Bruno Lopes Teixeiro, membro da Direcçom Nacional de NÓS-Unidade Popular, saia ontem em liberdade trás umha jornada em que se multiplicárom as detençons de independentistas por actos relacionados com a eliminaçom da simbologia do genocídio franquista e os actos de resposta e solidariedade. Embora, o arresto do militante ferrolano e responsável de Organizaçom da citada formaçom galega se produziria num marco diferente: a ‘Operación Castiñeira’. Recordamos que esta é a denominaçom com que a Guarda Civil espanhola baptiza o operativo policial aberto contra a AMI e que produzia 11 detençons entre Novembro e Dezembro do ano passado. Lopes Teixeiro viria ser assim o detido número doze relacionado com a campanha repressiva da Guarda Civil contra a AMI que ainda continua aberta. A argumentaçom para vincular o patriota galego à ‘Operación Castiñeira’ seria a responsabilidade que lhe atribue o corpo rerpessivo sobre a página web www.emgalego.tk, sítio de Internet desde o que se promovia a marcagem com pintura laranja de rótulos e letreiros que utilizassem o espanhol. A inclusom do ferrolano na série de detençons derivaria portanto da sua suposta responsabilidade na promoçom dos citados actos que a Guarda Civil qualifica como ‘danos’. O rotativo espanholista La Voz de Galicia assegura na sua ediçom de hoje que fontes da investigaçom policial consideram Bruno Lopes “um colaborador habitual das acçons reivindicativas da AMI”, embora este último extremo é radicalmente falso, umha vez que Lopes carece de qualquer relaçom orgánica ou política com a AMI e nom tem militado nunca na organizaçom juvenil independentista. Outro web nacionalista é fechado pola Guarda Civil Bruno Lopes permaneceu durante aproximadamente três horas no quartel do instituto armado, sendo submetido a interrogatório político por efectivos da organizaçom militar espanhola que centrárom as pesquisas na suposta vinculaçom do militante com a página que chama à mobilizaçom cidadá para a galeguizaçom de topónimos, rótulos e inscriçons oficiais. Lopes fica incluido, portanto, no sumário ainda sob secreto que se gestiona contra a AMI desde o Julgado de Instruçom e Primeira Instáncia nº 2 de Compostela, organismo presidido polo magistrado juíz Francisco Javier Míguez Poza, pessoa conhecida em círculos sociais compostelanos pola sua pulsom antinacionalista. Coincidindo com a detençom do independentista ferrolano, a Guarda Civil espanhola desactivou o sítio web www.emgalego.tk, tratando-se da terceira página electrónica que ‘desaparece’ da rede desde o início da ‘Operación Castiñeira’. A página web da AMI e o portal galizalivre.org foram, anteriormente, objectivos da batalha contra a liberdade de expressom que libra o instituto armado. La Voz de Galicia publica a informaçom reservada A notícia sobre a detençom de Bruno Lopes aparece hoje publicada em La Voz de Galicia na ligaçom que anexamos mais abaixo. Novamente, o rotativo corunhês maneja publicamente informaçom policial de interesse exclusivo do processo judicial aberto no Julgado nº 2 de Compostela. Assim, apesar de que o sumário no que está inserido o ferrolano se encontra ainda sob secreto, La Voz já conhece directamente de fontes policiais as acusaçons existentes contra Lopes. O jornalista P. G. que assina a informaçom policial seria o mesmo Pablo González que o passado dia 9 de Fevereiro –ver http://www.ceivar.org/principal.php?pagina=nova&id=224 – assumia a publicaçom dumha notícia de índole semelhante à presente. O responsável nacional pola Organizaçom de NÓS-UP deverá apresentar-se em datas próximas nos julgados da capital galega para emprestar declaraçom perante o juíz Míguez Poza no sumário aberto contra a AMI. A formaçom da que é dirigente negou no dia de hoje através dum comunicado publicado no seu sítio web "a colaboraçom habitual ou esporádica do nosso Responsável Nacional de Organizaçom com entidades alheias à estratégia da Unidade Popular". Aliás, refutou qualquer vinculaçom com o web objecto da investigaçom policial. Pode-se consultar este comunicado na página citada.