O próximo dconcentraloislolamigueldefiia 20, às 12:15, diante dos julgados de Lugo. Convoca a plataforma “Lugo de cara o Miño” em apoio às tres vizinhas denunciadas pola empresa INCA, adjudicatária da exploraçom hidroeléctrica da Fábrica da Luz, por um suposto delito leve de coacçom.

Segundo a denúncia apresentada pola empresa, Lois, Miguel e Lola teriam coaccionado aos trabalhadores das obras do dique ilegal durante a concentraçom espontánea do passado 15 de Dezembro de 2015, ao pé do rio, alertadas polo reinício das obras que a Confederaçom Hidrográfica Minho-Sil tinha paralisadas.

Num primeiro momento a empresa INCA dirigiu a denúncia penal contra o coletivo ecologista ADEGA e a plataforma “Lugo de cara o Minho”, mas o julgado arquivou-a por falta de fundamento. Entom, mudou a estrategia, dirigindo os mesmos ataques contra pessoas particulares.

Nom é a primeira vez que INCA pretende afogar os protestos contra as suas desfeitas ambientais. Segundo denúncia “Lugo de cara o Miño” em nota de imprensa, em 2016 também apresentou demanda contra algúns membros da plataforma por supostas injúrias e calúnias nas redes sociais, polo que reclamarom ao coletivo umha indemnizaçom de 50.000 euros, mas ficou arquivada.

Da mesma plataforma também sinalam o curioso de que “INCA se afane tanto em arremeter contra este movimento social se, como afirma, tem todas as autorizaçons e cumpre com todas as exigéncias legais”, também valorizam com “lamentável e imoral” que persista na denúncia penal contra as tres vizinhas, quando o Ministério de Meio Ambiente já ratificou a ilegalidade das obras do dique executado por esta empresa, em connivência com o Concelho de Lugo, e que forom denunciadas reiteradamente por esta plataforma. Ilegalidade que a vizinhança de Lugo tem que pagar em forma de multa de mais de 200.000 euros a cargo das arcas municipais.

Da plataforma consideram “insultante e injusto que a vizinhança tenha que pagar as consequências do malfazer de outros” e chamam a toda a cidade a participar na concentraçom como repulsa frente a “repressom que exercem os poderosos sobre os nossos direitos básicos de liberdade de expresom, de manifestaçom e de denúncia.” E aclaram que seguiram defendendo o rio Minho frente as agressons.

Defender a terra nom é delito!

Lois, Lola, Miguel, absolviçom!