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BRIGA e Ceivar apresentamos mais outra atividade conjunta, neste caso trazemos a República Catalana a debate onde abordaremos o momento atual desde a ótica do republicanismo anti-capitalista, a auto-organizaçom juvenil e a resposta anti-repressiva.

Na tentativa do feche reacionário da crise que afronta o régime do 78 e o "155" imposto sobre a nossa mentalidade coletiva no tocante ao processo independentista catalám abrimos umha fenda para ofertar umha jornada formativa e de debate, atravessada polo internacionalismo e a solidariedade entre povos.

Ponhentes:

-Mireia Vehí: Socióloga catalana e ex-deputada polas CUP-CC

-Fenan Ocata: Porta-voz de Alerta Solidária.

-Desde o plano juvenil contaremos cumha militante de Arran.

Após o debate que terá lugar o sábado 17 de fevereiro às 19:00h na Gentalha do Pichel teremos umha ceia-convívio cumha ementa galego-catalana (entrantes + cozido/cous cous (opçom vegana) + sobremesa.

Para anotar-se à ceia podedes faze-lo no telefone: 666 247 977

Haverá umha tómbola solidária.

 

A Fiscalía pide para Emilio Cao, moço do Carbalhinho, 5 anos de cadeia e 6.000 euros de multa. Os feitos remontam-se a maio de 2014 quando miles de pessoas chegadas de diferentes pontos do Estado Espanhol se manifestarom em Madrid para exigir direitos fundamentais como som "pam, trabalho e teito"

A chamada Marcha pola Dignidade decorreu sem problema, até que a poícia comezou a carregar contra os manifestantes provocando disturbios e ferindo a várias pessoas. Detiverom a 24 manifestantes, entre eles tres galegas entre os que se atopa Emilio.

Várias das pessoas detidas denunciarom ter sofrido maus tratos na comisaría.

"Hai centos coma mim, xente que por fazer música esta sentada num julgado, outras que por conflitos sindicais pidem-lhes penas de prisom ou multas astronómincas... por nom falar da brutal persecuçom que está a levar em Catalunya", sinala Emilio ao jornal Sermos Galiza.

 

Julen Ibarrola ingresará em prisom por terem realizado umha pintada a rotulador. Parece umha brincadeira mas nom o é. A Audiência Nacional impuxo-lhe a este jovem de Amurrio um ano de prisom que deverá cumplir dado que tinha antecedentes pola okupaçom do Gaztetxe da sua localidade.

"Esta decissom deve-se à sua participaçom no movimento juvenil, é dizer, por ser jover e independentista (...) estamos fartas de ver como se levam a jovens mentras outros estam na rua cos petos cheios à nossa costa e até o pescozo de corrupçom", sinalarom numha rolda de imprensa vizinhas e vizinhos de Amurrio em apoio ao rapaz.

Também, fixerom um chamamento a fazer pintadas com rotulador com a legenda "Julen Libre" e a participar dos diferentes atos que tenhem preparados para protestar contra esta injustiça.

 

 

"Que casualidade que os límites da liberdade de expressom sempre som para os mesmos, sempre somos os anti-fascistas quem somos julgados, perseguidos e condenados", isto dizía o rapeiro Pablo Hassel no juiço que tivo esta semana na Audiência Nacional,  e engadía "por muito menos que isto a mim quere-se-me condenar a prisom (referindo-se a um twit da Polícia Nacional) "entom, se por relatar uns feitos obxetivos quere-se-nos condenar a prisom, que se diga abertamente que ser republicano é ilegal, ser comunista é ilegal, e que esta é outra Inquisiçom na que nom se pode sequer contar umha serie de feitos obxetivos".

A Pablo Hassel pidem-lhe 12 anos de cadeia por publicar twitters e polas suas cançons. Deixamos-vos o enlace do vídeo onde se podem ver as suas declaraçons.

https://www.youtube.com/watch?v=OJYDbDdz0xY

 

 

Em março de 2015 eram detidas 38 pessoas no Estado Espanhol na chamada Operaçom Pinhata, ordenada polo julgado de instrucçom número 6 da Audiência Nacional, e que se saldou com 11 pessoas acusadas de usurpaçom, 14 acusadas de desobediência e 13 de pertenza a "organizaçom criminal com fins terroristas". A Polícia Nacional afirmava que pertenciam aos Grupos Anarquistas Coordinados (GAC).

Operaçom Pandora

Meses antes detinham a outras 28 pessoas noutro gram operativo policial contra o movimento anarquista, chamado Operaçom Pandora, que se desenvolveu em duas fases.

Prisom e dispersom

Várias das pessoas detidas nas duas operaçons forom encarceradas, aplicando-lhes a prisom preventiva, o régime FIES e a dispersom penitenciária.

Nesta semana foi arquivada a Operaçom PInhata, a Pandora já o fora meses antes.

De Ceivar queremos parabenizar às pessoas que foram encausadas e que se mantiverom firmes durante todos estes anos. Ante a sua repressom a nossa solidariedade, ante a sua miséria a nossa justiça, ante o seu fascismo a nossa generosidade.  Pretendem instaurar o medo, a escuridade, o individualismo, e sempre é motivo de ledicia quando triunfa a razom fronte a ignominia. De Ceivar só vos podemos dizer:

PARABÉNS COMPANHEIRAS! A VOSSA GENEROSIDADE É UM EJEMPLO!

MAO A MAO, CÓVADO A CÓVADO, ADIANTE A SOLIDARIEDADE!

 

 

 

Galizalivre.com// Se há dous dias informávamos das pesadas sançons económicas a quatro activistas lucenses pola sua implicaçom numha greve geral em 2010, hoje temos que dar notícia de mais umha tentativa judicial por desmobilizar e dissuadir da participaçom política.

No vindouro 31 de Janeiro, os julgados da Corunha acolherám o juízo contra Aida Vasques, activista do Centro Social Gomes Gaioso, acusada de « atentado à autoridade ». Baixo esta acusaçom genérica, a polícia espanhola imputa habitualmente manifestantes de acçons violentas contra as forças repressivas, cuidando-se assim as costas ante as denúncias que derivam das próprias agressons dos uniformados. O caso que nos ocupa segue os ditados do manual de mentiras policiais : em Outubro de 2015, umha concentraçom em PALEXCO era dissolta a paus pola UIP , impedindo assim que corunhesas e corunheses exprimissem o seu rechaço ao monarca espanhol, que visitava naquele dia a cidade herculina.

Apesar de Aida nom ser retida nem detida naquela ocasiom, recebeu umha citaçom judicial meses depois ; foi chamada a declarar e iniciou-se assim um processo que -segundo denunciam as suas companheiras solidárias -evidencia a existência de listas negras policiais, às que a brigada de informaçom recorre arbitrariamente quando os seus amos pedem castigo. As fotos de facebook e do jornal do regime « La Voz de Galicia » fôrom utilizadas pola polícia como material incriminatório.

Da Corunha a Ferrol, passando por Lugo: juízos que nom cessam.

O caso de Aida Vasques enquadra-se na linha de puniçom directa de todo protesto popular, nomeadamente quando participado por sectores sócio-políticos rupturistas como o próprio independentismo. Há poucos dias era também julgado em Ferrol o trabalhador da estiva Santi Vidueira, acusado de participar dum protesto da CIG contra a conselheira de sanidade em 2014. Mais umha vez, a acusaçom era a recorrida de « atentado à autoridade » ; Santi enfrenta umha petiçom fiscal de 7000 euros.

Concentraçom.

Companheiros e companheiras de Aida Vasques chamam a concentrar-se diante dos julgados da Corunha na vindoura quinta às 9,30 baixo a legenda « Stop montagens policiais ». Convocantes afirmam que « hoje é Aida, e amanhá pode ser qualquer de nós ».

 
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