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B8B0NVTIIAIDLUYNo dia de hoje o preso independentista galego Raúl Agulheiro comunicava que chegara ao seu novo destino, o centro penitenciário de Zuera (Zaragoza). Raúl Agulheiro atopava-se na prisom de Mansilla de las Mulas (León) até há dous dias.

Deste modo o preso independentista estará a 830 quilómetros da sua morada com todo o que isto repercute para as suas famílias e amizades.

Desde o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR queremos animar-vos encarecidamente a que lhe enviedes umhas linhas solidárias assim como todas as demonstraçons de carinho e apoio para a sua família.

Raúl Agulheiro Cartoi
Centro Penitenciario de Zuera
Ctra. Zuera a Erla,
 50800
 Zaragoza
 

aran2011001No dia de hoje era comunicado o falecimento da mae da presa política Arantza Diaz. A gasteiztarra entrou a militar no PCE(r) em 1999 e no ano 2002 passou-se à clandestinidade. Posteriormente foi detida em Reus no 2006 junto a duas pessoas e as três fôrom torturadas selvagemente . A sua sentença é de 11 anos por “pertença a banda armada” assim como por desacato a um tribunal.

Durante o seu percorrido polas prisons espanholas, Arantza quadrou com a presa independentista galega Maria Osório Lopes na cadeia de Brieva (Ávila) e ambas trabárom umha fermosa amizade.

Atualmente, Arantza Diaz atopa-se na prisom de Alacant II junto ao seu companheiro também militante do PCE(r), o galego Davide Garaboa.

A mae de Arantza reportava umha enfermidade desde 2003 que a mantinha em estado de dependência.

Desde o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR queremos enviar umha sentida condolência à família de Arantza assim como às suas amizades e a própria presa. Lamentamos o passamento e ainda mais nas condiçons de reclusom que nom permitírom a Arantza passar os derradeiros dias da sua mae junto a ela.

Igualmente animavos-vos a enviar-lhe umhas palavras de alento:

ARANTZA DIAZ VILLAR
CENTRO PENITENCIARIO ALICANTE II-VILLENA
Carretera N-330, Km. 66,
03400 Villena, Alicante

 

2015072814110380294Três jovens militantes de Galiza Nova estám cumprindo durante esta semana os quatro dias de arresto domiciliário ao que fôrom sentenciados por realizar um mural em defesa do ensino público a finais de 2013. Naquela altura o alcalde de Mondariz, Julio Alén (PP), ligou para a Guardia Civil para que identificara e sancionara às/aos ativistas.

Seria em Maio de 2014 quando cinco jovens fôrom chamadas/os a declarar nos Julgados por umha falta de “deslucimento”. As/os acusadas/os limitárom-se a responder somentes às perguntas da sua Defesa e alegárom o mal estado no que se atopava o muro no que estavam a pintar o mural.

Finalmente som três as/os moças/os sancionadas/os que passarám 96 horas na sede do BNG de Ponte-Areias para cumprir a sentença. Tal e como sucede nestas situaçons, em qualquer momento um agente policial poderá passar para comprovar que as/os jovens se atopam na ubicaçom.

Desde o BNG assim como desde Galiza Nova consideram que “nom é de recibo que haja moças/os que por pintar um mural em defesa do ensino público se vejam privadas/os de liberdade namentres os responsáveis da exploraçom da mocidade galega gocem de total impunidade”.  Igualmente desde o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR manifesta-se a solidariedade com as/os ativistas retaliadas/os e faz-se um chamamento a apertar filas contra a repressom que abrangue a todos os seitores nacionalistas e independentistas do País.

 

LeyMordaza_RepresionPolicialO passado seis e sete de Julho umha delegaçom de seis Ministérios do Governo de Rajoy comparecia ante o Comité de Direitos Humanos da ONU que estava a examinar a vários Estados sobre o cumprimento do Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos. Após analisar os informes que apresentava Espanha, a ONU concluiu há um par de dias qualificar a Espanha com um suspenso em matéria de Direitos Humanos.

As principais críticas que aponta a ONU som a persistência de leis e práticas contrárias aos Direitos Humanos:

Racismo Policial: a ONU constata a existência de controlos policiais baseados em perfis raciais e étnicos e solicita a Espanha que retire essa discriminaçom por parte dos polícias. Assim mesmo indica que deverá levar ante os tribunais a quem continue a agir com essa prática racista.

Maus tratos: O informe recolhe que em Espanha os agentes do Estado empregam “em excesso a força e maus tratos”. Ademais insta a deixar de indultar a polícias que fôrom condenados por torturas e exige a eliminaçom da tortura, “estabelecer órganos independentes, asegurar a imparcialidade das/os forenses e proibir os indultos a torturadores”. Igualmente critica que as detençons e interrogatórios nom sejam gravados.

Isolamento de detidas/os: A ONU solicita que se elimine a detençom incomunicada na sua totalidade.

Lei de Amistia do 1977: O informe exorta a derogar a Lei de Amistia na que se refugiam muitas das pessoas que fôrom cúmplices dos crimes do franquismo. Ademais pede que seja o Estado quem se faga cargo de devolver às suas famílias os corpos das/os assassinadas/os durante o franquismo e que ainda estám em fossas comuns.

Lei Mordaça: A ONU mostra a sua preocupaçom por esta lei já que coarta a Liberdade de Expressom e Manifestaçom. Do mesmo jeito está alertada sobre o “uso excessivo de sançons” e a proibiçom de gravar a polícias.

O informe recolhe outras questons mais referentes à pouca proteçom que tenhem as mulheres vítimas de violência machista, a praxe de esterilizaçons forçadas a pessoas com algum tipo de discapacidade, as diferenças de representaçom polo seu género assim como o trato que se lhe dá às pessoas imigrantes. Igualmente a ONU opom-se à Lei do Aborto aprovada desde Madrid há ums dias.

Este é o enéssimo toque de atençom que organizaçons internacionais dam a Espanha respeito ao ámbito dos Direitos Humanos. O informe faz-se eco de muitas das situaçons das que cada dia faz-nos lidiar o Governo de Madrid em matéria repressiva mas estas organizaçons internacionais polo momento tampouco se mostram dispostas a dar umha volta de porca mais e passar dos meros informes à açom. Quizáis o mais significativo do documento emitido pola ONU seja o reconhecimento expresso da nula separaçom entre os três poderes que até o dia de hoje permitem indultar a torturadores e encarcerar por questons políticas.

 

18Tal e como publicamos em entradas anteriores umha brigada de Askapena procedente de Euskal Herria estivo na Galiza durante dez dias para conhecer a realidade do nosso País em muitas das suas dimensons. Entre as reunions, encontros e atos nos que participárom também se conta a sua presença na VIII ediçom da Cadeia Humana pola Liberdade das/os Presas/os Independentistas Galegas/os que tivo lugar o passado 24 de Julho. Após concluir este ato, a brigada deixou para o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR as seguintes palavras:

“Participamos como brigada de Askapena na VIII Cadeia Humana pola Liberdade das/os Presas/os Independentistas Galegas/os. Fizémo-lo com espíritu internacionalista para levar a nossa aperta solidária às/aos companheiras/os que se vírom privadas/os de liberdade com a única acusaçom de pretender umha Galiza livre, socialista e feminsita. A elas/es, exemplo de luita, como brigada de Askapena queremos abraça-las/los e desejar-lhes que voltem aginha para as suas casas com as suas famílias e amizades.

Em particular queremos transmitir o nosso agarimo para com as famílias das/os presas/os que sofrem as consequências da dispersom, sabemos bem o que é o sufrimento que provoca esta política penitenciária.

Finalmente convidamos e animamos a toda a militáncia a luitar polo fim da dispersom. Igualmente queremos parabenizar ao movimento independentista galego pola volta a casa de Heitor Naia Gil, absolto de todas as acusaçons.

Ongi etorri, Koala!
Preso galegoak etxera!            
Que voltem para a casa!”
 

Como já é habitual, desde umhas horas antes da VIII ediçom da Cadeia Humana pola Liberdade das/os Presas/os Independentistas a Policía Espanhola tomava as ruas da zona velha de Compostela. Numerosas grileiras, polícias uniformados e à paisana despregárom-se polas ruas da capital.

Passados ums minutos da meia tarde umhas quatrocentas pessoas enchiam a Praça da Galiza e minutos depois passárom a rodea-la colhidas/os das maos. Vigiada/os atentamente pola polícia, as assistentes pendurárom cartazes do pescoço e berrárom em contra da dispersom, das forças de ocupaçom e reclamando a liberdade das/os presa/os independentistas.

Seguidamente e de novo enganchada/os das maos partiu-se numha manifestaçom que percorreu as ruas da zona velha da capital galega. Durante o percorrido nom se deixou de gritar em ningum momento chamando a atençom das/os viandantes.

Ato político

1Chegadas/os à Praça do Toral deu-se início ao ato político com o hino do Antigo Reino da Galiza e posteriormente as palavras da Plataforma Que Voltem para a Casa! que insistiu em acadar o objetivo de arrecadar os fundos precisos para poder trasladar até o Tribunal Europeio de Direitos Humanos a vulneraçom de direitos à que se virom submetidas/os as/os presas/os independentistas Antom Santos, Maria Osório, Roberto Rodríguez e Eduardo Vigo. Igualmente insistiu-se na importância da solidariedade para difundir as constantes violaçons de Direitos Humanos que acontecem na Galiza.

Pola sua banda, o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR expremeu publicamente a sua alegria pola posta em liberdade do ex-preso independentista Heitor Naia assim como o anúncio que nas vindeiras horas estará na Galiza. A continuaçom reproduze-se o comunicado lido por CEIVAR nesta VIII ediçom:

“Muito obrigadas às organizaçons nacionais e internacionais que hoje nos acompanhades e também bem-vindas a todas as pessoas solidárias a esta Cadeia Humana pola Liberdade dos e das Presas Independentistas Galegas. Entre todas fizemos possível chegar a esta oitava ediçom!!!

O Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR xurdiu já há 12 anos. Esta era umha data que coinicida com a saida do último preso do Exército Guerilheiro, mas namentres as cadeias ficavam livres de presas/os independentistas, a situaçom nas ruas era bem diferente.

Para todas/os conhecidas as cargas policiais, os acosos, os seguimientos, as multas ou os intentos de infiltraçom. Eram tempos nos que a mocidade enfrontava heroicamente um estado de excepçom e naquela altura, a leitura que fazia CEIVAR era a necesidade de organizar-se fronte a umha repressom que se ia extender a todas as capas da populaçom mais consciente. Nom nos equivocamos. A repressom tocou-nos e toca-nos mui de perto, nas próprias carnes incluso, mas tampouco nos equivocamos ao criar um organismo que lhe fizera fronte a tanta injustiça e arbitrariedade.

Decorrérom já umha dúzia de anos desde que botamos a andar este projecto e algums dos que hoje estám aqui tivérom que pagar com a sua liberdade a sua militancia política, outras pessoas sentárom no banquinho dos acusados do tribunal político de Madrid, a outras as malheiras deixárom-nas na cama durante dias, outras andam a cavilar como pagar as desorbitadas multas que nom cessam de chegar à casa e outras estám paralizadas polo medo. A todas esssas pessoas prestamos-lhe o nosso acompanhamento e apoio fazendo um esforço ingente que é próprio dos Povos dignos como é o o Povo Galego.

Nestes 12 anos em CEIVAR procuramos visibilizar a repressom mas também botar luz sobre um burato que dim ser escuro e frio e ao que lhe chamam cárcere. Nem é tam escuro nem é tam frio porque dentro dessas cadeias temos a galegas e a galegos, que além das torturas e do isolamento no que lhes obrigam a viver, irradiam-nos força, valentia e compromisso. Numha data coma hoje temos presente a:

Maria Osório Lópes (vizinha de Becerreá e dispersada em León)

Antom Santos Pérez (vizinho de Compostela e dispersado em Palencia)

Eduardo Vigo Domingues (vizinho de Angrois e dispersado em Toledo)

Raúl Agulheiro Cartoi (vizinho da Marinha e dispersado em León)

Roberto Rodríguez Fialhega (vizinho de Vigo e dispersado em Valladolid)

E queremos fazer umha mençom especial a Héitor Naia Gil (vizinho também de Vigo e dispersado em Madrid até este momento). Dizimos até este momento porque no dia de ontem fizo-se pública a sentença do Tribunal Supremo na que absolvia a este independentista dos cargos polos que teria que cumprir 11 anos de prisom. Aguardamos ter nas próximas horas Heitor Naia na casa! Aguardamos ter na Galiza aginha a um exemplo de triunfo da solidariedade! O Organismo é necesário e esta vitória é a monstra da necessidade de seguir avançando organizadas.

Além desta boa nova, estes cinco presos e presas independentistas galegos estám a livrar hoje outra dura batalha. Entre condiçons insalubres, paliças e permanentes restriçons estas seis mulheres e homens siguem firmes, nom se vendem nem vendem a ninguem. Nom há preço à dignidade dum Povo. E é por isso que as tentativas de saidas individuais, tanto dentro como fora das prisons, nom nos valem, nom lhe valem a esta Pátria! As filhas e os filhos deste Povo nunca poderám ser livres até que todas o sejamos!

Apertar filas, apertar os dentes, para sorrir e para luitar mas devemos de ser claras em que a força de um nom vale de nada se nom está rodeada da força de todos! Normalizar a repressom nom pode ser o caminho, com cada pau e com cada ataque contra nós temse-nos que encolher o coraçom como se fora a primeira vez, mas com toda a vagagem de experiência que já temos. Nom nos infravaloremos, nom nos infravaloredes! CEIVAR, junto a outras companheiras de caminho estamos pola liberdade e pola dignidade da Galiza e do nosso Povo e iremos até a última consequéncia ate ver cumprida esta meta.

Nestes dias para muitos remata o curso político mas para as que hoje estamos presente ainda temos tarefa. O próximo objetivo é arrecadar fundos para ir a Estrasburgo, ir até donde cumpra até que nom regresem a esta Terra as/os filhas/os que obrigárom a desterrar-se. Ninguem, absoluramente ninguém nos vai negar o que já decidimos há muito tempo; ser livres e ter um País livre!

Finalmente desde CEIVAR fazemos-vos um chamamento a que vos reconhezades, a que nos reconhezades como irmaos, quando falta umha mau rompe-se a cadeia. Todas sodes, todos somos imprescindíveis para fazer realidade a solidariedade imparável que tumbará qualquer dificultade ou muro que nos separe do nosso Povo.

Somos todo o que precisamos, temos todo o que precisamos, maos à obra!

Adiante a solidariedade imparável

Viva a Galiza livre, socialista e feminista”

A continuaçom foi um membro do Coleitivo de Presas/os Independentistas Galegas/os quem mediante umha gravaçom expremeu a grande importância da solidariedade e dando boa conta que a esta chega nítida como nos primeiros dias dos encarceramentos das/os presas/os. Assim mesmo manifestou que cada pessoa é importante no movimento de solidariedade.

Finalmente fechou-se o ato entoando o hino galego numha jornada na que se acadou somar a mais solidárias/os do que nunca e que estivo fortemente marcada pola presença de internacionalistas de Aragón, Euskal Herria, Països Catalans, Andalucía, etc.

2Manifestaçom unitária juvenil

Mais um ano o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR  também estivo presente durante a manifestaçom unitária juvenil que tivo lugar às 20h partindo da Alameda baixo a legenda “A mocidade galega pola independência, venceremos nós” . CEIVAR despregou-se umha faixa no percorrido da mobilizaçom denunciando a repressom à que está submetida a mocidade galega.

Agradecimentos

Desde CEIVAR queremos fazer um agradecimento expresso a todas e todos vós. Somos conscientes das dificultades que muitas vezes acarrea ter que deslocar-se até Compostela um dia laborável mas também do desgaste que implica estar cada ano secundando as convocatórias.

Outro ano mais se conseguimos que a Cadeia Humana fora um claro sucesso foi grazas a vós; à militáncia que nom deixou de trabalhar nem um minuto, às/aos colaboradoras/es que bostástedes umha mao no que puidestedes e às/aos solidári@s estivestedes esse dia ou às/aos que trabalham desde o silêncio.

·         Nos vindeiros dias subiram-se mais imagens às nossas redes sociais.

Vídeo Gz Contrainfo: https://www.youtube.com/watch?v=a9PN7wNmKdU

 
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