detenidos-terrorismo--644x362A primeira hora desta manhá saltava a nova dum capítulo mais da Operación Araña polo que a Guardia Civil procedia a detençom de várias dúzias de pessoas que supostamente “enaltecérom o terrorismo” mediante as redes sociais com alusons a ETA, os GRAPO ou Terra Lliure. Este terceiro episódio resultava extrano desde a sua publicaçom já que quando estavam detidas dez pessoas, fontes policiais afirmavam que o saldo de atuaçons seria de entre 20 e 30 pessoas.

As detençons levárom-se a cabo na Galiza (1 em Vigo), Catalunya(2 pessoas), Paìs Valenciá (1 pessoa), Madrid, Euskal Herria (10 pessoas) e Castilla y León. Em total som 23 detidos e algums já ficárom em liberdade após comparecer ante o juíz. A operaçom foi coordenada e dirigida pola Audiencia Nacional, em concreto polo juíz Santiago Pedraz assim como pola própria Fiscalía.

O operativo é a terceira parte da Operación Araña I e Araña II que se saldou no ano passado con 21 e 19 pessoas respeitivamente e supostamente polo mesmo motivo que a de hoje. Após a Operación Araña I, em Abril de 2014, ao mês seguinte o Ministerio del Interior já confirmava que a sua equipa estava trabalhando para identificar a 200 pessoas mais relacionadas com os mesmos factos.

Nom resulta casual que todas as pessoas que fôrom detidas nas três operaçons estejam comprometidas com as diferentes sensibilidades de esquerdas existentes no Estado Espanhol. Tampouco deveria passar desapercibido que resta menos de umha semana para umhas eleiçons onde a direita quere levar um rédito político e instiga a detençons com grande capacidade mediática. Igualmente, é de destacar que as imprecisas e mordaças leis espanholas que nos regem tenhem a impunidade absoluta para confundir “enaltecimento do terrorismo” com a liberdade de expressom.