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Nom é objectivo deste sítio web atacar o nacionalismo autonomista. Contodo, nom podemos deixar de assinalar qualquer colaboraçom da direcçom do BNG com a repressom face as organizaçons e pessoas que integram o Movimento de Libertaçom Nacional Galego. Mais umha vez, a Executiva Nacional do Bloco Nacionalista Galego tem demonstrado carecer de escrúpulos, viver obsesionada pola “correcçom política” mais miserável e renunciar à defesa das mais elementares liberdades democráticas dos e das cidadás galegas com independência da sua filiaçom política no nacionalismo. Frente à posiçom de dezenas de nacionalistas de base que nos últimos dias estám a assistir às convocatórias realizadas desde a nossa associaçom, a direcçom da formaçom galega posicionou-se oficialmente com a Justiça espanhola e os aparelhos repressivos do Estado. Além de navegar na mais absoluta ignoráncia sobre a situaçom em que se encontram os e as patriotas detidas em Madrid, facto manifesto quando o BNG assegura que vé “desproporcionada a aplicaçom dos aspectos mais estritos da legislaçom antiterrorista” que em nengumha das detençons se tem aplicado, a direcçom autonomista parece preocupar-se apenas polo “alarme social injustificado” (?!) que cria a vaga repressiva praticada pola Guardia Civil. Ao tempo, demonstrando umha submissom canina perante Espanha, o BNG exprime “o seu respeito perante a acçom da Justiça” e o seu desejo de que “às pessoas que tenham incorrido na comissom de delitos (sic) lhes sejam exigidas as responsabilidades a que houver lugar”. Segundo a formaçom de que é porta-voz Anxo Quintana, o problema do operativo repressivo ainda aberto e do que se podem derivar jos_content detençons, assaltos a domicílios e ocupaçons pola força de locais sociais e sedes políticas, é a “aparatosidade da acçom” policial, o “alarme social injustificado” –quando se estám a vulnerar liberdades democráticas básicas como o direito de reuniom e associaçom- e o facto de que a “caça” de independentistas pola força de ocupaçom espanhola “serve para dar publicidade a expressons políticas que som residuais na Galiza”. Tomamos nota da posiçom do BNG. O reconhecimento da Audiência Nacional espanhola, autêntico tribunal político especial; a preocupaçom polas formas mais externas do operativo policial, mas nom polos seus graves conteúdos –possibilidade de mal-tratos e torturas, inconsistência jurídica e política da presente montagem policial, encerramento de webs informativas, possibilidade de ilegalizaçom da AMI, assalto a ponta de pistola de locais sociais nacionalistas, etc., etc.-; a petiçom subliminal, mas evidente, de penalizaçom para quem na luita pola liberaçom nacional e social nom respeitar o quadro jurídico-político imposto; o temor miserável ao avanço do independentismo enquanto é o espanholismo PPSOE destrue dia a dia o nosso País, etc. A repressom, além de compactar a solidariedade e reforçar a nossa determinaçom de luita, tem a virtualidade de posicionar cada quem, além de discursos e poses, no local real que ocupa e a funçom que cumpre na Galiza. A direcçom do BNG tem optado mais umha vez por posicionar-se covardemente com o Estado quando este se lança sobre umha presa aparentemente fácil, emitindo umha tímida crítica sobre as “formas” mas aceitando o “fundo” da questom: hoje dez patriotas galeg@s encontram-se ilocalizad@s na capital de Espanha, sem que familiares e amig@s conhezam a situaçom física e síquica em que se podem encontrar e submetid@s a umha montagem policial carente de qualquer fundamento que pode derivar em ingressos em prisom.
 
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