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tanqueta_horiQuem tenha percorrido os arredores de Compostela durante os dias nos que decorrem mobilizaçons populares, bem de certo que terá observado o amplo despregue de grileiras policiais. Igualmente, quem tenha reparado neste facto comprovaria que um novo carro engrossa este despregue, é o camiom de canhom de auga destinado pola Unidad de Intervención Policial (UIP) para cargar contra as/os gandeiras/os galegas/os que protestam nestas jornadas para conseguir um preço digno no leite.

Tal e como se informara neste web, a tanqueta foi adjudicada o passado 23 de abril de 2014 à empresa espanhola  Quatripole Ingeniería e à sionista Beit Alpha Technologies  com um custe elevado a 348.480 euros. O projeto já tornou realidade desde o mês de maio deste ano e, após passar por Madrid e València, agora está ubicado na capital da Galiza.

Múltiples perigos da nova arma

Esta nova ferramenta repressora está pronta para o seu emprego iminente mas, segundo denúnciam desde os próprios sindicatos policiais, nom se proporcionou nengum tipo de formaçom para o seu uso. Este despropósito repercutirá incluso na vida das pessoas contra as que se empregue já que está demonstrada que a sua potência é capaz de causar maiores danos que as pelotas de goma que em várias ocasions saldárom-se com mortes. Do mesmo jeito, a pressom da tanqueta acada os 16 bares (as anteriores chegavam a um máximo de 4 bares) polo que o impacto permitirá derribar a qualquer pessoa e arroja-la a vários metros.

Desde há mais de duas décadas nom se empregavam os camions de auga no Estado Espanhol que ademais lembram aos anos mais duros e sanguentos das ditaduras. Ainda assim hoje esses carros voltam estar nas ruas para amedrentar e submeter à populaçom, umha decisom do Ministerio del Interior rodeada de negligências que permitirám, em maior medida, que as atuaçons policiais fiquem totalmente impunes.

 

2015090921494837994Um vizinho de Gondomar junto com a Mesa pola Normalización Lingüística recebérom resposta nestes dias sobre a denúncia interposta contra a Guardia Civil no passado mês de agosto quando se negárom a receber umha petiçom de X.L.A por comunicar-se em galego.

Os factos começárom quando o gondomarenho ligou para o quartel da Guardia Civil para fazer umha consulta, desde esse mesmo intreo agente manda-me que falara espanhol, a continuaçom de mandar-me que nom falara galego e, a seguir, que, por favor, lhe falara em espanhol", lembra X.L.A.

Ante a negativa da Benemérita de escuitar a sua petiçom, o vizinho deslocou-se até o quartel mas a resposta que recebeu foi a mesma, "tanto o comandante como a pessoa que me atendeu insistiam en que devia dirigir-me e a eles e fazer a solicitude en espanhol". Comprovando que nom ia conseguir nada desse jeito, X.L.A. demandou umha folha de reclamaçons “namentres a cumprimentava a cara dos agentes era de ‘tu, rapaz, nom sabes onde te estás metendo’”, mencionou o vizinho.

Além da queixa já interposta, X.L.A. contactou com a Mesa pola Normalización Lingüística para que tramitara a denúncia ante o Valedor do Pobo mais à Secretaría Xeral de Política Lingüística.

Foi assim como a Comandancia Provincial de la Guardia Civil em Ponte-vedra emitiu umhas meras desculpas assinadas polo Teniente Coronel. Nelas justificou-se a incompetência lingüística do agente pola sua origem foránea e reconheceu a vulneraçons de direitos a X.L.A. Igualmente alegou que os agentes tenhem a obriga de realizar a gestom necessária para poder atender à cidadania em galego.

Além de reconhecer por parte da Guardia Civil esta vulneraçons de direitos, os factos ficarám umha vez mais impunes. Este somentes é um exemplo mais das forças de ocupaçom extrangeiras assentadas na Galiza que, ademais de ser agentes ativos da repressom, violam constantemente os Direitos Fundamentais das/os galegas/os como pessoas e como Povo.

 

lasjdfolA continuaçom fazemo-nos eco da informaçom chegada até o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR em relaçom ao acontecido a passada quarta feira em Ferrol antes do encontro entre o o R.C. Ferrol e o R.C. Celta de Vigo.

Siareiros do Celta fôrom intercetados pola Policía Nacional quando se dirigiam ao estádio de Ferrol. Ums metros antes de chegar ao campo de futebol umha grileira atravessou-se no caminho dos siareiros a quem obrigárom, entre insultos e ameaças, a colocar-se contra umha parede. Mais polícias continuárom chegando até reunir-se um total de doze carros policiais.

Olhando cara a parede e com os braços em alto, aos siareiros foi-lhes solicitada a documentaçom namentres continuavam os maus modos. Sete dos siareiros deixaram as carteiras com os correspondentes bilhetes de identidade nos carros particulares que estavam aparcados a menos de cem metros mas nom lhes permitírom ir na sua procura para poder dar a documentaçom requerida. Nesse momento às sete pessoas comunicouse-lhes que iam leva-las à comissaria para proceder à sua identificaçom. Embora havia carros suficientes para o deslocamento dos sete indocumentados dumha única vez, só se empregou um carro policial polo que o traslado demorou muito tempo namentres os forçavam a permanecer numha postura muito incómoda.

Umha vez em comissaria fôrom registrados e, umha vez mais, o papel que certificava a sua identificaçom demorou umha hora mais. O resto de siareiros que nom foram conduzidos à comissaria, estivérom duas horas mais com os braços em alto contra a parede.

Quando os siareiros que estivérom na comissaria voltárom à rua, fôrom advertidos de que a Polícia Nacional registrara todos os carros dos identificados, incluindo um no que o seu propietário nom estava presente mas que, por erro, deixara-o sem fechar com a chave.

Quando o propietário do carro se dirigiu a comprovar o acontecido atopou-se com todas as suas pertenças revoltas, nas carteiras o bilhete de identidade movido de lugar e o roubo do dinheiro com o que contavam, tanto ele como os seus acompanhantes.

Finalmente os siareiros do Celta fôrom obrigados a abandonar a cidade sendo escoltados por dous carros policiais até vários quilómetros pola autoestrada.

 

DGC-150408-mde-libano-02-gSegundo os orçamentos previstos para 2016, o Ministerio que dirige Pedro Morenés teria umha asignaçom de 5.787,87 milhons de euros. Esta cifra, mediante diferentes estratagemas empregadas polo Gobierno de España, elevarám-se finalmente até 24.489,96 milhons de euros.

Ocultar o gasto militar

Além do Ministerio de Defensa, som doze mais os Ministerios que contam com gasto militar do que somentes Justicia se livra desta designaçom. O Ministerio del Interior copa umha destas grandes partidas já que a Guardia Civil é um corpo militarizado. Igualmente podem-se comprovar outros exemplos como Industria na sua rama de I+D militarizada, também Presidencia polo corpo do CNI de espionagem ou Exteriores para o apoio à OTAN, OSCE ou à UEO. Assim mesmo, oculta-se este gasto noutros capítulos que nom som estritamente ministeriais como os Centros Universitarios de la Defensa ou a Casa del Rey.

Os “extras” e a déveda militar

Por se este ocultismo nom fora suficiente, ao Gobierno espanhol nom lhe treme o pulso em destinar ingentes partidas ao que eles qualificam como “operaciones militares en el exterior” e “Programas Especiales de Armamento” que nom se contemplam nos orçamentos aprovados em Madrid anualmente.

Com este conjunto de medidas o gasto militar final será quase um 70% mais do publicitado e aumenta-se a déveda militar que cada ano vai-se incrementando, já nom só polos euros que se adevedam, se nom também polos interesses que geram as dévedas anteriores.

Os orçamentos como política

Os orçamentos que os governos adicam às diferentes matérias é um dos síntomas mais evidentes dos seus interesses políticos. No presidido por Mariano Rajoy é óbvio que a repressom é um factor dos que prima durante sua legislatura namentres assistimos a um brutal recorte de liberdades e de direitos sociais conseguidos com muito sacrifício anos atrás.

O ocultismo e as infinitas trampas nos orçamentos som empregados como umha dinámica habitual desde Madrid, mentiras permanentes às que o povo galego também tem que fazer fronte economicamente para subvencionar intervençons militares absurdas no exterior mas também na Galiza.

 

10985414_738115062966721_3566681161452414604_nEste sábado na cidade de Vigo rendirá-se umha homenagem a Manuel Vilaboa Toucedo após ums dias do seu passamento. Vila-boa, como era conhecido entre as/os ativistas de diferentes sensibilidades políticas, será lembrado num ato no mirador do parque da Madroa que dará começo desde a meia tarde.

Manuel Vilaboa, destacado militante das luitas operárias, conheceu a repressom polas suas conviçons. Deste jeito passou nove anos encarcerado na Modelo de Barcelona por um conflito laboral com os linotipistas e dous meses mais na cadeia de Vigo polos protestos en ASCON. Nom obstante, nem esta repressom nem os paus recebidos ao longo da vida, fizérom que baixara a guárdia. Era habitual atopar-te com a sua pessoa em numerosas mobilizaçons populares assim como nas concentraçons de fim de mês apoiando as reivindicaçons das/os presas/os independentistas galegas/os.

O seu compromisso mantivo-se intacto até que a sua saude lho permitiu. O seu exemplo nom é um ponto e final se nom um ponto e seguido na História que se escreve cada dia na Galiza com figuras como a sua.

 

20150825Esta sexta de fim de mês voltam-se convocar as concentraçons mensais para acompanhar à/aos presa/os independentistas galega/os no jejum que realizam nesse dia. O plante de nom ingerir comida durante 24 horas é um ato reivindicativo coletivo para demandar:

-Reconhecimento da sua condiçom de prisioneiras e prisioneiros políticos.
-Fim da política de dispersom penitenciária.
-Reagrupamento dos membros do coletivo numha prisom em território galego.
-Cessamento do regime de reclusom nos centros de menores.
-Melhora geral das condiçons de vida nas prisóns.

Ademais de ser um dia de reivindicaçom dentro da cadeia é também o dia em que muitas das famílias e das amizades da/os presa/os independentistas galega/os emprendem longas horas de caminho para combater a dispersom. Nós, desde o outro lado do muro concentraremo-nos nas seguintes cidades:

28 DE AGOSTO
BURELA: Praça do Concelho às 20h30
COMPOSTELA: Praça da Galiza às 20h30
CORUNHA: Cantóm Obelisco ás 20h30
FERROL: Praça do Concelho às 20h00
LUGO: Praça Maior às 20h30
OURENSE: Praça do Ferro às 20h30
PONTE VEDRA: Praça da Peregrina às 20h00
VIGO: Marco (rua Príncipe) às 20h00
PONTE-AREIAS: Praça Maior às 21h00
 
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