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A vaga de protesto social dos bairros de várias cidades francesas extende-se a outros Estados da UE e produz as primeiras reacçons no Estado espanhol. O presidente do Executivo espanhol José Luis Rodriguez Zapatero declarava ontem o seu “total apoio” à política de Toleráncia Zero aplicada polo governo francês ao protesto dos sectores mais explorados da sociedade gala. “Quero exprimir a minha condenaçom às violências”, afirmou Zapatero, aprovando a renglom seguido o exercício da violência policial nos bairros marginados porque “a obriga primordial do Executivo francês é manter a ordem e a lei”. Zapatero reunia-se ontem com o presidente francês Jacques Chirac na XVII cimeira franco-espanhola e mostrava a sua “solidariedade” com as medidas repressivas e leis de excepçom aplicadas na França. O presidente espanhol declarou, aliás, que perante a possibilidade de sucessos similares no Estado “confio na profissionalidade das forças de segurança para previr qualquer tipo de acto violento”. O dirigente neofascista do PP Ángel Acebes foi além nas suas afirmaçons, exprimindo a sua “máxima confiança” no ministro francês de Interior Nicolas Sarkozy, assegurando que “sei que se tomarám as melhores decisons que convenham aos interesses gerais da França” e partilhando de modo incondicional as vulneraçons da legislaçom internacional sobre asilo e refúgio, as normativas europeias sobre imigraçom e a própria Convençom Europeia de Direitos Humanos. Polícia espanhola demanda mais “margem de manobra” Segundo fontes oficiais, Madrid tem extremado as medidas de vigiláncia nas áreas da capital espanhola onde residem mais imigrantes. Umha circular interna remitida ontem polo Corpo Nacional de Polícia espanhol ordenava a todas as chefaturas que informem a diário dos incêndios provocados. A ocasiom e o “alarme social” que se cria desde os media também fôrom aproveitados pola Uniom Federal de Polícia espanhola para exigir reformas na normativa sobre “segurança cidadá” que alarguem as margens de manobra dos corpos repressivos e a Justiça e permitam “responder com maior eficácia e rapidez”. Por sua parte, Sarkozy qualificou de “gentalha” e “ínfima minoria” os milhares de pessoas que participam nas jornadas de lulta social dos últimos 15 dias. 2234 cidadáns e cidadás fôrom detidos durante este período, suspendendo-se o exercício das liberdades fundamentais e iniciando-se a deportaçom de centos de detidos e detidas. O entusiasmo do Executivo de Madrid face as medidas de Paris pom de relevo qual o talante real da socialdemocracia espanhola e o que se pode esperar de Madrid no caso hipotético de a protesta social se extender ao Estado espanhol.
 
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