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José Furelos, coronel chefe da comandáncia da Guardia Civil na Corunha; Manuel Bouzas Canosa, comissário chefe da unidade da Polícia espanhola adscrita à administraçom da CAG; Celso Rodríguez, chefe da secçom corunhesa do Seprona, vinculada ao instituto armado; Carlos Varela González, fiscal chefe do TSJG, e Álvaro García Ortiz, fiscal especializado em delito ambiental, conformárom ontem o plantel de convidados polo Conselho da Cultura Galega numhas jornadas sobre “Os incêndios florestais na Galiza”. Embora o Conselho assegura pretender oferecer à sociedade galega “um foro de reflexom e análise” sobre o desastre ambiental que cada verao arrasa a Galiza, a notória presença de mandos policiais e militares e autoridades judiciais nas jornadas que rematam hoje deixa entrever a continuidade de velhas receitas repressivas para umha problemática que, principalmente, tem umha origem sócio-económica e está ligada à desertizaçom planificada e a desestruturaçom do nosso mundo agrário, sendo portanto inapreensível de umha óptica policial e sancionatória. Com escasso ou nulo conhecimento sobre a temática abordada, parte dos assistentes à mesa redonda repetírom os velhos e declaradamente inúteis leit motiv. Falta de meios e efectivos policiais; coordenaçom insuficiente entre corpos repressivos; umha limitada “cultura de investigaçom de incêndios”, segundo Bouzas Canosa, que aludiu às 43 detençons realizadas em 2005 pola Unidade Adscrita; insuficiente colaboraçom cidadá com o aparelho policial e judicial, etc. fôrom algumhas das ladaínhas com que, desde as instituiçons policiais e judiciais, explicárom as dificuldades para ultrapassar a situaçom actual. Instituto armado responsabiliza à sociedade galega do problema Curando-se em saúde, Bouzas Canosa e Carlos Varela assegurárom que “a luita jurídico-policial nom é suficiente” e que a desapariçom dos incêndios nom pode vir apenas a meio da “sançom e a repressom”, reconhecendo que medidas como a anunciada colocaçom de câmaras de vídeo-vigiláncia nos nossos montes nom evitaria a profusom de incêndios cada verao. Aliás, tanto o fiscal García Ortiz quanto o chefe corunhês do Seprona Celso Rodríguez, acusárom à própria sociedade galega da responsabilidade pola situaçom actual. “Há umha falta de sensibilizaçom por parte da cidadania muito grande”, declarou Ortiz, fiscal especializado em Ambiente, que situou “as queimas negligentes” com um dos principais factores geradores dos incêndios florestais. O guardia civil Celso Rodríguez incidiu na mesma direcçom, colocando “as imprudências à hora de fazer queimas no campo” como motivaçom principal deste desastre ambiental. Frente a esta realidade, o mando do instituto armado demandou colaboraçom cidadá e denúncias.
 
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