Num tempo record naiscontraaimpunidadeditaminarom sentença os Julgados da Corunha. Apenas seis dias após o juizo, quinze pessoas, familiares de Diego Vinha (a sua mae, a sua tia e a sua prima), outras maes de pessoas mortas baixo custódia e várias solidárias resultarom condenadas a um total de 10.800 euros.

720 euros por pessoa mais as custas judiciais, e de nom pagar, a pena multa substitue-se por tres meses de prisom. Eis a condena por umha concentraçom na que nom houvo incidentes e na que nom se identificou a ninguem in situ, por berrar “A Guarda Civil tortura e assassina”, diante dos agentes do quartel de Arteijo, onde apareceu morto Diego aos 22 anos de idade.

A Guarda Civil apresentou-se como vítima de “injúrias” e “obstruida do direito ao culto” num juizo em que às encausadas nom se lhes permitiu nomear a sua necessidade de esclarecer a morte de Diego, “Esa no es la cuestión, aquí estamos para juzgar un delito de injurias a la Guardia Civil”, recalcou o juiz.

Em Setembro de 2004 Diego aparece morto no quartel após ser detido. A inverosímil versom do instituto militar é que se aforcouo nos calabouços com as suas calças. Mas durante a investigaçom o próprio sargento reconheceu que as calças foram deitadas no lixo, e que as câmaras de vigiláncia estavam desligadas. Desde entom família e solidárias concentram-se contra os atrancos à investigaçom e o silêncio mediático, cada 12 de Outubro -dia do Pilar, patroa da Guarda Civil- diante da igreja paroquial onde o corpo armado celebra umha missa católica.

Frente à criminalizaçom da dignidade das famílias e solidárias, solidariedade imparável!

Seguimos queremos saber, como morreu Diego.