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A Coordenadora para a prevençom e denuncia da tortura, da que fam parteCgucWUrWYAA7xps
mais de 50 organizaçons e colectivos, algumhas delas da Galiza; vém de apresentar o informe "A Tortura no Estado español". Nel denuncia-se que um mínimo de 259 pessoas sofrerom torturas por parte das forzas do Estado no 2016, onze destas cidadás som galegas. Mas hai que ter em conta
que este relatorio de torturas nom recolhe todas as denuncias das que se tivo conhecimento, algumhas delas forom excluídas a petiçom das pessoas
afetadas e outras porque a informaçom recebida era insuficiente ou nom estava totalmente contrastada. Também hai que sulinhar que muitas
situaçons de torturas e maus tratos nom se chegam a denuciar nunca.

Em 2016 houvo 34 pessoas mortas baixo custodia policial no Estado espanhol e entre os anos 2001 e 2016 o número ascende a 650.

 

2017053021112972894Ocorreu ontem durante a manifestaçom em solidariedade co Centro Social Escarnio e Maldizer na zona velha de Compostela. Pouco depois de terem entrado na zona velha, estando a cabeza da manifestaçom na entrada da Rua do Preguntoiro a polícia comezou a cargar contra as pessoas em vários ponto distintos, com porras e pelotas de goma.

Também, outras fontes, diziam que noutros pontos usaram também gases lacrimógenos.

Um dos momentos mais tensos viviu-se na Praça do Pam, onde deixarom a um rapaz inconsciente depois de levar um  porrazo polas costas (segundo fontes que presenciarom o feito). Assim, nesse estado de inconsciência foi algemado e concucido a umha das furgonas que tinha a polícia nacional na Praça,onde mais tarde foi atendido por pessoal sanitario que se achegou ao lugar numha ambulância (que nom puido chegar até alí) à que chamaram as manifestantes preocupadas polo estado do rapaz.  Mais tarde sería trasladado ao hospital e depois à comisaría.

Hoje hai convocada umha concentraçom às nove da manhá diante dos julgados de Fontinhas em solidariedade com o moço detido.

SE NOS TOCAM A UMHA TOCAM-NOS A TODAS!!

NOM NOS CALARAM!!

 

 

Na manhá da terça-feira 30 de Maio foi despejado o centro social ocupado compostelám. À primeira hora da manhá umhas ativistas encontrárom operários tapiando a porta, custodiados por um dispositivo policial. Aos poucos minutos começava umha concentraçom espontánea de ativistas do centro social e solidárias, que foi rebentada pola polícia espanhola. Quando nom se contavam ainda mais de dez pessoas concentradas, a polícia carregou violentamente contra elas, causando feridas a algumhas e levando “retidas” a duas mais à esquadra policial.

Isso nom impediu que a gente continuasse a juntar-se ao redor do centro social, chegando a contar-se um cento de pessoas a berrar “Um depejo, outra ocupaçom”.

Três anos de trabalho social e cultural

O centro social foi ocupado a começos de 2014, desenvolvendo desde entom umha intensa atividade social e cultural, sempre à margem das instituiçons e baseando-se no assemblearismo e a autogestom.

Apesar da boa relaçom com a vizinhança e o tecido associativo local, o projeto sofreu umha perseguiçom judiciária que o conduziu a se ter que defender legalmente. O despejo desta terça-feira foi ordeado polo juiz, e produziu-se sem aviso prévio. Todas as pertenças das pessoas e coletivos que fam parte do Escárnio e Maldizer ficárom dentro do prédio, com as portas e janelas tapiadas por muros de bloque. Entre essas cousas está umha biblioteca, numeroso mobiliário e objetos pessoais.

Convocatória de resposta

Em resposta ao despejo e à repressom de pola manhá, convocou-se umha manifestaçom esta mesma tarde. Sairá às 20:00 da Porta do Caminho.

De Ceivar chamamos a toda a comunidade de solidárias a particiapar nas mobilizaçons de protesto.

Defendamos o Escárnio!

Viva a luita popular!

 

dispersomEHSegundo difundiu a cadena Ser, emisora de rádio propriedade do grupo PRISA, estariam a acontecer negociaçons entre PP e PNV para garantir um achegamento das presas independentistas a prisons dos arredores do País Basco, num rádio de 250km. Contodo, o portavoz do PNV no Congreso, Aitor Esteban, asegurou que nom há novidades com respeito a isto, negando que se tenha tratado o tema.

A histórica reivindicaçom frente a política de afastamento das presas políticas bascas longe das suas casas cumpre 30 anos em esta primavera, umha política penitenciária desenhada e desenvolvida polo governo do PSOE, que incumple de maneira sistemática o suposto direito recolhido na própria legislaçom espanhola de cumprir a pena no lugar mais próximo possível ao próprio domicílio. Por outra parte, trinta anos de sólido e persistente apoio da sociedade civil em Euskal Herria aos seus presos e presas, e também de denúncia do carácter de castigo engadido de esta medida, que busca a rutura emocional da pessoa presa e um desgaste engadido para o entorno social.

A dispersom afecta também às presas galegas, que se encontram a centos de quilómetros das suas casas. Medida que também denunciamos constantemente com as concentraçons na rua a última sexta-feira de cada mês, e que administrativamente as presas independentistas também reclamam à Dirección General de Instituciones Penitenciarias.

A dispersom também é tortura!

 

Nueva imagenUmha sexta-feira mais, acompanhamos o protesto de intramuros, saimos à rua entre as 20:00h e as 20:30h desta sexta-feira 26 de maio para visibilizar as suas reclamaçons elementares.

Os pontos que o Coletivo de Presas Independentistas Galegas reclama som:

O reconhecimento da sua condiçom de prisioneiras políticas, o fim da política criminal de dispersom penitenciária, o reagrupamento dos membros do coletivo numha mesma prisom em território galego, o cessamento do regime de reclusom nos centros de menores e a melhora geral das condiçons de vida no encerro.

As convocatórias teram lugar:

Compostela: 20:30h na praça do Toural

Vigo: 20h no Marco (rua Principe)

Ourense: 20:00h na praça do Ferro

Lugo: 20:30h na Praça Maior

Burela: 20:30 Praça do concelho

 

O passado sábado um grupo de galegas e galegos fomos receber a Marcha a Teixeiro que c4organizabam desde Euskal Herria em solidariedade cos presos e presas vascas. Alí, compartimos berros, sorrisos e apertas.

A continuaçom publicamos o comunicado que lerom umha companheira do organismo e outra da Associaçom de Familiares e Amigas dos presos e presas Que Voltem para a Casa!:

 

Recibimos-vos aqui com a impotência de ter este macrocárcere chantado na nossa vila. Como mais umha violaçom sobre o nosso território, oculto nas aforas, estrategicamente detrás dos pinheiros, os arames e os muros, que tam bem simbolizam o Estado espanhol.
Dentro, o fracasso do Reino: as pessoas das camadas mais pobres do nosso povo e de outros, migrantes e vítimas das desigualdades e o espólio que acabam nas jaulas do estado. Onde também encerram, com a maior perversom repressiva, às prisioneiras políticas.
Contra o formigom aguentam o inverno as militantes sequestradas, as décadas de dispersom, cadeias perpétuas encubertas, isolamento, deficiente atençom médica e atrancos para o estudo, o desporto, a criatividade e o afecto. Torturas de diferentes intensidades.
Aí dentro, hoje, há torturadores a soldo.

E aí dentro, hoje, as nossas irmás e companheiras guardam o calor nas palmas das maos.

C5Detrás dos pinheiros e dos arames e dos muros florescem e resistem as boas, as generosas, com a solidez do cerne dos povos, as da madeira mais fina da raiz do coração. Mao com mao connosco, que fazemos o aguante, nós-raizes. Trazemos a saiba do fogar e abraços e percorremos os quilómetros de várias voltas ao mundo no trajeto repetido entre a casa e a prisom. Para nós, o orgulho de mover-nos por amor e por justiza.

Como um punhadinho de terra onde sementes diminutas lhes germinam entre os dedos, na mornura do outono. E vam agromando na privamera. Até o verám em que rebentem todas as flores.

Misturarmos a fúria e a alegria, a humildade e a insubmisom. Sabemos que visibilizar as injustizas e as vulnerabilidades é empoderante, expór as feridas e berrar as verdades é necessário.

Alias, temos feito da necessidade virtude, temos aprendido com isto, temos desfrutado nos locutórios, rido nos vis a vis, até aprezado as diversas paisagem dos paises onde espalharom os encerros, mas isto nom exime da mesquindade ao Estado nem do esforço físico, emocional e económico, nem da dor.

As independentistas galegas, afeitas a saber-nos em minoria, encontramo-nos com o calor das prisioneiras bascas e com as suas familias e amizades nos cárceres espanhois ao longo das quatro décadas que levamos de postfranquismo. E só recebemos, da vosa parte, a tenrura e a generosidade dum povo que tem no apoio mútuo umha ferramenta quotidiana. Por todo isto, obrigadas.

Temos umha causa comum, derrubar esses muros. Até que saiam ceivas todas as reféns do Estado.

Liberdade independentistas!
Euskal Presoak, Etxera!

 

 

 
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