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causagalizaSerá o próximo 23 de Abril em Compostela, e atravês do “Manifesto Abrolhar”, está a sumar apoios à convocatória, sob a legenda “a sociedade galega contra a criminalizaçom das ideias e persecuçom do independentismo”. No texto exige-se o arquivamento definitivo da causa que a Audiência Nacional mantém aberta contra 9 independentistas a raiz da Operaçom Jaro.

Embora o tribunal político tenha decretado o fim da suspensom de atividade de Causa Galiza, o qual era umha medida de ilegalizaçom encuberta, as nove pessoas detidas a finais de 2015 baixo legislaçom antiterrorista, continuam encausadas com a acusaçom de “enaltecimento do terrorismo” e “integraçom em banda armada”. O que abrangue penas de entre 10 e 20 anos de prisom por pessoa.

O manifesto para além do arquivo da causa aberta na Audiência Nacional, denuncia “a pretensom de criminalizar e minorizar um posicionamento político digno e legítimo como é a constituiçom da Galiza em Estado” e reclama “o cessamento dos operativos repressivos cuja exclusiva finalidade é satanizar um projeto político e furtar à sociedade galega o debate livre, aberto e plural de ideias e perspetivas de País”.

Desde a operaçom político-policial a finais de 2015, forom numerosos os pronunciamentos contra esta operaçom, incluída umha manifestaçom nacional em Janeiro de 2016. Em este momento o manifesto está aberto a quem quisser apoiar.

Frente a repressom, solidariedade!

 

 

salaiago cartazA próxima quinta-feira dia 16 de Março, o centro social okupado Escárnio e Maldizer acolherá as atividades, que se celebram tres despois do juizo na passada segunda-feira. Começará com umha palestra informativa às oito da tarde, e continuará com concertos a partir das 21:30, onde atuarám Bigote Mix e Convidadas, O Leo e Arremecaghona e Sapoconcho sem Poncho.

No juizo, a passada segunda, as doce acusadas pasarom polos banquinhos dos julgados de Fontinhas com diferentes petiçons penais. Dúzias de pessoas ficamos ás portas em solidariedade com as encausadas.

Cumpre relembrar o que aconteceu na Sala Iago, que a dia de hoje permanece fechada no casco velho de Compostela. O espaço estivo aberto por seis dias e repleto de atividades, graças à sua ocupaçom por parte dum grupo de pessoas que decidirom, contra o negócio inmobiliário, recuperar e reabrir o local para a cultura livre e a autogestom. Poucos dias depois, um desproporcionado despregamento de antidistúrbios procedeu ao despejo das pessoas e ao feche do espaço para devolve-lo à ruina.

 

tetoA situaçom do preso independentista viguês é insostível, encerrado em completa solidom desde o mês de Outubro. Este é o momento em que urge a solidariedade mais transversal e ativa. Agitaçom, propaganda e denúncia nas ruas, nos centros de ensino e de trabalho. Difusom polas redes, e ativaçom do envio sistemático de faxes à prisom. Aqui descarregar o modelo para cubrir os teus dados e assinar. Imprime e reparte na tua contorna, depois escaniza e envia-o a Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar nós encarregamos-nos de manda-los à prisom.

 

Esta sexta feira, dia 10 de Março faremos um primeiro envio massivo.

O vindeiro dia 17 faremos um segundo envio. E assim sem trégua até que a situaçom do Teto mude, até que pare esta tortura.

 

Proposiçom nom de lei e preguntas no Parlamento

A campanha entra também no parlamento atravês do BNG, que esta semana apresentou umha proposiçom non de lei para o seu debate em pleno, relativa à situaçom das presas galegas em régime FIES. Interessando-se pola situaçom do Teto em particular, que está a sofrer um régime de Primeiro Grao injustificado e o isolamento absoluto; praticamente meio ano sem convívio com outros presos. Completamente só as 24 horas.

O Bloco, na sua proposiçom insta a evitar o uso sistemático do régime fechado contra o coletivo de presas políticas, e mostra a sua preocupaçom pola arbitrariedade, subjectividade e ilegalidade do isolamento, situaçom que atenta contra os direitos humanos.

Ademais, formularom duas questom sobre este asunto na comisom parlamentária, a primeira foi: "Tem conhecimento o governo galego da aplicaçom em prisons do estado do régime fechado baixo critérios arbitrários? Que opiniom lhe merece?"

E umha segunda questom, relativa à dispersom: "Tem pensado o governo galego estabelecer algum tipo de demanda ao governo do estado para impedir a sistemática dispersom penitenciária como castigo adicional para os coletivos de presas políticas e a sua contorna?"

 

Escrever também é rachar os muros

Anima-te a escrever umhas linhas, cada mostra de apoio faz diferença!

Roberto Rodríguez Fialhega

Centro Penitenciario de Valladolid

Carretera del Adanero Gijón, km 94

47071 Villanubla, Valladolid

 

 lugodecaraaominho

A próxima sexta-feira 10 de Março às 9:30h, a plataforma “Lugo de cara ao Miño” convoca umha concentraçom diante dos julgados de Lugo em solidariedade com 9 ativistas por defender o Miño umhas obras que se demostrarom ilegais.

A empresa INCA, adjudicatária da exploraçom hidroeléctrica da Fábrica da Luz, pretende novamente afogar os protestos contra as suas desfeitas ambientais atacando individualmente em forma de denúncia por coaçons às vizinhas que o passado 30 de Agosto do 2016 se concentrarom no Rio Minho para protestar pola reativaçom das obras de construçom dum dique que se demostrou ilegal.

Perante estes ataques, desde Ceivar solidarizamo-nos coas ativistas denunciadas e animamos a coletivos e pessoas a acodir e difundir a este novo juízo-farsa.

Defender a terra nom é delito!

 

8marçoO próximo domingo, dia 5, uniremo-nos à marcha que sairá da alameda de Compostela às 12h. Sobram motivos para que esta data encha as ruas numha jornada de luita, e convidamos a participar também nas diferentes atividades, acçons e protestos ao longo de todo o País ligadas às reivindicaçons feministas. 

Como organismo anti-repressivo vemos dia a dia o carácter patriarcal e misógino do Estado que nos nega e o machismo inerente à maioria de formas de abuso por parte das instituiçons do régime espanhol. Contra isso luitamos sem trégua. Mas também o vemos e o combatemos nos espaços privados, próximos, militantes. As perspectivas e práticas feministas som alimento imprescidível das dinámicas de transformaçom e solidariedade, e somos muitas as que cada dia fechamos punhos lilás, mao com mao, contra a barbárie.

Aproveitamos também para lembrar que nom estamos todas, e que dentro da prisom há companheiras que resistem. Em Mansilla de las Mulas, Maria Osório faz um triángulo com as maos.

Maria Osório liberdade!

Viva Galiza livre e feminista!

 

EH GZ XI Marcha as Cadeias Que Voltem para a Casa 03Os cacheios esigindo nudez completa aconteceram em tres ocasons depois de ter vis a vis familiares nos meses de Maio e Junho de 2016 durante umha estadia temporária na cadeia da Lama.

Ante a arbitrariedade da demanda, e a vulneraçom dos direitos à dignidade, à integridade física e moral e à intimidade corporal, Edu formulou a correspondente queixa ao julgado de Vigilancia Penitenciária. Porém, este desestimou a queixa, reproduzindo um informe da direcçom da prisom onde se argumentava a agressom por umha suposta “existência de informaçons recebidas de que puideram introducir-se documentos, papeis ou misivas de grupos terroristas ou antisistema do exterior susceptíveis de alterarem a segurança ou convivência ordinária do Estabelecimento, e que nom seriam delectáveis por meios electrónicos.”

Na altura, Edu tinha manifestado que as ordes de registro ou bem era inexistentes ou careciam de justificaçom. De facto na primeira os carcereiros nem levarom a orde por escrito, e na segunda, a orde baseava-se na “suspeita de introduçom de substáncias proibidas”. No terceiro a orde nom continha causa. Em ningum dos chacheios encontrarom objectos perigosos nem substáncias proibidas.

Recentemente a Secçom I da Sala do Penal da AN reconheceu que estes registros vulneraram os direitos fundamentais do preso, censurando a resoluçom do Julgado de Vigiláncia Penitenciária. Asume-se “a ausência de racionalidade da injerência na intimidade do recluso” e considera as diligências de cacheio como “arbitrárias”, como se traduz da justificaçom da motivaçom dos cacheios a posteriori dos feitos, como resposta à própria queixa. Também sinala que as suspeitas do centros sem citar as fontes informantes equivale a nom dizer nada.

Abonda de abusos nas prisons!

 
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