Na vigente legislaçom, a coaçom no ámbimagesito sindical e laboral está penada que a que se produz em qualquer outra esfera. As penas de prisom que atualmente estám recolhidas para os denominados “piquetes” oscilam entre os 6 meses aos 3 anos de prisom e sançons económicas de entre 6 a 12 meses. Estas condiçons som as que pretendem que se mudem a partir de agora com a Reforma do Código Penal e que assim, as penas de cadeia sejam “excepcionales y siempre vinculadas a episodios de violencia” segundo informam desde o Gobierno de España.

Estas mesmas fontes dim ter como objetivo rematar com as desproporcionadas sentenças de penas de prisom a sindicalistas na que, em todo o Estado Espanhol, há já mais de 300 trabalhadoras/es implicadas/os e que sumam petiçons de 120 anos de cadeia.

Além do “novo” critério esgrimido polo Ministro de Justicia, Rafael Catalá, e polo próprio ex Fical General del Estado, Eduardo Torres-Dulce, o certo é que as/os sindicalistas som as/os únicas/os sancionadas/os durante os conflitos laborais. O direito à greve, recolhido na Constitución Española, é perseguido namentres aos empresários que coacionam à classe trabalhadora de múltiples formas para nom manifestar-se, nom é punido.

Quatro sindicalistas galegas/os condenadas/os a três anos de prisom

Na Galiza os exemplos da repressom aplicada contra a classe trabalhadora toca-nos bem de perto. Ainda a dia de hoje faltam por resolver definitivamente os casos de Ana, Tamara, Carlos e Serafín que estám condenadas/os cada um/ha a três anos de prisom por defender os direitos laborais e denunciar os recortes sociais.

O caso destas/es quatro sindicalistas tem arrecadado milhares de solidariedades manifestadas em múltiples e multitudinárias mobilizaçons para reclamar o seu indulto. Nestes momentos continuam a aguardar a medida de graça. Desde o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR queremos manifestar umha vez mais toda a nossa solidariedade com a classe operária retaliada seja qual for a modalidade da sançom.