O passado sábado o nosso organismo celebrou um concerto contra a repressom e em solidariedade com @s pres@s independentistas galeg@s na Sala Inox da Corunha. Por volta de cem pessoas assistírom à actuaçom dos grupos Mencer Vermello (Galiza) e Mossin Nagant (Euskal Herria) distribuindo-se material informativo de Ceivar. O preso independentista galego Ugio Caamanho enviou umha saudaçom @s participantes no acto festivo que reproduzimos mais abaixo. O concerto do sábado fai parte dumha série de actividades que programaremos desde Ceivar durante 2006 para socializar a solidariedade com @s pres@s independentistas e ganhar recursos económicos para o trabalho anti-repressivo, objectivos urgentes à vista do panorama de criminalizaçom de organizaçons e ideias que impom hoje a repressom. A seguir reproduzimos a mensagem enviada aos e às assistentes ao concerto corunhês polo militante galego preso em Navalcarnero (Madrid): “Companheiras e companheiros, Desde o cárcere madrileno de Navalcarnero onde Espanha me tem confinado, quero enviar-vos um caluroso saúdo independentista e revolucionário nesta noite solidária de festa e de reivindicaçom. Acreditade em que, quando um nom pode deixar de ouvir os exabruptos golpistas dos militares espanhóis, o som das máquinas do Capital a continuar com a destruçom planificada da nossa Terra ou as notícias da repressom policial contra a mocidade independentista, sente que o pior de estar no cárcere é nom poder continuar luitando fisicamente com vós polo país e a sociedade que queremos. Contodo, esse meio de comunicaçom privilegiado que é a solidariedade fai que, em momentos como este, os muros e as distáncias se tornem pequenos, quase ridículos. Contra as prisons, os polícias e os exércitos de Espanha, os revolucionários galegos temos a solidariedade, a fortaleza das nossas conviçons e a justiza dos nossos valores. Também o firme compromisso de nom deixar-nos vencer nem polos nossos inimigos, nem polos nossos medos. Nada achega mais às pessoas que os desejos de luita e liberdade que, independentemente de onde estivermos fisicamente, partilhamos as e os revolucionários do mundo enteiro. No momento em que vos estám a ler esta nota, provavelmente eu estarei olhando pola fiestra da minha cela cara a Galiza, e, através do fio com que CEIVAR tem conseguido ligar-nos, enxergarei lá os vossos punhos em alto ao berrar... ...Viva Galiza ceive! Denantes mort@s que escrav@s! Resistiremos!”