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cartaz_20140924_webDurante os últimos anos o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR vém desenvolvendo umha actividade intensa no que antige ao seu ámbito. A experiência acumulada fai que cada vez podamos afinar mais nas nossas actuaçons tentando chegar a um cada vez maior número de sectores e de compromissos. As pessoas que componhemos CEIVAR oferecemos cada dia o nosso trabalho desinteressado com o objetivo de brindar a maior cobertura possível às/aos retaliadas/os por motivos políticos. Tratam-se de obrigas adquiridas voluntariamente com labouras vissíveis mas com outras muitas que se realizam desde o trabalho silencioso e constante.

Os tempos nos que vivimos som de mudanças contínuas: legais, de contexto, repressivas, de organizaçom, ect. Ainda assim, há cousas que permanecem e que incluso se agravam como é a repressom ejercida contra a militância independentista. Os numerosos juízos aos que assistimos durante estes meses, a maior encarceraçom de militantes galegas/os e a agudizada persecuçom contra as mobilizaçons políticas e sociais som só ums dos exemplos da criminalizaçom que se ejerce contra o nosso País e contra as pessoas mais conscientes.

A repressom avança a medida que também o fam as reivindicaçons no nosso Povo e por isso a tarefa do Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR torna-se fulcral. A nossa determinaçom para continuar afrontando o aspeto mais amargo da militância está intacto mas desta volta precisamos das aportaçons solidárias de todas/os vós para fazer frente a várias sançons que ultrapassam os 6.000 euros.

Nom temos medo e tampouco nos botaremos atrás. As pedras do caminho supéram-se com o apoio coletivo e com solidariedade! Colabora!!

A solidariedade nom tem preço, a repressom sim!

 

JUIZO-FARSA_AN_OUTUBRO_2014Na Galiza assistimos a umha volta de porca nas políticas aplicadas pola ditadura política e económica que sofremos. Corrupçom e roubo indiscriminado do regime político e económico; exlcusom social, pobreza extrema, cortes sociais e negaçom de direitos civis e políticos; assimilacionismo cultural e lingüístico; feminicídio e um longo etc.

Nesta tessitura continuamos assistindo a novas acçons repressivas do Estado, a mais julgamentos-farsa contra o Povo. Nos dias 7, 8 e 9 de Outubro assistiremos a um novo julgamento político contra cidadaos galegos, acusarám-nos de ser independentistas irredentos, inimigos da legalidade espanhola, amigos da revoluçom. Heitor Naia será julgado na Audiencia Nacional junto a  Diego Santim.  Junto a eles e contra eles o vizinho de Vigo e colaborador da fiscalia espanhola, Xurxo Rodriguez Olveira.

 A petiçom contra Heitor Naia é de 17 anos de prisom como também o é para Diego Santim polos cárregos de pertença a organizaçom terrorista e danos com finalidade terrorista, o outro processado está ao serviço da fiscalia e já pactuou a sua pena no marco da sua colaboraçom, e no que tratou de envolver a mais processados na vista.

Heitor e Diego foram detidos em Setembro de 2012 em  Vigo, incomunicados e encarcerados em prisons madrilenas por orde do juiz instrutor. Após vários meses de cativeiro foram postos em liberdade provisória à espera do julgamento.

Do Organismo Popular Anti-repressivo fazemos um chamado para a solidariedade imparável se mostrar mais umha vez com aqueles que sofrem repressom política neste País.

 

cartaz_CPIG_2014_MariaEsta sexta de fim de mês convocam-se as concentraçons mensais para acompanhar à/aos presa/os independentistas galega/os no jejum que realizam nesse dia. O plante de nom ingerir comida durante 24 horas é um ato reivindicativo coletivo para demandar:

-Reconhecimento da sua condiçom de prisioneiras e prisioneiros políticos.
-Fim da política de dispersom penitenciária.
-Reagrupamento dos membros do coletivo numha prisom em território galego.
-Cessamento do regime de reclusom nos centros de menores.
-Melhora geral das condiçons de vida nas prisóns.

 

 

Nós, desde o outro lado do muro concentraremo-nos nas seguintes cidades:

DIA 26 DE SETEMBRO

BURELA: Praça do Concelho às 20h30 + Ceia vegana anti-repressiva no C.S. Xebra!
COMPOSTELA: Praça da Galiza às 20h30
CORUNHA: Cantóm Obelisco ás 20h30
FERROL: Praça Amada Garcia às 21h
LUGO: Praça Maior às 20h30
NOIA: Praça da Constituçom às 20h30
OURENSE: Praça do Ferro às 20h30
PONTE VEDRA: Praça da Peregrina às 20h00
VIGO:  Marco (Rua Príncipe) às 20h00

Durante as concentraçons tomarám-se imagens para enviar ao preso independentista galego Eduardo Vigo Domingues quem estará de aniversário no vindeiro mês de outubro. Nom podes faltar! Aguardamos-te!

 

bilinnnNo dia de hoje a juíza instructora do caso Galicia Bilingüe, María Elena Fernández Currás, fazia pública a sentença contra as activistas pro-língua julgadas os passados meses de Maio e Junho após cinco anos de demora. Em Fevereiro de 2009 a associaçom galegófoba Galicia Bilingüe convocou umha manifestaçom em Compostela em contra da nossa Língua, provocaçom que foi respostada por dezenas de activistas pro-língua.

Condenas

Como se adiantara durante o juízo, o preso independentista Roberto Rodríguez Fialhega, Teto, e António F. fôrom absoltos, a estes dous nomes há que engadir-lhes o de Abraham P.,  o de Roberto C. mais o de Alexandre R.

Alejandro B. e Narciso V. som condenados a um ano de prisom e umha falta de danos por desordens públicas.

Para Aurélio L., Joam P. e Giana R., a condena é dum ano e nove meses de cadeia por atentado à autoridade.

As pessoas mencionadas até agora NENGUMHA delas entraria em prisom. O caso mais grave é o de Bernardo M. quem é condenado a 4 anos e 2 meses de prisom.

Também há umha pessoa em busca e captura por nom asistir ao juízo.

Igualmente a Defensa conseguiu que se absolveram a todas as imputadas da multa de responsabilidade civil que a acuaçom cifrara em 34.000 euros.

Recursos ante a Audiência Provincial

Ante esta primeira sentença a Defesa já está  a preparar os recursos oportunos. No caso de Aurélio L., Joam P. e Giana R., estamos ante umha condena juridicamente injustificada já que as provas mencionadas na sentença condenatória nom se empregárom no julgamento polo que foi impossível contradezi-las.

A nível geral cabe referir-se a que a sentença alude a fundamentos jurídicos endéveis e que nom se aplicou o atenuante de dilaçons –demora de mais de cinco anos-. De aplicar-se este critério baixaria mais dum terço a pena a cada umha das pro-língua e até poderia ser estimada a dilaçom qualificada com o que se baixaria um grau. Pola contra a juíza entende que a demora dos juízos foi por causa de todas as partes, umha afirmaçom que é claramente falsa. Ademais confundem-se os delitos de atentado com o de desordens.

Finalmente, o caso de Bernardo M. é o que mais complicaçons respeito aos recursos oferece. Isto é devido a que os vídeos que supostamente o inculpam sim que fôrom submetidos à contradiçom no juízo. Esta pessoa sim que poderia entrar em prisom ainda que restam todos os recursos possíveis para evitá-lo já que estamos ante umha desproporcionalidade manifesta.

 

A contosorioinuaçom achegamos umhas linhas escritas pola presa independentista galega Maria Osório Lopes desde a prisom de Soto del Real datadas de começos de agosto. Nelas, Maria Osório, pretende fazer umha achega para compreender as circunstâncias que a lévarom a ser umha presa política. Lembramos que Maria, atopa-se atualmente na cadeia de León.

"O meu processo de politizaçom e incorporaçom à militância é importante para entender o meu encarceramento. A família e um professorado já politizado em boa medida fôrom importantes mas o fulcral foi que comecei a politizar-me no instituto quando contava com 16 ou 17 anos. Daquelas era um momento convulso: LOU, Prestige, Guerra de Iraque, Plano de Bolonha. O meu liceu estava relativamente perto de Compostela polo que estava ao dia do que acontecia na capital galega. Pode-se dizer que eu fum um producto do seu tempo como tanta outra gente.

Umha vez organizada começas a conhecer a companheir@s muito importantes. Nesta etapa inicial, já antes da universidade, conhecim a Antom e Eduardo por ejemplo. Na facultade todo vai seguindo o seu curso e adquires compromissos mais em profundidade.

A nível laboral a maioria movemo-nos sempre na precariedade e no exceso de formaçom universitária, o qual nom quer dizer de qualidade. Deixamos de confiar na possibilidade de ter um trabalho digno como pensávamos em primeiro de carreira e, bastante decepcionad@s com o mundo, colocamos de maneira natural a militância num primeiro plano. Porque a cousa é, se nom há trabalho, se nom queres emigrar, se queres viver dignamente, entom que fas?

Umha vez na dinámica militante depois todo som escolhas e incluso azares. A vida mesma, vaia. Acho que, como conclussom, fomos e somos produtos sociais como toda a militância. Querem individualizar-nos ou separar-nos dum contexto e isso é impossível, pois é difícil fazer escolhas determinadas na vida se nom se dam codicionantes prévios. Por isso somos pres@s polític@s, por isso e porque a vida é política."

 

mariA presa independentista Maria Osório Lopes foi deslocada na passada sexta desde a prisom de Soto del Real (Madrid) até a cadeia de Mansilla de las Mulas em León. Continua a estar dispersada a 200 quilómetros da sua casa familiar em Becerreá.

Maria, que já puido comunicar esta fim de semana passada com as/os suas/seus amigas/os e com a família comunicou que se atopa em bom estado físico e anímico. Igualmente remitiu que, devido ao deslocamento, nom lhe estám a chegar cartas nestes dias polo que desde o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR fazemos um chamamento a escrever-lhe de jeito maciço.

Maria Osório Lopes
C.P. Mansilla de las Mulas
Paraje Villahierro s/n
24210 Mansilla de las Mulas. León
 
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