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Segundo vimos comprovando de modo reiterativo, os funcionários do centro penitenciário de Navalcarnero, onde se encontra preso Ugio Caamanho, descolgam sistematicamente o telefone do centro em horário de petiçom de visitas aos presos e presas. Tal prática soma-se à de nom responder durante horas -embora se encontrem em horário administrativo-, ou descolgar o auricular colocando-o imediatamente no seu sítio para evitar que o telefone siga a soar. A prática irregular dos carcereiros madrilenos está a dificultar gravemente a concertaçom das visitas semanais e os vis-a-vis a que tem direito o preso independentista, dado que ambos devem ser solicitados telefonicamente cada semana durante um horário determinado. Tal modo de actuaçom soma-se à contínua mudança de trámites que cada semana se imponhem com o intuito aparente de fazer impossível que o preso desfrute do regime de visitas a que tem direito por lei. Desde Ceivar queremos denunciar esta actividade ilegal e o incumprimento das suas funçons “profissionais” por parte dos carcereiros de Madrid-IV. O regime de visitas de Ugio Caamanho é um direito jurídico que corresponde ao preso independentista, nom qualquer “concessom” que os funcionários deste centro penitenciário podam tolerar ou negar arbitrariamente. Exigimos de aqui, portanto, o respeito por parte dos funcionários do Estado espanhol em Navalcarnero dos direitos de que é sujeito o nosso companheiro Ugio Caamanho e o cumprimento das suas funçons de mediaçom para fazer possíveis as visitas ao patriota galego. O telefone de Navalcarnero é o 918116042.
 
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