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Mais um mês no interior das cadeias, as presas independentistas passam umha jornada completa de jejum em reclamaçom polos seus direitos. Nas ruas, entre as 20h e as 21h da noite concentraremos-nos as pessoas solidárias, para visibilizar as suas reclamaçons elementares.

Os pontos que o Coletivo de Presas Independentistas Galegas reclama som: O reconhecimento da sua condiçom de prisioneiras políticas, o fim da política criminal de dispersom penitenciária, o reagrupamento dos membros do coletivo numha mesma prisom em território galego, o cessamento do regime de reclusom nos centros de menores e a melhora geral das condiçons de vida no encerro.

As convocatórias som:

Compostela: 20:30h na praça de Galiza

Burela: 20:30h na praça do Concelho

Ferrol: 20h na praça do Concelho

Vigo: 20h no Marco (rua Principe)

Ourense:20:30h na praça do Ferro

Ponte Areias: 21h diante do Concelho

Lugo: 20:30h na Praça Maior

Achega-te à concentraçom mais próxima!

 

IMG_20160622_180542O preso independentista, Raúl Agulheiro, vizinho da Marinha, leva encerrado e dispersado em prisons espanholas desde Outubro de 2014. O tribunal político espanhol da Audiéncia Nacional pretende julga-lo os próximos 6 e 7 de Julho em Madrid.

A justiza espanhola, e mais ainda o tribunal de exceçom herdeiro do franquismo, é o máximo exponente do abuso do Estado contra o povo galego. A petiçom fiscal contra Raúl acumula 29 anos de cadeia: quinze anos por estragos, mais sete por pertença a banda armada e outros sete por depósito de explosivos.

Qualquer comparaçom com as medidas e penas solicitadas contra os verdadeiros delinquentes resulta obscena. Ser independentista galego é um delito para Espanha. Mas aqui, no seu País, Raúl é um homem apreçado e integrado socialmente.

Participa na caravana solidária!

Contra a infámia dos juízos políticos, a nossa solidariedade é imparável! Disponibilizaremos carrinhas e carros para achegar-nos à capital do Reino, e lá concentraremos-nos diante dos julgados da Audiencia Nacional a denunciar a injustiça que estará a acontecer no interior. E também para lhe levar os nossos berros de acompanhamento a Raúl e às suas pessoas mais próximas. Sairemos da Dásena da Salhe de Compostela e mais da estaçom de autocarros de Ourense. Se te queres anotar, escreve-nos ao correio Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar ou manda-nos mensagem privada polo facebook. Nos próximos dias iremos ampliando informaçom.

Concentraçons de denúncia na Galiza

Ademais, na semana prévia ao juízo, sairemos às ruas para visibilizar como a antidemocracia espanhola pretendem resolver um conflito nacional a golpe de décadas de prisom.

Liberdade para Raúl Agulheiro e para todas as independentistas presas!

Acode à concentraçom mais próxima:

Compostela: dia 30 de Junho às 20:30 na Porta do Caminho

Ourense: dia 30 de Julho às 20:30 na praça do Ferro

Lugo: dia 1 de Julho às 20:30 na Praça Maior

Vigo: dia 1 de Julho às 20h na praça da Princesa

Ribadeu: 1 de Julho às 21h no parque de Sam Francisco, diante do Concelho

A nossa solidariedade é imparável! Raúl liberdade!

 

teixeiro_interiorA macroprisom de Curtis é por méritos próprios popularmente conhecida como centro de extermínio. Para além da já punitiva limitaçom da liberdade de movimento, constata-se nom só a falácia de reparaçom e reinserçom, mas fica às claras o intuito castigador. Sobrepovoado com arredor de 800 internas por cima das 1008 vagas, é umha constante estrutura de maus tratos. O observatório polos direitos e as liberdades, Esculca, solicitou no passado mês de Março a visita do Comité europeu de prevençom da tortura (CPT) a este centro penitenciário após terem corroborado as graves deficiências nas infraestruturas, com goteiras, humidades e temperaturas extremas no inverno. Também a insalubridade, escasseza e pésimo estado das comidas. A situaçom de especial abandono das pessoas classificadas em primeiro grau, com regime de vida fechado: A falta ou inexistência de programa de atividades para estas presas que passam 21 horas na cela, cousa demandada polas internas reiteradamente e nunca respostada pola direcçom.

Mas o relatório de Esculca ainda documenta mortes, golpes, insultos, tratos vejatórios, ameaças, contagens irregulares e deficiente atençom médica, particularmente em casos de gente com doenças crónicas. E ainda obstaculizaçom e negaçom da defesa letrada.

Um bom baremo do nível democratico dum Estado, é observar as suas prisons.

 

Hermetismo

Parlamentárias galegas do BNG, do grupo Mixto, e até as tam pouco coniventes de respeitar os direitos humanos como o PSOE, nom forom autorizadas para entrar a observar e controlar o funcionamento do centro; a escusa do centro foi que Instituiçons Penitenciarias é dependente do Estado central e nom da Xunta.

Acusaçom contra os seis carcereiros torturadores de A.P.R.

Em Maio deste ano, Esculca apresentou um escrito de acusaçom contra seis funcionarios da prisom de Teixeiro por "tortura grave" contra o recluso A.P.R. acontecidos em 2012. Ao chegar ao hospital presentaba duas costelas partidas, hemorragias internas e o baço roto. O preso, operado de urgência, esteve a piques de morrer. A gravidade do caso nom permitiu o fácil ocultamento, e Instituçons Penitenciarias realizou uma morna investigaçom pola qual 4 funcionários forom sancionados. Após quatro anos de instruçom, o processo judicial vê apenas um delito de “lesons”, que atribui unicamente já a 3 funcionários. E ainda, acusa o preso "dum delito de atentado" por umha fractura no dedo dum funcionario.

Atualmente A.P.R encontra-se na prisom da Lama, onde entrou em isolamento dias depois da alta hospitalária.

O caso de A.P.R. Um exemplo:

Seguindo o relato dos feitos recollidos na defesa de A.P.R. ele encontrava-se no comedor do centro penitenciário junto com o seu irmao, também interno em Teixeiro, com quem conversava. A ele manifesta-lhe a sua irritaçom polo roubo dum maço de tabaco que guardava na cela. Ao ouvirem as vozes iradas de A.P.R., três funcionarios acodem ao comedor e levam os dous irmaos à chamada zona de segurança, situada entre os módulos 11 e 12 e controlada por câmaras. Alí, e já com luvas de coiro nas maos, os três funcionarios trasladam o irmao do denunciante (Al.P.R.) ao gabinete dos educadores, um local oculto a terceiros, e umha vez dentro propinam-lhe bofetadas e pancadas en cara e cabeça que lhe provocam umha hemorragia no ouvido. Posteriormente, vam na procura de A.P.R. e assim que este entra no gabinete, um dos funcionarios -alinhado en semicírculo com os companheiros- pregunta-lhe onde está a droga. Quando o denunciante mostra o seu estupor polo incidente nom ter relaçom algumha com drogas, o funcionário solta-lhe umha bofetada e umha punhada na cara que lhe parte um dente e lhe produz hemorragia. Ao responder A.P.R. à agressom, três funcionários lançam-se sobre ele dando-lhe inumeráveis pancadas, sobretudo pontapés, enquanto proferem insultos. Depois colocam-lhe as algemas e esticam-lhe os braços com força sem deixarem de o espancar e insultar. Empurrado a pontapés é obrigado a lavar o sangue das feridas. Finalmente é apresentado à médica de guarda, que procede a examina-lo e emite um parte em que manifesta nom apreçar lesons.

A seguir A.P.R. é trasladado ao módulo de ingressos. Ali três funcionários, com conhecimento do chefe de serviços, introduzem-no numha dependência onde nom pode ser visto por terceiros e, provistos de luvas de couro, espancam e deitam no chao o denunciante imobilizándo-o de bruços e agarrándo-o por braços e pernas enquanto um deles se senta sobre os seus musculos e começa a dar-lhe punhadas na zona lumbar durante varios minutos. Tal é o assanhamento com que malha que fractura o 5º dedo da sua própria mao direita. Em este sentido, a acusaçom sustem que a fratura atribuída pola Fiscalía a causa do preso foi ocasionada polos golpes propinados polo funcionario.

Posteriormente ingressam A.P.R. numha cela em isolamento provisório. A partir desse momento o estado de saúde do recluso empiora e comunica aos funcionarios o seu malestar. Na madrugada do 8 de Junho, A.P.R. acorda com o abdome inchado e muito mareado, ergue-se para ir à casa de banho e cai desmaiado. Depois de recuperar-se, toca a campaínha e comunica aos funcionários que desmaiara e que se sente mal. A isto respondem que deixe de incomodar. Pouco depois, A.P.R. volta perder o conhecimento e quando acorda constata que tem a temperatura corporal muito baixa, chama novamente polo teléfone interno e os funcionários respostam que se vai arrepender como continue a incomodar. Finalmente e perante o agravamento do seu estado e após ter sido trasladado à enfermaria, decidem enviarem-o ao hospital onde é operado de urgência.

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A próxima quarta-feira dia 15, celebrará-se em Ferrol um juízo-farsa contra Francisco Martins Rodrigues "Txute", trabalhador do mar e ativista sindical conhecido pola sua militáncia política na esquerda independentista e a solidariedade ativa c@s pres@s polític@s, pola sua participaçom na greve geral de Março de 2012.

Este juízo, que se tinha pensado celebrar fai tres meses (pode-se consultar a entrevista que nas semanas prévias lhe figemos desde o organismo anti-repressivo), ficou adiado por nom estar presentes os polícias que iam testemunhar contra ele.

Novamente, umha concentraçom solidária está convocada às 11:30h nos julgados de Ferrol para apoiar ao Txute e denunciar o processo repressivo que está a sofrer. Desde Ceivar animamos a participar e difundir esta convocatória.

 

txute_trasQUE JAMAIS NOS DOMINEM POLO MEDO

SOLIDARIEDADE COM FRANCISCO MARTINS TXUTE

Francisco Martins, conhecido na nossa comarca como Txute, é um operário que em 15 de junho irá a juízo por participar na Greve Geral de 2012. Acusam-no de impedir a um militar espanhol atropelar com o seu carro a mobilizaçom que naquel dia denunciava a deterioraçom das condiçons de vida da classe trabalhadora galega. A petiçom fiscal por tal “motivo” som 12.000 euros impagáveis para quem ganha o seu salário mariscando na Ria.

Trata-se dum novo caso de exemplarizaçom repressiva contra pessoas entregadas à defesa dos interesses coletivos. É umha constante histórica na que temos muita experiência em Trasancos. Tempo atrás, Carlos Garcia Seoane era despedido da empresa Gabadi após ser eleito para o comité de empresa numha candidatura da CIG. Hoje, é Francisco Martins o retaliado. A política é idêntica: impor um regime de medo e silêncio para que acetemos mansamente a exploraçom e a degradaçom das nossas condiçons de trabalho e existência. Vivermos aterrorizadas e aterrorizados perante a perspetiva do desemprego, a emigraçom ou a repressom nom é umha opçom a considerar.

As trabalhadoras e trabalhadores desta comarca demonstramos em muitas ocasions desde 1972 que, quando pomos sobre a mesa a nossa força e a nossa unidade, somos invencíveis. Hoje, quando a oligarquia espanhola quere devolver-nos a condiçons de miséria e escravatura laboral que achavamos superadas, é tempo de por sobre a mesa essa força e essa unidade que sempre nos figérom imparáveis.

CONCENTRAÇOM 15 DE JUNHO ÀS 11:30 H. NOS JULGADOS DE FERROL

 

laurabugalhosaidajulgadosCentos de pessoas arrouparom a acusada durante esta manhá nos julgados de Compostela aos berros de “se tocam a Laura, vamo-la liar”, “nenhuma pessoa é ilegal” ou “Laura Bugalho, absolviçom”. Previamente umha intensa campanha de solidariedade encheu as ruas de Compostela e as redes sociais, sob a legenda “muitas Lauras precisa este país”.

Finalmente foi condenada a 11 meses de prisom -que nom terá que cumprir- e a 750 euros de multa. A própria Laura reconhecia publicamente ao sair dos julgados que era “respirar após sete anos de processo”. Pediam para ela entre 3 e 6 anos de cadeia por falsificaçom documental e até 8 por um delito de tráfico de pessoas, já que a polícia acusava-a de liderar uma “máfia” para conseguir permisos de residência a migrantes. Ainda foi maltratada durante a detençom e ameazada pola polícia antes do juizo: “se nom entras desta, entras na seguinte”.

O seu caso remonta-se ao ano 2009 quando, realizando trabalho sindical na área de migraçons, destapou umha máfia de tráfico de pessoas que operava em Compostela. A conhecida como “Operaçom Peregrino”, na que 57 pessoas de origem marroquina foram trazidas ao estado Espanhol com a promesa de um emprego depois de terem aboado dez mil euros. Em este processo resultarom detidos os proprietários de quatro empresas em Compostela e no Barbança, assim como um trabalhador do centro de informaçom para inmigrantes de CCOO e mais outro homem acusados de asociaçom ilícita, introduçom ilegal de mao de obra estrangeira e fraude. Na altura incluso foram descubertos trabalhadores durmindo nas cortes de um dos empresários. Laura entende que o seu caso foi umha vinganza por destapar o caso e polo seu ativismo. Desde o ano 1993 Laura denunciou mais de 19 máfias que operavam na Galiza.

Muitas Lauras precisa este País!

 

laurabugalho

A ativista será julgada o próximo dia 7 de Junho, às 9:30 nos julgados de Compostela

Laura foi detida em 2009, onde passou 48 horas nos calabouços da polícia e sofreu torturas. Foi acusada de um presunto delito de falsidade documental (de 3 a 6 anos de cadeia) e de outro de trata de pessoas (de até 8 anos de prisom).

O caso liga-se com o seu trabalho de apoio e assessoramento a pessoas migrantes, onde, segundo a polícia e a Fiscalia, teria falsificado documentaçom para regularizar a situaçom de 4 pessoas. Já sabemos, nos espectáculos judiciais, em que banquinho toca sempre sentar às boas e generosas.

A nossa solidariedade é imparável!

Muitas Lauras precisa este país!

 
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