ciberseguridad-seguridad-internet-securityFôrom mais de 400 Gigabytes o que os hacker-ativistas conseguírom até o momento hackear com informaçom de vários pontos do mundo entre o que se atopa o Estado Espanhol. Até o de agora já se desvelou um contrato com o Centro Nacional de Inteligencia (CNI) que data do 02 de Novembro de 2010 quando por entom era presidente José Luis Rodríguez Zapatero.

A empresa que contratou o Ministerio del Interior foi foi Hacking Team que está especializada na espionagem a civis: ativistas, jornalistas, defensoras/es de Direitos Humanos, etc. Em concreto sabe-se que esta empresa lhe vendeu ao CNI a suscriçom ao portal Zero Day polo que se pode aceder aos exploits de qualquer programa. É dizer, pode-se chegar aos pontos fracos de qualquer ponto do computador e criam-se “arquivos maus” que umha vez que som abertos polas/os usuárias/os já se abre a porta à espionagem. Esta venda ascende a 48.000 euros anuais.

Por se nom fora avondo, o portal de Internet complementa-se com o RCS (Revision Control System) que também foi criado por Hacking Team. Este último programa consiste en que cada vez que a/o usuária/o abre qualquer arquivo, enviase-lhe cópia ao CNI neste caso. Este outro contrato eleva 24.000 euros mais o seu custe.

Nom obstante, dentro da informaçom que os hacker-ativistas lográrom recuperar assinala-se que existem contratos assinados polo Gobierno de España com este tipo de empresas que vulneram os direitos à privacidade, até 2016 e que o orçamento destinado supera os 3,4 milhons de euros.

Esta nova já foi levada ante o Congreso de los Diputados na manhá da segunda feira polo deputado de Esquerra Republicana de Catalunya, Joan Tardá. Na pergunta apresentada por Tardá interroga-se sobre o  excesso de intromissom na vida privada das pessoas em relaçom à legalidade.