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Amparado polo jornalismo amarelo e toda a força dos seus meios de comunicaçom, o Estado tem conseguido elaborar e difundir um discurso vitimista que situa os defensores de Espanha como objecto das infinitas presons, incomprensons, intoleráncias e violências do “inimigo radical”. A vitimizaçom social do espanholismo no Pais Basco foi umha ferramenta clave para conseguir transladar umha imagem invertida do conflito: através de truculentas histórias sobre os poucos metros que separavam as vivendas de vitimas e carrascos, sobre o número de malas que tivo que preparar o politico ou o jornalista que decidiu ir fazer carreira a Madrid vestindo-se de “exilado”, sobre o sofrimento de tal ou qual siareiro da seleçom espanhola que nom podia vestir as cores da Roja sem sentir-se rechaçado pola vizinhança.... Espanha consegiu fazer passar por agredidos aos que tiverom e tenhem trás de si o apoio e a força do Estado, enquanto estigmatizava como agressores aos que tiverom e tenhem que militar pola liberdade do seu povo nas condiçons mais duras, sofrendo perseguiçons, detençons, acosso, torturas, violaçons da intimidade, prisom e negaçom dos seus direitos fundamentais praticamente a diário. A exageraçom do suposto clima de violência em que vive o espanholismo contribuiu nom só para atrair solidariedades cara si, mas também para ocultar as múltiplas violências que dificultam a militáncia independentista. E se bem o exemplo basco é o mais conhecido e explorado, a mesma estratégia utiliza-se na nossa naçom e contra o nosso movimento. Os choros de Gloria Lago ao ver sujado de pintura o seu flamante 4x4, ou o medo de quem vende simbologia espanhola ao receber umha carta instando-lhe a deixar de fazê-lo, tenhem sido já explorados e exagerados polos meios de comunicaçom do nosso país coa intençom de difundir a ideia de que, na Galiza, é o espanholismo quem nom pode viver tranquilo.
![]() O preso independentista galego Miguel Nicolás Aparírio ficava em liberdade previsória hoje 2 de Março de 2012 por volta das 14:00 da prisom de Zuera (Zaragoça), depois de abonar 3000€ de fiança imposta polo juiz que instrui o caso. Como informavamos ontes esta fiança está recurrida pola equipa de advogados por via dum recurso com a intençom de que a mesma seja retirada ou no seu defeito rebaixada ja que se considera excesiva, sendo a diferença económica devolta. Desde Ceivar alegramonos desta nova e e desejamos-lhe a Miguel umha bem-vinda a Terra. BEM-VINDO MIGUEL NICOLÁS!! A DISPERSOM É TORTURA!! LIBERDADE INDEPENDENTISTAS GALEGOS!! |
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Contodo amanhá os próprios advogados da defesa apresentaram um recurso contra a imposiçom de fiança, procurando a retirada da mesma ou no seu defeito a rebaixa desta. Proximamente informaremos de mais questons por volta desta possível excarceraçom. De Ceivar faremos o que esteja na nossa mao para fazer realidade esta possibilidade. LIBERDADE PRES@S INDEPENDENTISTAS!! Esta sexta-feira, a combatente galega Maria Osorio López foi trasladada da cadeia de Soto Real (Madrid) à prisom de Villabona em Asturies. Lembramos que Maria foi trasladada a Madrid, dende a cadeia de Brieva (Avila) para declarar na Audiência Nacional, junto aos outros tres companheiros detidos em dezembro, tras abrir-se o segredo de sumario. Animamos-vos a escrever-lhe e mostrar-lhe a vossa solidariedade, podedes faze-lo ao seguinte endereço: MARIA OSORIO LÓPEZ (presa política galega) C.P. Villabona Finca Tabladiello 33480 Villabona - LLanera (Asturies) |
Umha sexta-feira mais o Organismo Popular Anti-Repressivo Ceivar volve sair à rua para exigir a liberdade d@s pres@s
independentistas galeg@s, coincidindo co jejum mensal que fam todos os meses os membros do Colectivo de Pres@s Independentistas Galeg@s, do que formam parte Jose Manuel Sanchez Gorgas, Santiago Vigo Dominguez, Roberto Rodríguez Fialhega, Eduardo Vigo Dominguez, Maria Osorio López e Antom Santos Perez, presos nas cadeias de Mansilla de las Mulas (León), Dueñas (Palencia), Estremera (Madrid), Córdoba (Andalucia), Brieva (Ávila) e Aranjuez (Madrid), respectivamente, em demanda do seguinte:- Reconhecimento da sua condiçom de prisioneir@s polític@s. - Fim da política de dispersom penitenciária. - Reagrupamento dos membros do colectivo numha prisom em território galego. - Cessamento do regime de reclusom nos centros de menores. - Melhora geral nas condiçons de vida nas prisons. As concentraçons desenvolveram-se o día 27 de abril nas seguintes localidades: COMPOSTELA:Porta do Caminho às 20:00h. VIGO: Praça da Princesa às 20:00h. LUGO: Praça maior (diante da casa do concelho) às 20:30h. OURENSE: na Praça do ferro às 20:00h. LIBERDADE PATRIOTAS GALEG@S!! CONTRA A REPRESSOM ESPANHOLA, SOLIDARIEDADE E LUITA!! ![]() A sexta-feira día 13, comezavam as jornadas arredor do 17 de abril, que o Organismo Popular Anti-Repressivo Ceivar convocava nas diferentes comarcas nas que há presas e presos independentistas. A comarca de Lugo inaugurava assím umha serie de actos, que na fim de semana seguinte se desenvolveriam também em Compostela e Vigo.
Em lugo fixerom umha ceia-coloquio na que participarom os pais da combatente galega Maria Osorio López, e a que acudirom vinte pessoas, no Centro Social Madia Leva.
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O preso político galego Miguel Nicolás poderá aceder à liberdade provisória nas próximas horas ou dias prévio ingresso dumha fiança por valor de 3000 euros. O julgado que instrui o processo contra Miguel, Telmo e José M. Prado admitia a solicitude de liberdade provisória da defesa letrada do patriota galego actualmente preso no cárcere de Zuera-Zaragoça em regime de prisom preventiva.
Esta sexta-feira, a combatente galega Maria Osorio López foi trasladada da cadeia de Soto Real (Madrid) à prisom de Villabona em Asturies. Lembramos que Maria foi trasladada a Madrid, dende a cadeia de Brieva (Avila) para declarar na Audiência Nacional, junto aos outros tres companheiros detidos em dezembro, tras abrir-se o segredo de sumario.
independentistas galeg@s, coincidindo co jejum mensal que fam todos os meses os membros do Colectivo de Pres@s Independentistas Galeg@s, do que formam parte Jose Manuel Sanchez Gorgas, Santiago Vigo Dominguez, Roberto Rodríguez Fialhega, Eduardo Vigo Dominguez, Maria Osorio López e Antom Santos Perez, presos nas cadeias de Mansilla de las Mulas (León), Dueñas (Palencia), Estremera (Madrid), Córdoba (Andalucia), Brieva (Ávila) e Aranjuez (Madrid), respectivamente, em demanda do seguinte:









