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cartazes

De Ceivar queremos denunciar as sançons que estam chegando à militáncia do nosso organismo na comarca de Compostela e a de outra organizaçons independentistas e nacionalistas polo facto de colar cartazes nas ruas da cidade em espazos onde já existiam outros, incluso do próprio concelho. Este tipo de atitudes sancionadoras demostra, umha vez mais, o talante punitivo do governo da cidade compostelá que presume de "progresista".

Publicamos a continuaçom a nova que ao respeito aparece no diário digital Sermos Galiza:

A Xunta de Goberno do Concello de Santiago, presidida por Martiño Noriega, acordou propor para sanción persoas de organizacións xuvenís nacionalistas e independentistas por poñeren cartelaría nos mesmos lugares onde loce publicidade da Concellaría de Educación, dos Orzamentos Participativos, dos encontros do alcalde coa veciñanza, da Cidade da Cultura e do Pazo de Congresos, entre outros.

O pasado verán, días antes do Día da Patria, o alcalde Martiño Noriega publicaba un bando para lembrar o contido da ordenanza do PP coas prohibicións existentes sobre publicidade no ámbito do Plan Especial da Cidade Histórica.

Nas últimas xuntas de goberno aprobáronse os apercibimentos de sanción a, no mínimo, 6 persoas de diversas organizacións estudantís e organizacións nacionalistas e independentistas que adoitan organizar actividades políticas ao redor do 25 de xullo, actos reivindicativos estudantís, polos dereitos democráticos e a favor do referéndum de Catalunya. Algunhas delas xa foron notificadas e teñen un prazo de 15 días para recorreren as multas.

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arranO passados 27 de março, Arran, organizaçom da esquerda independentista catalana, convocava um acto diante da sede do Partido Popular baixo a legenda "a autodeterminaçom nom se negocia, referendum si ou si". Com esta acçom davam início à campanha "a organizaçom é a clave da vitória!" coa que pretendem pôr sobre a mesa a necessidade da organizaçom popular para fazer o referendo e ganhar a independência.

Depois daquela acçom do 27 de março, forom detidas seis pessoas polos Mossos e a polícia espanhola, o Partido Popular pide como acusaçom particular 6 anos de cadeia para cada um/a d@s jovens, por colar colantes na sede de dito partido.

A organizaçom juvenil vem de denunciar o desproporcionado das petiçons e hoje pola manha levava adiante um ato simbólico perante a Delegação do Governo onde racharom o escrito de acusaçom.

De ceivar fazemos nosso o berro das e dos jovens de Arran. Mão com mão, remexemo-nos umha e outra vez contra a repressom. Estendemos o braço da solidariedade desde a Galiza, para que cheguem os nossos azos até terras catalanas.

Adiante a solidariedade internacionalista!!!

 

la insurgencaA audiência nacional vem de condenar a dous anos e um dia de prisom, 4800€ de multa e 9 anos de inabilitaçom absoluta para cada um/a, @s doze rapeir@s de "La Insurgencia". A acusaçom fiscal baseaba- se em "incitar INDIRECTAMENTE a cometer actos violentos".

"Podemos ir à cadeia polas nossas cançons. Já estamos mans à obra para redactar o recurso ao Supremo. Seguiremos recorrendo mentras poidamos porque isto é muito grave", di Saul, integrante da Insurgência.

O Tribunal Europeio de Direitos Humanos estableceu numha sentência que essas incitaçons devem ser directas, porém a AN vem de emitir várias sentências passando por alto isto.

"Os feitos falam por si sós, fai um mês entrou na cadeia o primeiro twitteiro no estado espanhol, detrás imos músicos jornalistas, ativistas por fazer pintadas... Esta-se demostrando que a repressom ataca a qualquer setor popular que discrepe aínda que sexa minimamente co sistema. Se seguimos assim vai haver mais gente dentro que fora".

Nisso se basea a repressom, nom só em atacar directamente às pessoas mais involucradas na luita, também em "salpicar" a quem está arredor. Provocar medo, que a gente cale e que nom se mova umha palha. Que aqui nom se pode falar já vem de velho, que pensar é um delito também. Porém nós continuamos a berrar, e quando venham por esta ou polas demais alá estaremos ao seu lado.

Assim é como se lhe ganha a repressom, tecendo solidariedade, cóvado a cóvado, mão com mão.

 

DELINCUENCIA. Monte do Castro 2Aconteceu durante umha palestra com militares, na manha de ontem, em Costa Marfil, onde se atopaba para participar num cumio UE-Uniom Africana.

"He vivido muchos anhos Al lado de la Escuela Naval de Marin, en la calle Salvador Moreno. Ahora no se por qué lê han quitado el nombre a la calle, yo le sigo llamando asi".

Salvador Moreno foi um militar que tomou parte do golpe franquista do 36 e chegou a ser ministro de Franco. O BNG de Ponte-Vedra conseguiu que se mudara o nome da rua polo de Rosalia de Castro tras apresentar umha moçom que foi apoiada polo PSdeG em virtude da Lei de Memória Histórica.

 

6D vigo 2017O próximo 6 de dezembro às 12:00 ao pé da Cruz do Castro, em Vigo, coincidindo com 39 aniversário da constituçom, dezassete associaçons e organizaçons convocam um acto pola defesa do direito de autodeterminaçom e da República Galega, e em rexeitamento da Constituçom espanhola.

As organizaçons convocantes som:

Asamblea Nacional Galega
Asociacion cultural Arrulique
Briga
Ceivar
Causa Galiza
Colectivo Nacionalista de Marin
Centros sociais: A Revolta, Faísca, Fuscalho, Madia Leva! e Xebra
Galizalivre
Jimmy sempre com nós
Oficina de Dereitos Sociais de Coia
Sociedade Cultural e Deportiva do Condado
Que Voltem para a casa!
Terra Liberada

Viva a República Galega!
Viva Galiza Ceive, socialista e feminista!

 

teixeiroPublicamos a continuaçom polo seu interesse, a nova editada polo SermosGaliza sobre a avaliaçom da cadeia de Teixeiro polo Comité Europeu para a prevençom da tortura:

O CPT, órgao do Consello de Europa, publicou un informe sobre a visita levada a cabo en seis centros penitenciarios do Estado español, entre os que se atopa o cárcere de Teixeiro.

O Comité Europeo para a prevención da tortura (CPT), órgao pertencente ao Consello Europeo, traballa desde o ano 1989 na prevención da tortura e dos tratos inhumanos ou degradantes. Especialmente preocupado pola ampla incidencia e frecuencia dos maus tratos físicos nos cárceres do Estado español, o CPT vén de denunciar que ningún dos procedementos penais iniciados entre os anos 2014 e 2016 por estas violacións dos direitos humanos chegaron á fase final da investigación. Para o CPT, este feito non se trata dunha coincidencia. A ausencia ou a deficiente calidade dos rexistros médicos, unido á falta de información referente aos casos sospeitosos de maltrato físico e ao traslado sistemático de reclusos despois dalgún incidente de importancia, fan destes centros penitenciarios un escenario en que, segundo as denuncias, son demasiado frecuentes os maus tratos e a tortura.

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