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A solidariedade nom para em Agosto, Este sábado dia 23, Ceivar fai um chamamento a acodir a Vila costeira de Noia para denunciar a repressom numhas das suas formas mais cínicas, a criminalizaçom da solidariedade.

LOGO_SOLIDARIEDADEEste ato informativo e de denuncia pretende chamar a atençom do que está a acontecer respeito da solidariedade anti-repressiva, e por volta desta, com os direitos políticos e civís.

Ao longo dos anos a actividade solidária, incómoda para o regime dominante, tem recebido pressons, criminalizaçom e represálias por parte do Estado, mas a tenacidade e a firme determinaçom de homes e mulheres superou pressons e tem feito avançar a solidariedade popular.

Só neste ano forom duzias às provas repressivas superadas grazas ao forte valor solidario que desde o movemento popular temos que seguir demostrando. Desde este ato queremos também parabenizar a inteireza pessoal e coletiva dos centos de solidarios/as que, sofreram ou nom coacçons, imputaçons, etc fam que a palavra de ordem “Solidariedade imparável” cobre todo o sentido.

O cenário dum dos últimos episódios de criminalizaçom e pressons está a ser a vila de Noia. A Guardia Civil, respondendo a critérios ideológicos e através de dispositivos desproporcionados e totalmente desnecessários, trata de criminalizar esta actividade pública na rua, impor o medo e a coaçom na vila e desmobilizar a solidariedade identificando a todas as pessoas asistentes às mobilizaçons solidárias convocadas mensalmente. As pressons do corpo militar chegaram incluso à Casa do Concelho onde a Guardia Civil tratou de coagir à Concelharia de Cultura para proibir a apresentaçom do livro 'O teito é de pedra' no salom da Casa da Cultura onde o ato estava registado corretamente. A inteireza do concelheiro eleito permitiu que o ato se desenvolvera com normalidade onde se tinha previsto, e a injerência militar nom tivesse efeito prático.

Neste ato transladaremos aos companheiros e companheiras solidárias de Nóia todo o nosso apóio e toda a nossa força moral para continuarem avante coa solidariedade anti-repressiva e animaremos aos vizinhos e vizinhas a sumar forças junto a eles e elas para lograr que em Nóia nom se poda criminalizar nem perseguir a solidariedade, se denunciem as intromissons policiais no Concelho e se exerça cada vez mais a solidariedade irmandinha.

Sábado 23 de agosto às 12h00 na Praça da Constituiçom (fronte aos julgados). Noia

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vigilancia_internetNo Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR estamos sempre prontos para responder à repressom e mitigar os seus efeitos pessoais e políticos... mas preferimos que nom chegue a acontecer! Para isso cumpre agir com as devidas precauçons, levando sempre em conta que nom vivemos numha democracia senom num estado de exceçom cada vez menos dissimulado. Especialmente aqueles que nos dedicamos à luita política. Hoje em dia as ferramentas de Espanha para nos controlar e punir som mais ofegantes que nunca. Felizmente, também temos novos recursos para as combater. Todo consiste em saber empregá-las.

Umha parte da vantagem do Estado é a nossa insuportável transparêcia à sua olhada. Resultado da enorme penetraçom das tecnologias nas nossas relaçons sociais, quase toda a nossa vida pessoal e atividade política pode ser monitorizada por um simples computador. Sabemos que este processo nom tem volta atrás para a maioria de nós: nom vamos deixar de usar internet, nem os telemóveis, nem as redes sociais. Isso significa que os nossos inimigos vam ter muito mais fácil seguir-nos a pista que aos nossos pais e maes, ou aos nossos avós. Mas há maneiras de contra-restar parcialmente essa “nudez”: meios informáticos que nos restituem algo da opacidade perdida.

Nos últimos anos a espionagem por parte dos Estados tem saído à luz, ao menos em parte. Os programas da NSA para revisar todos os correios eletrónicos e telefonemas, a entrega indiscriminada de dados por parte de Google, Facebook, Microsoft e outras corporaçons... Ninguém pode fingir ignorar que está sendo escuitado cada vez que escreve um correio, fala por telefone ou escreve numha rede social.

Para quem luita, para quem se converte em inimigo dos serviços de inteligência, a necessidade de privacidade é urgente. Dela dependem, muitas vezes, as possibilidades de eludir a repressom.

Como contribuiçom aos esforços por manter a privacidade dos galegos e galegas, o organismo popular anti-repressivo Ceivar começa agora umha campanha de formaçom e difusom de várias ferramentas informáticas para a proteçom das comunicaçons. Esta campanha consistirá nas seguintes atividades:

1. Publicaçom em internet de vídeo-tutoriais para o uso seguro de computadores e telefones.

2. Abertura de umha “oficina de atençom” por e-mail para resolver dúvidas relativas a estes temas.

3. Convocatória de obradoiros abertos e públicos.

4. Assesoramento a organizaçons e coletivos.

Vídeo-tutoriais

Vamos explicar polo miúdo, de forma singela e acessível, como se conseguem os seguintes objetivos:

-Cifrar o computador, tanto o disco rígido completo, como pastas, ou arquivos. Desta maneira garante-se que um computador (ou um arquivo) roubado, extraviado ou requisado nom pode ser aberto por terceiras pessoas.

-Instalar programas corta-lumes e antivírus, que impedem a outras pessoas entrar no nosso computador sem que demos por isso.

-Empregar a rede Tor, que permite umha navegaçom anónima e segura na internet.

-Cifrar os correios eletrónicos, para que só os poda ler a pessoa destinatária

-Empregar ferramentas para chat, telefone e vídeo-conferência de forma cifrada e anónima.

Oficina de atençom

Qualquer pessoa que tenha dificuldades na instalaçom dos programas referidos nos tutoriais, ou que tenha dúvidas sobre a segurança em geral, pode fazer consultas anónimas no correio Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar . Umha equipa de militantes de Ceivar tentará resolver essas dúvidas.

Obradoiros

Nas próximas semanas e meses convocaremos obradoiros abertos nas cidades, aos que qualquer pessoa poderá assistir com o seu computador ou telefone, e nos que se instalarám os programas necessários e se ensinará a empregá-los.

Assesoramento

Oferta às organizaçons populares de todo tipo para impartir formaçom neste tema. Qualquer organizaçom poderá pedir assistência a Ceivar, que se compromete a dá-la com total discreçom, seja na realizaçom de obradoiros internos, seja formando alguns dos seus membros para que eles mesmos se ocupem da segurança informática interna e da ensinança aos membros do seu coletivo.

Opçom auto-didata

-WINDOWS
introduçom: https://vimeo.com/99999852
cortalumes e antivírus:  https://vimeo.com/99999858
cifrado do disco rígido: https://vimeo.com/99999859
tor: https://vimeo.com/100022722
email cifrados: https://vimeo.com/102396278
chat, telefonia, vídeo-conferências: https://vimeo.com/102677135

-LINUX
introduçom: https://vimeo.com/102479393
cortalumes: https://vimeo.com/102479394
cifrado de pastas: https://vimeo.com/102479397
tor: https://vimeo.com/102480593
correios eletrónicos cifrados e anónimos: https://vimeo.com/103608446
 

cigNo dia de hoje a Fiscalia de Ponte-Vedra tomou a decisom de arquivar a denúncia apresentada pola CIG na que a central sindical reclamava que se investigara a falsificaçom de assinaturas por parte de polícias com o objetivo de sancionar a sindicalistas. As provas apresentadas pola CIG dumha peritagem caligráfica confirmariam que as assinaturas da denúncia nom se correspondiam com as da ratificaçom polo que os polícias incurririam num delito de “falsidade documental em documento público”.

Os factos polos que os agentes pretendem denunciar aos sindicalistas remontam-se a 2012 durante umha concentraçom em Ponte-Vedra contra o rescate da Banca. Na mobilizaçom registrárom-se incidentes e fôrom-lhe impostas sançons aos trabalhadores filiados à CIG. Nessa altura, o advogado da central sindical compareceu nos Julgados para apresentar as alegaçons correspondentes e ai foi quando se decatou de que as assinaturas dos polícias que assinavam as denúncias nom quadravam com as que ratificavam as mesmas.

O arquivamento por parte da Fiscalia gerou umha ampla indignaçom na central sindical que já se planteja denunciar os factos pola via penal ante a gravidade dos factos.

 

psdg_compostela

 O Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR tivo hoje constância documentária de que o Grupo Municipal do PSdeG-PSOE em Compostela apresentou um rogo ao pleno municipal para que o Concelho retirasse as pintagens que reclamam a liberdade da militante independentista Maria Osório do bairro das Fontinhas. Osório foi detida recentemente em Ponferrada e encontra-se em prisom e dispersada, logo de ser objecto dumha intensa campanha de apoio e solidariedade nas redes sociais e nas ruas.gonzalo_muinos_sanchez

A petiçom socialista está assinada polo edil Gonzalo Muíños Sánchez e vai dirigida ao alcalde de Compostela, Agustín Fernández, que detenta o cargo sem se apresentar a um processo eleitoral. Nesta quinta-feira, será abordada na corporaçom, embora a reclamaçom do PSdeG-PSOE já foi “resolta” em toda a cidade pola Brigada Municipal de Limpeza às ordens do Partido Popular, que apagou quase todas as inscriçons que exigiam a liberdade da cidadá galega.

 

Ocultar a solidariedade

foto_que_adjuntamDo Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR queremos denunciar mais umha vez a forte pulsom repressiva do PSdeG-PSOE nesta cidade, que fai que coloque entre as suas prioridades a invisibilizaçom da propaganda independentista. Se no passado edis como Xosé Baqueiro ou Mar Martín propunham “limpar a rua” de pessoas marginalizadas, agora é a solidariedade amplísima que colheitou Maria Osório antes da sua detençom a que aparece no alvo dos socialistas.

Esta política inquisitorial complementa-se com umha prática de longa duraçom –tanto de governos liderados polo PSOE como polo PP- consistente na persecuçom policial, penal e administrativa á que é submetido o tecido associativista local com as normativas municipais de Protección do Medio Ambiente Urbano e de Publicidade Estática e Dinámica, ambas desenhadas com o apoio de PSOE e PP para impossibilitar ou dificultar a presença deste tecido nas ruas.

Directrizes municipais para silenciar a Cadeia Humana

Exemplo prático da situaçom que denunciamos foi o intenso trabalho de limpeza política que exerceu a Brigada de Limpeza de FCC nas semanas prévias à VII Cadeia Humana pola Liberdade dos Presos e Presas Independentistas Galegas. FCC tivo ordens expressas do Concelho para retirar todos os colantes e cartazes que convocassem a vizinhança à cita anti-repressiva anual, forçando à sua reposiçom diária pola nossa militáncia. Enquanto, cartazes de macro-concertos, discotecas e atos institucionais pervivem nas ruas durante semanas.

Solidariedade galega

Maria Osório encontra-se hoje presa em Soto del Real (Madrid) a 450 quilómetros do seu domicílio habitual em incumprimento flagrante por parte do Governo espanhol da sua própria legislaçom penitenciária. O tratamento repressivo de que é objecto a cidadá galega fai com que familiares e amigas estejam submetidas cada fim-de-semana à obriga de realizarem viagens quilómetricas para visitá-la durante 40 minutos, com o conseguinte perigo de acidentes nas estradas e a extorsom económica que implica esta situaçom.

Quando Muíños Sánchez solicita a invisibilizaçom da solidariedade com a presa galega compromete-se de cheio com umha política, a da dispersom, que foi desenhada polo sionista e Ministro de Justicia espanhol Enrique Múgica Hertzog e é criticada por todos os organismos internacionais de Direitos Humanos.

Desde CEIVAR, apenas queremos recordar a Muíños e ao PSdeG de Compostela que, do mesmo modo que nom o conseguírom no passado, tampouco impedirám no futuro que a nossa solidariedade seja explícita e pública. A batalha para laminar a liberdade de expressom há tempo que está perdida por parte do governo municipal.

 

PonteComo já é habitual nos dias prévios a outra nova ediçom da Cadeia Humana pola Liberdade d@s Pres@s Independentistas, o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR saiu às ruas do País para publicitar a convocatória. Desta volta a campanha realizou-se mediante cartazes colados em ruas e estabelecimentos, colantes que enchérom as vias públicas, pintadas sobre paredes e faixas penduradas em pontes.

A iniciativa tivo um amplo sucesso especialmente na comarca de Compostela onde a brigada de limpeza do Concelho incluso recebeu ordens explícitas de retirar concretamente os colantes da Cadeia Humana. O resultado foi em balde já que ao dia seguinte as ruas compostelanas amanheciam com mais material que reivindicava a liberdade d@s pres@s independentistas.

Lipdut pola Independência

No próprio dia 24 de Julho e previamente à Cadeia Humana, Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR, participou no I Lipdut pola Indepedência organizado por diferentes coleitivos sociais e políticos de Compostela.

Cinco pessoas ataviadas com buzos brancos e com as carautas d@s pres@s independentistas escenificárom a lavoura de CEIVAR; cortar cadeias, denunciar a repressom, visibilizar às/aos pres@s independentistas e chamar à solidariedade.

DSC06609Cadeia Humana

Quando ainda restava mais de média hora para que se dera início a VII ediçom da Cadeia Humana pola Liberdade d@s Pres@s Independentistas, as grileiras da polícia espanhola já estavam despregadas na Praça Galiza identificando a um grupo reduzido de pessoas.

Na media tarde centos de solidári@s enchiam já a Praça Galiza e minutos depois passárom a rodea-la colhid@s das maus. Vigiad@s atentamente pola polícia, as assistentes pendurárom cartazes do pescoço e berrárom em contra da dispersom, das forças de ocupaçom e reclamando a liberdade d@s pres@s independentistas.

Seguidamente e de novo enganchad@s d@s maus partiu-se numha manifestaçom que percorreu as ruas da zona velha da capital galega. Durante o percorrido nom se deixou de gritar em ningum momento chamando a atençom d@s viandantes, incluso algumhas delas apoiárom com aplausos à Cadeia Humana.

Ato político

Chegad@s á Praça do Toral deu-se início ao ato político com os versos do rapeiro lucense Lucas. Posteriormente Cristina Rodríguez leu um comunicado da Plataforma Que voltem para a Casa! no que se denunciou a dobre condena que implica para @s amig@s e familiares d@s pres@s independentistas a ilegalidade da dispersom. Igualmente aludiu-se à tarefa imprescindível de apoio à Plataforma assim como das pessoas que som retaliadas.mari

A continuaçom a poeta Maria Rosendo recitou vários poemas. Deixamos a monstra de um deles: diredes liberdade/ como se todo estivesse já conquistado/ aguardando um aplauso nosso à democracia/ mas esses lugares livres dos que falardes/ nom gostamos nom nos compreendem/ nom nos convencem/ por isso seguimos aquí/ assomadas todo o tempo/ ao verbo incomodar.

Ao remate do recital poético chegou a turma do comunicado que achegou o Coleitivo d@s Pres@s Independentistas Galeg@s (CPIG). Mediante umha gravaçom e em voz do preso independentista, Antom Santos Peres, fizo-se público:

Companheiros e companheiras:

antomDesde as cadeias espanholas, recebede um caloroso saúdo no nosso Dia Nacional. Aqui enfrentamos máis um ano de dispersom, privaçom de direitos e tentativas várias de desarmar-nos pessoal e politicamente. Mas fazémo-lo com espírito resistente, convencidos de que qualquer avanço coletivo passa pola coeréncia estrita e pola uniom entre feitos e palavras.

Sabemos que na rúa os direitos conquistados retrocedem, que a repressom actúa e que nom existe nengumha vontade real por parte dos poderes fácticos de atender as demandas elementais de soberanía e justiça social. Mas também somos conscientes de que velhas ideias subversivas, noutrora defendidas em solitário polo nosso movimento, ganham agora um eco inesperado. As instituiçons espanholas deslegitimam-se, assume-se a crescente inviabilidade do capitalismo, e a ideia da independência normaliza-se progressivamente.

Ninguém nos assegura a vitória, nem sequer podemos afirmar que as circunstáncias do amanhã sejam máis levadeiras que as do día de hoje. Sim devemos dizer, sem embargo, que será a lealdade da nossa trajectória histórica a que nos abra novos caminhos: claridade no discurso e na acçom, ajuda mútua e resistência, resposta contundente aos opressores; isto é um grande património acumulado que aínda nos permite sonhar e construir um futuro nosso.

Denantes mort@s que escrav@s

Viva Galiza ceive e socialista

Finalmente umha porta-voz do Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR tomou a palavra para ler um comunicado perante umha nova ediçom da Cadeia Humana pola liberdade Pres@s Independentistas:

Companheiras e companheiros:

Bem-vindas e bem-vindos a esta VII ediçom da Cadeia Humana pola Liberdade das Presas e Presos Independentistas Galegos. Umha iniciativa do Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR que ano tras ano vai alça demonstrando, já nom só que a nossa solidariedade é imparável, se nom que cada vez, somos mais as pessoas que nos implicamos ativamente na defesa das presas e presos políticos e também contra todo tipo de  repressom.

ato_boaA Cadeia Humana na que hoje estamos presentes iniciou-se há sete anos com a interteza e com a ilusom dum projecto cuio desenvolvimento é imprescindível. Durante este tempo, dezenas de galegas e galegos fôrom detidas, processadas e incluso ingressárom em prisom como causa da sua militância independentista ou solidária. Sem embargo ainda fôrom mais as mulheres e homens as que cada fim de semana percorrérom milhares de quilómetros para deslocar-se até as prisons espanholas, e levar-lhes de primeira mao a solidariedade. Assim a Cadeia Humana sempre estivo ai marcando umha cita que já está consolidada no nosso imaginário nacional e que se reivindica como a máxima expressom coletiva dum Povo que nom deixa atrás aos seus retaliados.

O presente curso político troujo à militância independentista e à sociedade galega em geral umha importante novidade que nom podemos obviar. As altas condenas da Audiência Nacional por pertença a organizaçom terrorista contra os e as prisioneiras políticas independentistas e as hipotéticas mas pouco prováveis ilegalizaçons de organizaçons políticas e solidárias.

Ante este cenário nom nos podemos deixar arrastrar polo medo já que este é o objetivo de Espanha. Temos que seguir fieis à realidade: a repressom só será mais dura se o processo de libertaçom nacional e social é mais forte e esse é o nosso objetivo. Um objetivo que também partilha CEIVAR e que é fazer medrar a solidariedade, companheira imprescindível em todo caminho emancipatório e barreira de contençom das forças antagónicas.

Neste sentido deveremos agir com serenidade analítica, própria dos tempos de rápidas mudanças como som os atuais. Temos que ter em conta que se Espanha decidiu-se a dar o paso de declarar formalmente a existência dumha banda armada na Galiza, nom é fruto do reconhecimento e fortaleza social espanhola, NOM, é tam só a sua profunda crise e debilidade estructural as que empurram cada vez mais a Espanha a optar por políticas de dureza repressiva ante a falta de legitimidade mas também polo vigor que estám a adquirir os nossos processos soberanistas e a crescente desafeçom do Povo Galego cara o seu régime ditatorial. attt

A monstra de todo isto é esta, nós hoje aqui reivindicando a liberdade dos presos independentistas e rodeadas dum ejame de matons. A mensagem que nos querem ofrecer é nítida; excepcionalidade repressiva de quem ocupam policialmente as nossas cidades e a repressom que teremos que afrontar se persistimos reivindicando-nos como Povo, como um ente coleitivo.

As fortes condenas de prisom a militantes independentistas galegas e galegos por parte da Audiência Nacional estám a procurar já nom só um efeito repressivo sobre um método de luita concreto, se nom também lançar umha advertência à militância e ao corpo social desde País procurando um efeito psicológico perverso.

A repressom pretende desde o medo e a parálise empurrar às pessoas à autocensura, à renúncia e mesmo à traiçom a sua própria pessoa e à coleitividade para instala-las assim no insolamento social em busca de bens materiais e comodidades que lhes permitam mal-viver a miserável vida que Espanha lhes impom.

Nós, as independentistas galegas e galegos somos gente que nos curtimos à intempérie. Durante décadas temos demonstrado muito coletivamente; entrega plena e firme militante, exemplos intacháveis de patriotismo namentres outros mercadeiavam com a Galiza nas instituçons do inimigo mas, sobre todo, umha capacidade surpreendente para encaixar as derrotas e volver-nos erguer dum modo que até abraia aos nosso inimigos. Assim o faremos, volveremos erguer-nos as vezes que sejam precisas e com mais força que a vez anterior.

Este compromiso e a solidariedade som as nossas melhores ferramentas. Deste jeito deveremos sustituir o medo pola cautela, a parálise pola versatilidade militante, a desconfiança polo companheirismo. Exercer e extender os valores solidários tenhem que ser a primeira barricada ética e política junto ao fortalecimento das estructuras anti-repressivas deste País. Há um amplo caminho aberto!

Já para rematar umhas últimas palavras, companheiras e companheiros:

Como bem sabedes temos nestes momentos a umha presa e quatro presos independenstistas galegos nas prisons espanholas. Vaia desde aqui a nossa aperta irmandinha para:

Maria Osório Lopes, presa e dispersada em Soto del Real (Madrid)

Eduardo Vigo Domingues, preso e dispersado em Mansilha de las Mulas (Leom)

Antom Santos Peres, preso e dispersado em Aranjuez (Madrid)

Carlos Calvo Varela, preso e dispersado em Topas (Salamanca)

e Roberto Rodrigues Fialhega, preso e dispersado em Estremera (Madrid)

atowwDo mesmo jeito nom podemos deixar de lembrar-nos em tal dia como hoje das dezenas de familiares e amigos que ofrecem cada dia um exemplo continuo, permanente e silencioso da firmeza e da dignidade deste Povo.

Tampouco podemos esquecer às mulheres, aos operários, às labregas, aos marinheiros, às estudantes, aos sindicalistas e a todas as galegas e galegos que fôrom levadas e levados ante um tribunal por defender os seus direitos que em definitiva som os direitos do nosso Povo e da nossa clase.

Como em tempos passados os lobos voltam a aular desde Madrid. Pretendem mediante a repressom, reduzir a cinças a nossa esperança e trabalho de construçom nacional e punir exemplarmente a quem se levante. Ante isto, como já fixemos em incontáveis ocasions, desde o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR anunciamos-lhe que o nosso compromiso está renovado nos encontrarám em pé: dia e noite, em cada rua, em cada esquina e em cada praça atuando como altofalante contra a repressom e apostando por umha solidariedade que é imparável.

Adiante a solidariedade galega! 

Viva a Galiza livre, socialista e feminista!

O ato concluiu com o canto do Hino Nacional acompanhado dumha gaita.

Incidentes policiais

Se bem durante a VII Cadeia Humana pola Liberdade d@s Pres@s Independentistas nom se registrárom incidentes destacáveis por parte da Polícia Espanhola, sim que se produjérom após concluir os atos. Três grileiras policiais aparecérom nos arredores do local de CEIVAR e tivérom retidas a cinco pessoas que se dispunham a descarregar o material empregado durante a Cadeia Humana. Durante mais de 45 minutos os polícias registrárom os carros e às/aos militantes, ainda assim nom entrárom no local do Organismo Anti-repressivo.

Manifestaçom unitária juvenil e Dia da Pátria

DSC06877O Organismo Popular Anti-repressivo também estivo presente durante a manifestaçom unitária juvenil que tivo lugar às 20h do 24 de Julho. Nela repartiu-se umha brochura titulada: “A mocidade: esperança de futuro para Galiza, alvo repressivo para Espanha”. Igualmente despregou-se umha faixa no percorrido da mobilizaçom denunciando a repressom à que está submetida a mocidade galega.

Durante o próprio Dia da Pátria, CEIVAR colocou um posto na Alameda no que além de poder mercar material puido-se escrever às/aos pres@s independentistas galeg@s. Finalmente duas faixas fôrom termadas por solidári@s percurso das manifestaçons do nosso Dia Nacional.

Agradecimentos

Desde CEIVAR queremos fazer um agradecimento expresso a todas e todos vós. Somos conscientes das dificultades que muitas vezes acarrea ter que deslocar-se até Compostela um dia laborável mas também do desgaste que implica estar cada ano secundando as convocatórias.

Outro ano mais se conseguimos que a Cadeia Humana fora um claro sucesso foi grazas a vós; à militáncia que nom deixou de trabalhar nem um minuto, às/aos colaborador@s botastedes umha mau no que puidestedes e às/aos solidári@s estivestedes esse dia ou às/aos que trabalham desde o silêncio.

Obrigad@s a tod@s!

Já nom temos medo!

Viva a Galiza solidária!

 

colante_cadeia_humana_2014Por sétimo ano consecutivo o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR organiça a VII ediçom da Cadeia Humana pola liberdade das/os presas/independentistas que terá lugar o día 24 de Julho às 18h na Praça da Galiza (Compostela).

 A Cadeia Humana é por excelência o ato reivindicativo anual no que se exige a repatriaçom das/os independentistas galegas/os presas/os, a suspensom das estratégias de extermínio carcerário e a liberdade de quem se encontram desterradas/os  por participarem no processo de liberaçom nacional e social da Galiza. Assim mesmo é também o momento no que, mau com mau, tecemos a rede de solidariedade que consigue vissibilizar às/aos presas/os independentistas da nossa Naçom e denunciar as ilegalidades e ilegitimidades que estám a sufrir nas prisons espanholas; dispersom, humilhaçons, restriçons, etc.

Solidariedade imparável

A legenda da VII Cadeia Humana será “Solidariedade imparável, liberdade presas/os independentistas” e com ela queremos amossar o nosso mais firme compromisso para que as/os retaliadas/os estejam na rua mas também de que cada convocatória seja reforçada por mais pessoas concienciadas com justiça social e nacional.

Durante estes 365 dias que passárom desde a anterior Cadeia Humana o nosso Povo tivo que enfrontar incontáveis processos repressivos tanto nos Julgados Provinciais como na Audiência Nacional. Centos de galegas/os estivemos arroupando às/aos processadas/os e esse apoio o que demonstra é o grande potencial solidário com o que conta a nossa Terra.

Devido a que a repressom é inerente às reinvindicaçons, a solidariedade também o será. Com este motivo o Organismo Popular Anti-repressivo também estará presente na mobilizaçom juvenil e nas manifestaçons do dia 25 respaldando aos seitores mais castigados pola repressom e fazendo um chamamento a organizar-se.

É o tempo, é o lugar e é a hora de botar-nos às ruas e por isso fazemos um chamamento público a todos os agentes políticos e sociais a secundar a VII Cadeia Humana e demandar a liberdade das/os presas/os independentistas e o fim das políticas repressivas que ejercem contra a cidadania deste País.

Ante a repressom espanhola, solidariedade imparável!

Preparativos da Cadeia Humana

festa_OUDurante os dias prévios à VII ediçom da Cadeia Humana, CEIVAR fara-se presente nas ruas do País mediante umha campanha publicitária de cartaces, faixas, pintadas, colantes e demais ferramentas populares.

Na comarca de Ourense as reivindicaçons irám acompanhadas dumha festa em solidariedade com as/os presas/os independentistas. Será o dia 22 no Pub Avanti a partir das 22h e na que haverá petiscos, sorteios e muita música.

Igualmente informamos que durante os dias 24 e 25 em Compostela poderedes mercar diverso material do Organismo Popular Anti-repressivo, especialmente as últimas existências da primeira ediçom “O teito é de Pedra: a vida e a luita arredista nas cadeias” escrito por ex-presas/os independentistas galegas/os. O dia da Pátria na Alameda colocará-se um posto no que ademais da venda, estará disponível umha mesa e postais para que lhe enviedes umhas palavras às/aos presas/os independentistas numha data tam sinalada para nós. 


 
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