

Três militantes nacionalistas sentárom-se ontem na bancada d@s acusad@s para responder da denúncia apresentada polo governo municipal corunhês por “injúrias” contra o regedor local e umha ‘falta’ contra a “ordem pública”, supostamente ocorridas no pleno municipal de 4 de Novembro de 2004, quando se aprovava com os votos do PSdeG-PSOE e a abstençom do PP a oficialidade do topónimo ‘La Coruña’, descartada pola Lei de Toponímia da Galiza. @s nacionalistas estivérom arroupad@s por dezenas de pessoas convocadas pola MNL, a CIG e o BNG na sala de vistas e perante o edifício judicial, onde se despregou umha faixa sob a legenda ‘Os inocentes aos julgados, o delinquente ao Vaticano’. @s acusad@s negárom a existência de incidentes no pleno, os apelativos de “palhaço”, “franquista” e “fascista” proferidos contra Francisco Vázquez e o lançamento de pelotas de goma, a modo de narizes de palhaço, por parte das trinta pessoas concentradas esse dia na tribuna de público do pleno corunhês. O alcalde da cidade herculiina ordenara na altura o desalojamento d@s concentrad@s por parte da Polícia local, resultando identificadas polo corpo repressivo municipal a ex parlamentar autonómica Pilar Garcia Negro, o secretário geral da UdC Xosé Manuel Carril e o responsável comarcal de Galiza Nova Francisco Rei Garcia. Acusad@s negam factos A estratégia da defesa consistiu na negaçom rotunda de qualquer incidente. Assim, Garcia Negro afirmou que assistira ao pleno municipal devido à atitude de Vázquez ante o topónimo e o contínuo “incumprimento da lei” por parte do alcalde. Negro negou ter riscado este de “franquista”, “fascista” e ter-lhe dito “odeias o País que che dá de comer”, segundo assegura o informe policial. A ex deputada denunciou que “subitamente entrárom uns agentes municipais, identificárom-nos e desalojárom-nos”. “Ninguém dixo nada. Se houvo gritos fôrom do alcalde”, ressaltou. Carril recordou que aquel dia “nom vim nem escuitei nengum movimento nem que se tiraram cousas”. O nacionalista negou também ter lançado um naris de palhaço aos pés de Vázquez e atribuiu as interrupçons do pleno ao próprio alcalde e ao grupo municipal do PP, cujos membros se apresentaram com camisolas luzindo um “L” maiúsculo. Aliás, Carril, a perguntas do fiscal, denunciou a escassa fiabilidade dos meios que ao dia seguinte recolhiam a existência de incidentes na sessom plenária. O último em testemunhar foi Francisco Rei, responsável comarcal de GN que reproduziu a linha de defesa d@s seus companheir@s. Umha testemunha apresentada pola defesa remachou este argumento assinalando que nom se produzira qualquer tipo de altercado. Apresentam prova sonora A juíza do nº 5 decidia finalmente o apraçamento do processo até o dia 9 de Março às 13:20. A suspensom temporal da vista procura que os agentes municipais implicados nas identificaçons, que ontem nom fôrom citados, podam testemunhar contra os acusados. Contodo, antes da suspensom, a magistrada aceitava como provas a acta plenária de 4 de Novembro de 2004 e umha gravaçom, ambas apresentadas pola fiscalia e a acusaçom particular. A citada fita reproduziria a voz dumha pessoa indeterminada tildando de “palhaço” supostamente ao regedor espanholista, assim como outros gritos. Polícias podem determinar resultado final do processo O apraçamento da vista evidencia tanto a importáncia que na mesma terám as testemunhas policiais como o facto de que a atribuiçom a pessoas concretas das vozes reproduzidas na gravaçom corresponderá ao arbítrio dos agentes. O ministério fiscal solicitava a este efeito a presença do chefe e um cabo da Polícia Local que realizárom o informe sobre os supostos factos e identificárom parte do público assistente ao pleno. Do nosso ponto de vista pom-se de relevo, novamente, o crescente compromisso das Polícias locais galegas com a repressom de baixa intensidade, praticada extensivamente nos principais termos municipais do País. Repressom de baixa intensidade que se foca particularmente a fazer impraticável o exercício da Liberdade de Expressom, identificar o sector da cidadania que participa de movimentos sociais e políticos auto-organizados e agir como guarda pretoriana de autoridades locais que, como se vem demonstrando, agem em multidom de casos como autênticos delinquentes na mais absoluta impunidade. Informaçons anteriores no linque inferior.
 
Temos apontado mais dumha vez que a extensom da doutrina da ‘Segurança Cidadá’ é inviável sem o concurso de agentes sociais e políticos para-estatais a agitar medos atávicos e sobredimensionar sucessos menores. Agentes como associaçons vicinais, comerciantes, políticos e alcaldes como os do Condado e A Paradanta –todos vinculados ao Partido Popular- que ontem mostravam como do poder local se pode contribuir a dar apariência de “necessidade” e “soluçom” ao que provavelmente nom seja mais do que umha evidência do problema. Os gestores caciquis destes municípios marcados polo selvagismo imobiliário, as políticas energéticas e de infraestruturas, o desemprego e a precariedade laborais, as pensons miseráveis, as deficiências dos serviços comunitários, o nepotismo institucional, etc. consideram, no entanto, que o principal problema é “que falta segurança cidadá” e exigem mais Guardia Civil. Os nove regedores reuniam-se ontem no Covelo e acordavam solicitar umha reuniom com Delfín Fernández –subdelegado do Goveno espanhol em Ponte Vedra- para tratar sobre “a segurança na comarca”. Alarmismo artificial Reproduzindo o guiom das autoridades policiais, os alcaldes do Covelo, As Neves, A Caniça, Crecente, Mondariz, Mondariz Balneário, Ponte Areas e Arvo destacárom o “incremento de delitos” –embora nom apresentárom dados demonstrativos- e redigírom umha nota na que se declaram “preocupados” polo “nervosismo dos vizinhos dos nossos municípios”. Um “nervosismo” que derivaria da comissom dumha série de infracçons legais menores e a presença de “drogas” nos centros educativos das duas comarcas. Após louvar “o esforço” que realizaria o instituto armado espanhol, a nota dos alcaldes do PP vindica “mais meios” policiais para estas comarcas que abrangem por volta de 70.000 habitantes. Engadem arbitrariamente a estas cifras @s 30.000 vizinh@s que vivem na outra margem do Minho e asseguram que “frente a isto há apenas 48 agentes da Guarda Civil e muitos deles de baixa” (sic), ao tempo que criticam que os quadros de pessoal policial estám “incompletos”. Eleiçons municipais Maio 07 Silenciosos durante os anos da administraçom Fraga Iribarne e arroupados historicamente pola gestom caciquil dos recursos da Deputaçom Provincial, os regedores do PP declaram-se agora dispostos a realizar cada mês umha reuniom similar num dos concelhos das comarcas citadas para “tratar problemas muito importantes que afectam as duas comarcas perante a falta de resposta das distintas administraçons” (sic). A ‘insegurança cidadá’ parece ser, segundo as autoridades caciquis, com a vista colocada nas eleiçons locais de Maio de 2007, a prioridade nº 1 na lista de necessidades insatisfeitas das vizinhanças do Condado e A Paradanta.
 
O subdelegado do Governo espanhol em Ponte Vedra estivo ontem em Baiona e aproveitou a circunstáncia para abrir a boca sobre os atentados sofridos por militantes do BNG significados na luita contra a especulaçom urbanística na comarca. Delfín Fernández minimizou a importáncia dos factos, responsabilizou os “contextos pessoais” das pessoas atacadas e a “vinganças” (sic) e assegurou que “nom há indícios que apontem a umha relaçom entre os casos”. “Os dados com os que trabalha a investigaçom também nom apontam para umha trama, da índole que for, que tenha causado estas agressons”, remachou o responsável policial em Ponte Vedra. As declaraçons realizadas por Fernández procurárom desligar nitidamente as agressons de que venhem sendo objecto cargos nacionalistas no Vale Minhor dos interesses imobiliários e urbanísticos em jogo, precisamente a tese que defende o BNG e aceita o comum da vizinhança comarcal. A intervençom de Fernández em Baiona evidencia o desinteresse das instáncias policiais que dirige por investigar os vínculos entre as máfias urbanísticas do Vale Minhor e os atentados contra nacionalistas ocorridos nos últimos meses. Embora descartou a vinculaçom dos factos, Fernández reconheceu explicitamente que nom está esclarecida a autoria dos atentados e apontou que os postos da Guarda Civil de Gondomar e Baiona e a Comandáncia de Ponte Vedra seguiriam “trabalhando até esclarecer o assunto”. Executiva do BNG pede “desautorizaçom” de Fernández polo Ministério de Interior O BNG respondeu as declaraçons do subdelegado espanhol. A Executiva Nacional da formaçom galega qualificou as declaraçons de Fernández de “irresponsáveis” e denunciou “falta de zelo profissional” nos responsáveis das pesquisas dos factos. O BNG incide em que Fernández “descarta alegremente a existência dumha trama organizada contra os cargos nacionalistas” significados na luita contra a especulaçom e aponta, aliás, que “converte as vítimas em quase culpáveis” ao atribuir os factos aos seus “contextos pessoais”. Para o Bloco resulta “óbvio” que os indícios racionais apontam para a “existência dumha conexom entre estes atentados e o facto de as suas vítimas estarem na vanguarda da denúncia contra a especulaçom imobiliária e as agressons ao ambiente”. Aliás, tacha de “precipitadas” as declaraçons do subdelegado -dado que as investigaçons “nem sequer se tenhem completado”-; pede a Fernández “que se retracte” e “aguarda” que o funcionário espanhol seja desautorizado “polas mais altas instáncias do Ministério de Interior”. Três agressons consecutivas A sucessom de ataques incendiários contra cargos nacionalistas no Vale Minhor dista de ser trivializável. Assim, David Giráldez, porta-voz do BNG em Nigrám, era atacado em 19 de Novembro passado quando uns desconhecidos davam lume ao carro aparcado junto ao seu domicílio particular. Posteriormente, o agredido em 13 de Janeiro seria Domingos Solha, vocal nacionalista na entidade local menor de Morgadáns. Nesta ocasiom dous carros particulares do cargo nacionalista eram calcinados e o incêndio transmitia-se à sua vivenda, provocando danos de consideraçom e perigo para as vidas das pessoas. A última agressom ocorrida até ao momento, aparentemente desligada das anteriores polo seu formato, foi em 9 de Fevereiro passado na pessoa de Manuel Pereiro Pérez. O ex concelheiro do Bloco em Gondomar entre 1995 e 2003 era agredido por um vizinho quando se interessava polos movimentos de terras realizados polos proprietários dum terreno privado.
 
Informavamos em semanas passadas do indulto concedido a quatro agentes da Polícia Local de Vigo acusados de detençom ilegal e maltratos na pessoa do senegalês Mamadou Kane, assim como da sua reincorporaçom ao 092 viguês. O passado dia 14 constituia-se na cidade olívica, a iniciativa de Esculca, CIG Migraçom e Ceivar, a Iniciativa Cidadá contra a Impunidade, entidade que visa anular o indulto governamental, denunciar socialmente a sua concessom e paralisar a reincorporaçom dos torturadores ao corpo repressivo local. A ‘Iniciativa Cidadá contra a Impunidade’ trabalhará os campos legal, social e parlamentar com o objectivo de anular juridicamente o indulto do Executivo espanhol aos quatro agentes da Polícia Local e evitar a sua reincorporaçom ao corpo repressivo. Colectivos de imigrantes, sindicatos e organizaçons sociais e políticas participam –além das apontadas- desta iniciativa social e a lista de incorporaçons à mesma continua aberta. Manifesto e primeira convocatória na rua A Iniciativa Cidadá contra a Impunidade vem de fazer a sua primeira convocatória pública de mobilizaçom após a redacçom dum Manifesto que poderám assinar as associaçons e colectivos interessados. O que definem como ‘Acto contra a Impunidade’ celebrará-se esta sexta-feira 24 a partir das 19:00 na zona peonal do bairro do Calvário –à altura do Mercado-. A Iniciativa chama a participar na mobilizaçom todas as pessoas e colectivos “para rechaçar o indulto e a readmisom dos agentes condenados, e para denunciar responsabilidades políticas e atitudes retóricas e hipócritas a respeito dos direitos humanos”. Reproduzimos na íntegra o Manifesto que enviam de Vigo membros da Iniciativa Cidadá contra a Impunidade e as entidades que o assinárom até ao momento. Manifesto da Iniciativa Cidadá contra a Impunidade Na tardinha de 16 de Março de 1997 uniformados da polícia municipal de Vigo sequestravam e levavam para um lugar apartado do monte, ao mais puro e nojento estilo do trinta e seis, no que tantas mulheres e homens foram retaliados, ao trabalhador senegalês e vizinho de Vigo Mamadou Kane. Depois fora maltratado psíquica e físicamente. Num primeiro atisvo de justiça e após umha sorte de investigaçom os agentes Juán Manuel Pérez Rodríguez, Elena Fernández Bouzas, Sebastián Fernández Estévez e Celso Alonso Blanco foram julgados e condenados a penas de privaçom de liberdade e inabilitaçom para a funçom pública por um período de dez anos, em consequência apartados do corpo repressivo. No entanto, e apesar de ter conotaçons de carácter racista, isto nom foi reconhecido polo tribunal. Dá-se a circunstáncia agravante de que, durante os dous anos que discorrérom até a celebraçom do juízo, o governo municipal presidido por Manuel Pérez (PP) obstaculizara a investigaçom dos feitos. Aliás, a acossa a Mamadou fora umha constante naquela altura. O nivel ético do governo local e a sua cumplicidade com a tortura ficavam espidos no juízo ao apresentarem várias testemunhas falsas –algumhas delas funcionários municipais- que foram expulsas da sala de vistas sob ameaça de processá-las por perjúrio. Após gestons do ex alcalde de Vigo polo PSOE, Ventura Pérez Mariño, o Conselho de Ministros do governo do PSOE concedeu indulto parcial aos agentes condenados por detençom ilegal e maltrato. O indulto parcial rebaixa as penas de privaçom de liberdade com o objecto de evitar o ingresso em prisom e transforma a inabilitaçom e separaçom do corpo numha suspensom temporal de dous anos, que a dia de hoje já tenhem cumprido sobradamente. Após o indulto governamental, a corporaçom municipal com a alcaldesa Corina Porro à cabeça aplicava a segunda fase do processo de desactivaçom da sentença e acordava incorporar no quadro da polícia municipal os agentes condenados. O que significa umha situaçom de impunidade manifesta e descarada. A sociedade viguesa, molesta e preocupada por estes feitos, através de organizaçons sociais, políticas e sindicais pom em andamento umha iniciativa cidadá para rechaçar o indulto e a readmissom dos agentes condenados, e para denunciar responsabilidades políticas e atitudes retóricas e hipócritas a respeito dos direitos humanos. A Iniciativa Cidadá contra a Impunidade manifesta: 1. Que por supor umha inequívoca situaçom de impunidade, um despreço aos direitos humanos, causar alarme social no município, além de os condenados nom lhe terem pedido perdom público ou em privado a Mamadou, o expediente de indulto tem de ser revisado e anulado por parte do Conselho de Ministros. 2. Que polos mesmos motivos a corporaçom municipal tem de fazer as gestons oportunas para que estes individuos nom podam ser reincorporados às funçons de segurança cidadá. 3. Que os discursos de segurança cidadá nom som acreditáveis com feitos e atitudes como as que nos ocupam, e que somado a intervençons da polícia municipal e processos judiciais onde estám implicados agentes contra trabalhadores e pessoas dos movimentos sociais deixam ver qual é o fundo desse discurso com que partidos e instituiçons enchem a boca. 4. Que os discursos pro direitos humanos e contra o racismo e a ética en geral de PSOE e PP principalmente, mas também doutras entidades que de forma activa ou passiva contribuiram a esta situaçom de impunidade, nom som mais do que retórica e hipocrisia corporativista. Anunciamos acçons jurídicas, sociais e parlamentares com o objectivo de evitar a readmissom dos agentes condenados. Por dignidade, justiça e segurança. TOD@S PODERIAMOS SER MAMADOU. NOM À IMPUNIDADE Participam desta Iniciativa Cidadá contra a Impunidade: Assembleia Anti-imperialista de Vigo Assembleia da Mocidade Independentista (AMI) Associaçom de Argentinos no Exterior Galiza Associaçom Cultural Revolta Associaçom de Imigrantes Colombianos na Galiza Asociaçom de Imigrantes Paraguaios na Galiza Associaçom Viguesa pola Memória Histórica Ceivar, organismo popular anti-repressivo Centro Cultural Cubano de Vigo CIG Comité Galego-Bolivariano de Solidariedade Corrente de Traballadores Galegos polo Socialismo (CTGS) CUT Esculca (Observatório para a Defesa dos Direitos e Liberdades) Izquierda Republicana-Esquerda Republicana Galega (IR-ERG) Federaçom de Associaçons de Emigrantes e Retornados da Galiza Federaçom de Associaçons de Imigrantes na Galiza
 
Diego Vinha Castro é o nome do moço galego de 22 anos falecido em extranhas circunstáncias no quartel da Guarda Civil de Arteixo em Setembro de 2004. Os factos que provocárom a morte do jovem corunhês continuam sem ser esclarecidos quase ano e meio depois do seu falecimento e, segundo tem assinalado a Comissom de Denúncia da Galiza, “a prova policial que ajudaria a esclarecer as condiçons em que morreu Diego “desapareceu””. Além de fazer um seguimento judicial do caso e manté-lo na consciência da ‘opiniom pública’, a Comissom de Denúncia da Galiza está a convocar diversas acçons à procura de justiça, responsabilidades e esclarecimento das causas e as circunstáncias nas que morreu o jovem quando se encontrava no centro de detençom do instituto armado espanhol. Desde Ceivar chamamos a participar nos actos apontados mais abaixo e denunciamos a morte de 79 pessoas em 2004 quando se encontravam sob ‘custódia’ policial ou penitenciária. Exigimos que se esclarezam as causas e circunstáncias em que morreu Diego Vinha e se depurem as responsabilidades correspondentes. Anexamos o cartaz das convocatórias para a sua difusom em todas as comarcas do País, umha vez que a gravidade dos factos exige o maior conhecimento social dos mesmos e umha implicaçom activa por parte da sociedade galega no esclarecimento deste caso. Estes som os actos convocados pola Comissom de Denúncia da Galiza: Sexta-feira, 24 de Fevereiro Charla informativa sobre a situaçom do caso de Diego Vinha Centro social Atreu (rua Sam José) a partir das 21:00 horas Terça-feira, 28 de Fevereiro Concentraçom reivindicativa Praça do Humor da Corunha 19:00 horas Sexta-feira, 17 de Março Concentraçom perante os julgados da Corunha a partir das 12:00
 
Embora os dados oficiais citam umha baixa 'taxa de criminalidade' na Galiza, seguem as petiçons de aumento dos efectivos policiais. Se o passado dia 20 a ‘Asociación de Gardas Civís de Galicia’ reclamou maior número de agentes em lugares como As Pontes e Trasancos, onte dia 22 a ‘Asociación Independiente de la Guardia Civil’ (ASIG) reclamou mais efectivos na 'província' de Lugo. Segundo a ASIG as baixas psicológicas som habituais (133 nos últimos 5 anos), o que sumado à falta de efectivos provoca umha falta de presença policial que conlevaria umha “sensaçom de insegurança” e “medo na populaçom”. Aliás, o secretário da ‘Asociación de Gardas Civís de Galicia” mencionou a necessidade de contar com novo armamento e a melhora dos quartéis. O mais preocupante das declaraçons do citado secretário é o reconhecimento das bonificaçons salariais de 200 euros ao mês aos agentes por realizar maior pressom sancionadora. Contrastam estas declaraçons com as declaraçons da ASIG mencionadas anteriormente, pois nom se pode compreender como se pode promover a ‘segurança da populaçom’ quando o aumento de sançons a esta origina melhoras económicas aos agentes. A todos os motivos habituais de controlo social há que engadir um novo: o ganho económico pessoal como estímulo sancionador.
 
Mais artigos...
Teimudamente Alçadas!
teimudamente_alzadas
Manual de Segurança para Ativistas
manual_segurana_2015
O Teito é de Pedra
mostra_capa
Lei de Segurança Cidadá
LSC_2014web
Endereços d@s Pres@s

1 920422340620189774

raul_web

maria2014_web

edu_web

teto_web

Atópanos nas redes sociais



feisbuk

banner_numero_conta_2014