110276-crumpled-paper-icon-social-media-logos-rss-cube

A continuaçom reproduzimos o comunicado emitido polo coletivo internacionalista euskaldun Askapena com motivo do 17 de Abril, Dia Internacional das/os Presas/os Políticas/os.

Gasteiz"A existência de presos e presas políticas é umha constante na História da luita dos Povos. O sistema capitalista-imperialista emprega numerosos jeitos para fazer calar aos que se oponhem à injustiça imperante sem que lhe trema nunca o pulso. A criminalizaçom, o escarmento, as detençons, a repressom policial, os juízos políticos e finalmente a tortura e o encarceramento é o preço que muitas, ao largo e ancho do mundo, tiverom e seguem tendo que pagar por ter-se atrevido a questionar a orde estabelecida.

Este ano, neste 17 de Abril, Dia Internacional dos e das Presas Políticas, queremos centrar a nossa atençom no marco europeio e concretamente no marco da opressom de Povos conformados polo Estado Espanhol e Francês. Em pleno coraçom dumha Europa supostamente baluarte de valores democráticos, o Estado Espanhol e Francês tenhem o visto bom por parte das instituçons europeias para manter sequestrados e empregar como moeda de cámbio ou diretamente como chatagem a militantes políticos comprometidos na luita de Libertaçom dos seus Povos. Assim é como junto ao Coletivo de Presas/os Políticas/os Vascas/os, duzias de companheiros galegos e corsos estám a pagar duramente as consequências da sua entrega militante e padecendo elas  também as mesmas medidas donde o respeito polos direitos mais fundamentais brilham pola sua ausência. Dispersom, isolamento, golpes, falta de asistência médica… fam que o dia a dia de galegas e corsas seja o mesmo ínfero que padecem os nossos presos.

É por elo que neste Dia Internaciona l das/os Presas/os Políticas/os, ademáis de mostrar a nossa solidariedade com todas as pessoas presas por luitar, queremos denunciar particularmente a situaçom do coletivo dos presos galegos e corsos contra os quais o Estado Espanhol e Francés, com o silêncio cúmplice da Uniom Europeia, se estám a encarniçar. Por outro lado aproveitaremos estas datas para fazer-lhes chegar aos familiares dos presos políticos vascos as postais que chegárom desde todos os pontos do Planeta trâs a iniciativa aberta por parte dos Comités de Solidariedade com Euskal Herria- Euskal Herriaren Lagunak. Desde Askapena, temos claro que a solidariedade com as presas políticas tanto cá, em Euskal Herria como com e desde outros Povos em luita é um trabalho imprescindível, nom somentes para que se respeitem desde agora os seus direitos, se nom para que tanto eles como os Povos polos que luitam consigam quando antes o seu objetivo: a liberdade."

 

No dia de hoje cheg1912150_631448800258932_1680777964_nou-nos a informaçom de denúncia de torturas de vários galegos que fôrom detidos na manifestaçom do passado 22 de Março em Madrid.

Segundo aporta o relato, estas pessoas marchárom da mobilizaçom quando começavam as primerias cargas brutais, nesse momento um grupo de anti-distúrbios e polícias secretas tirárom-se contra elas e tivérom-nas durante média hora com a cara pegada à furgoneta que as ia trasladar até a prisom de Moratalaz.

Na cadeia de Moratalaz os galegos estivérom nove horas de pé com os braços erguidos namentres os insultos e vexaçons eram umha constante. Posteriormente passaróm-nos aos calabouços onde lhes acendiam e apagavam as luzes para que perderam a noçom do tempo. Ademais, os polícias prendiam o ar acondicionado para causar-lhes maior sensaçom de frio.

Durante 35 horas nom lhes foi oferecido nem um copo de água e somentes podiam ir à casa de banho cada 12 ou 13 horas.

Desde CEIVAR fazemo-nos eco de este testemunho para denunciar novamente os atos de tortura que leva a cabo o Estado Espanhol. Estas práticas inumanas nom pertencem a filmes se nom que cada dia som vividas por mais pessoas na sua própria pele. Basta já de torturas contra os Povos!

 

coletivoA continunaçom reproduzimos o comunicado textual emitido polo Colectivo de Presas/os Independentistas Galegas/os perante o 17 de Abril:

Desde o Colectivo de Presos/as Independentistas Galegos/as aproveitamos a proximidade do 17 de Abril, jornada de apoio á luita dos/as presos/as políticos/as, para trasladar várias reflexons de interese para o Movimento independentista, e particularmente para o espaço solidário galego no caminho conjunto que estamos a fazer cara o respeito dos direitos que nos corresponde até a liberdade dos militantes galegos encarcerados.

Nas  cadeias espanholas levamos anos enfrentando umha política penitenciária; muitas vezes denunciada e conhecida polo movimento popular galego, caracterizada pola dispersom, o régime FIES, restricçons e a soedade política imposta que busca romper os vínculos entre nós e com o nosso Movimento político.

O Estado Espanhol mantem a tentativa permanente e amplamente fracassada de destruiçom pessoal, pretendendo a renúncia á nossa identidade e ao projecto combatente ao que pertencemos. A chantagem, a pressom individualizada e o acosso tambem fam parte dessa estrátegia de guerra carcerária contra alguns militantes. O Estado pretende a claudicaçom
política a cámbio de algumhas migalhas como seriam certas melhoras dentro ou o possível acercamento a umha prissom na Galiza.

Espanha segue atopando a firme vontade militante dos combatentes galegos, em resposta ás súas chantagens e medidas repressivas; desde o nosso Colectivo reafirmamo-nos na oposiçom a qualquer maniobra de divissom e renúncia política, com o convencimento de que so a luita consequente e a irmandade militante nos permitirá voltar as rúas, com dignidade e respeito colectivo.

O CPIG rechaza as saídas individualistas para os presos independentistas. As opçons pessoais unilaterais suponhem unha deslealdade á dinámica colectiva, fortalecendo a mesma política peniténciaria que seguimos a sofrer nas cadeias espanholas. Deixamos bem clara a nossa oposiçom a qualquer  “vía Nanclares” galega, exigindo o traslado a umha prissom em
território galego e o agrupamento  do nosso Colectivo, sem condiçons, nem contra-partida política algumha, tal e como reivindicamos nas protestas mensais.

Os combatentes presos, organizados no CPIG, reclamamos de novo ao conjunto do independentismo galego, ás organizaçons solidárias e democráticas a continuidade no trabalho permanente de denúncia, apoio e respaldo ás nossas reivindicaçons, acompanhando ao CPIG na nossa luita, longa e díficil, mais que sem dúvida, entre tod@s, venceremos!

A luita é o único caminho!
Independência!

 

puoEm Fevereiro informamos do juízo que se ia a produzir o dia 20 desse mês contra três independentistas aos que supostamente acusavam do delito de “roubo com força nas cousas” No dia de ontem conheciamos a decisom judicial: o jurado arquivou o caso por prescriçom da suposta falta.

Os factos remontam-se a Julho de 2013 quando F.M., M.M.A., A.E. expropiárom umha faixa publicitária dumha empresa que desrespeita os direitos dos trabalhadores para po-la a disposiçom comum. Nesse intre fôrom detidos pola Guardia Civil, conduzidos aos calabouços do quartel de Canido (Ferrol) e acusados dum suposto delito de “roubo com força”.

Durante o processo judicial a Defesa solicitou o arquivo da causa e subsidiariamente que o juízo por suposto delito se transformara em juízo de faltas devido a que nem se dava o conceito jurídico de “roubo com força nas cousas” nem o valor da faixa superava os 400 euros. Posteriormente o Jurado acedeu à sua transformaçom em juízo de faltas e a Defesa pediu o seu arquivamento por prescriçom da falta, a qual foi concedida.

 

carlos_e_seraApós ser apresentada umha solicitude de indulto por parte da Defesa dos dous operários galegos ante a juíza que instrue o caso em Vigo, a concessom desta medida de graça ainda pende dum fio. O motivo é o recurso de apelaçom apresentado polo Ministério Fiscal para impedir que lhe seja concedida.

A este respeito o Fiscal David Calzada algega que o indulto nom se ajusta a direito devido a que quando umha petiçom foi denegada com anterioridade deverá ser desestimada a segunda a nom ser que se aportem novos dados.

A importância que tem a solicitude é que ficava adiada a entrada em prisom dos dous sindicalistas até que houvera um pronunciamento por parte do Conselho de Ministros. Este tempo resulta vital para chegar a um acordo mas agora corre na contra dos trabalhadores.

Novas mobilizaçons

Carlos e Serafim fôrom condenados a três anos de cadeia por ter participado num piquete do transporte em 2007. Desde entom recolhérom-se 25.000 assinaturas para evitar que os operários entraram na prisom.

Amanhá, dia 10 de Abril, a partir das 19:30 sairá umha nova manifestaçom desde a Praça dos Cavalos (VIGO).

Vaia desde CEIVAR o nosso apoio e solidariedade com Carlos e Serafim. INDULTO JÁ!

 

IMG00013-20140408-1354Desde primeiras horas da manhá um grupo de solidárias chantou-se diante das portas dos Julgados de Fontinhas (Compostela) para mostrar o seu apoio com as seis detidas no dia de ontem. Se bem a cita judicial estava marcada para as 13h, as estudantes nom passárom a declarar ante a juíz Ana López Suevos até as 14h.

Os momentos de tensom viviróm-se desde o momento que fixo ato de presença a Polícia Espanhola. Primeiramente obrigárom às solidárias a retirar-se das portas do Julgado e fôrom conduzidas até outra parte onde estivérom vigiadas em todo momento por numerosas grileiras anti-distúrbios e agentes uniformados.

Ao berro “liberdade para as detidas” e “basta já de repressom” as concentradas fôrom identificadas umha a umha.  Ao ser interrogado por umha jornalista de a qué se deviam as identificaçons às jovens, um polícia em atitude chulesca afirmou que estavam numha concentraçom ilegal. Ademais a informadora foi também identificada e, pese a mostrar a sua acreditaçom de prensa, foi-lhe obstaculizado o seu trabalho.

A situaçom de maior tensom viviu-se quando as assistentes à concentraçom tentárom volver a situar-se na porta dos Julgados. A Polícia Espanhola obrigou-nas mediante empurrons e insultos a abandonar a ubicaçom. A rigidez incrementou-se e os agentes ainda tornárom mais agressivos e mal-educados.

As detidas passam ante a juíz

As 13:45 horas chegavam duas furgonetas policiais, a primeira escoltava à segunda que era onde vinham as seis detidas. No intre de chegar a Fontinhas as solidárias berrárom consignas de apoio às detidas que elas puiderom escuitar perfeitamente.

Às 14h começárom a declarar as primeiras detidas e passadas as 15:30 já as seis estudantes estavam na rua recibindo o apoio e aplausos das amigas, familiares e solidárias.carro

Os cárregos que lhes imputam som desordem pública, atentado à autoridade, danos e lesons. As supostas provas que existem contra elas, segundo puidemos saber polas suas Defesas, som umhas gravaçons de cámaras de vigilância privada, de médios de comunicaçom e de algum “anónimo”. Pola contra, os advogados  confirmárom que as imagens aportadas som muito difusas e nom se apreciam com claridade.

Três detidas assistidas no PAC

A cifra é alarmante. O 50% das detidas no dia de ontem precisárom ser atendidas no Ponto de Atençom Continuada (PAC) do Policlínico.

A umha das estudantes foi-lhe negada a sua medicaçom para o asma polo que tivo que ser deslocada até o hospital, outra apresenta umha escordadura no pulso produto da detençom e outra tivo que ser assistida por malestar geral. Polo resto, o trato na Comissaria durante a tarde e noite passada foi “correto”.

 
Mais artigos...
O Teito é de Pedra
mostra_capa
Eu também som Maria Osório
maria_oso
Lei de Segurança Cidadá
LSC_2014web
Defender a lingua nom é delito!

CARTAZ_JUIZOS_LINGUA

Endereços d@s Pres@s

xurxo_web

carlos_web_2

edu_web

teto_web

antom_web

Atópanos nas redes sociais



feisbuk

imagem_web_autodefesa

numero_conta_ceivar