presospalestinianosgreveOs prisioneiros retiraram todos os produtos alimentários das suas celas e raparam a cabeça. Un gesto, rasurar a cabeça, que já está a ser imitado em campos de refugiados palestinianos como mostra de solidariedade com as pessoas presas.

Coincidindo com o dia internacional das presas políticas, o 17 de Abril, começa esta campanha dentro das prisons israelitas de Gilboa, Hadarim, Ashkelon e Neguev, e também de Ofra, na zona ocupada de Cisjordania. Marwan Barghuti, militante de Al Fatah encerrado desde 2002 realizou um chamamento à solidariedade, instando à sociedade a manifestar-se com o fim de acadar a liberdade dos prisioneiros políticos.

Com esta luita esigem o fim do isolamento e as detençons sem cargos nem juízos, mas também atençom sanitária e outras reivindicaçons. “Lançamos esta batalha pola liberdade e dignidade como parte da luita do nosso povo”, declarou Barghuti, quem denuncia que perto dum milhom de palestinianos foram detidos, torturados, aldrajados física e psicologicamente, e submetidos a condiçons duras e degradantes” por parte do “bárbaro colonialismo sionista”, nunha mensagem entregada á agencia de notícias Maan por Fadwa, a sua companheira.

Segundo cifras da ANP, 6.500 palestinianos estám detidos por Israel, incluídos 300 menores, 12 parlamentarios e 28 jornalistas.

De ceivar mostramos a nossa repulsa ao Estado de Israel e a nossa solidariedade com a luita do povo palestiniano.

Palestina vencerá!