Meios procedem unanimemente a responsabilizar independentismo trás a acçom de Sigüeiro

A incapacidade das principais empresas de comunicaçom da Galiza para diferenciar independentismo e violência política chega ao ponto de alicionar sistematicamente a cidadania na suposta identidade entre um movimento sócio-político, umha proposta estratégica de País e um método ilegal de intervençom política. A acçom realizada ontem em Sigüeiro contra a empresa Puentes y Calzadas revelou de novo esta interessada confusom de consideráveis efeitos sociológicos e da que podem derivar mesmo graves consequências penais e repressivas. Embora se desconhecem quem podem ser @/s autor@/s da voadura de sede central da construtora e, segundo fontes policiais, nom existem provas que determinem a inspiraçom política da acçom, a totalidade dos meios de difusom de massas nom duvidam em adjectivar hoje nos seus titulares a sabotagem como “independentista” e atribuir a responsabilidade penal a uns etéreos “grupos independentistas radicais”, fórmula indicativa da absoluta falta de dados concretos e que estende indirectamente a responsabilidade penal a umha ideologia política. A falta de rigor chega ao extremo de o diário La Voz de Galicia afirmar que “a proximidade do 25 de Julho constitue um outro indício (sic) que aponta para os independentistas radicais como presuntos autores”. No entanto, fontes da própria Guarda Civil admitem desconhecer @/s autor@/s materiais da sabotagem e afirmam que “trabalhamos com todas as hipóteses possíveis”. Também o presidente da administraçom da CAG Emilio Pérez Touriño se apontou ao circo do juízo mediático e estabeleceu umha relaçom virtual do ocorrido ontem “com outras explosons prévias em vésperas do 25 de Julho”. A Delegaçom do Governo espanhol na CAG assegurou que continuam as investigaçons.