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O organismo antirrepressivo Ceivar quer transmitir a todas as pessoas política e/ou afectivamente próximas aos dous independentistas recentemente encarcerad@s em Soto del Real umha série de informaçons elementares perante a nova situaçom. A respeito do CORREIO, a importáncia fulcral que esta forma de comunicaçom adopta perante a nova conjuntura repressiva: o desterro longe do País, além de supor um castigo acrescentado ao encarceramento e umha pena colateral aplicada a familiares e companheir@s de Xiana Rodrigues e Ugio Caamanho, forçados semanalmente a realizar despraçamentos de centos de quilómetros, procura também agudizar a incomunicaçom a que os dous patriotas pres@s se vem submetid@s. Incomunicaçom no plano directamente pessoal e incomunicaçom a respeito da realidade nacional à que respondem as suas actividades e compromissos militantes. É por esta razom que, na etapa que se abre, é fundamental a implicaçom activa dos entornos de Xiana Rodrigues e Ugio Caamanho e das pessoas solidárias para rachar na medida do possível esta incomunicaçom imposta. Quem temos participado no trabalho antirrepressivo desenvolvido por volta dos presos e presas independentistas do EGPGC, podemos constatar a importáncia do envio regular de correio, revistas, publicaçons e todo tipo de informaçons que mantenham a ligaçom solidária de ambos os companheiros com o seu entorno social e político. Convidamos portanto ao envio maciço de correio à direcçom assinalada na notícia que dá conta das detençons. Apenas três questons: 1ª A conveniência de os envios serem certificados. Embora isto grava os custos do correio, pode permitir num momento dado reclamar umha carta que nom tem sido entregada apesar da habitual falta de efectividade desta medida. 2ª Oportunidade de que qualquer publicaçom enviada disponha de depósito legal. A inexistência do D. L. pode servir de excusa para reter o material. 3ª Ter consciência quando se escrebe dumha prática generalizada nas prisons espanholas: o correio pessoal de presos e presas políticas é aberto e lido por terceiras pessoas. Apesar de tratar-se dumha prática ilegal justifica-se em base a “medidas de segurança” que permitem a violaçom dum direito fundamental como é a privacidade das comunicaçons. A escrita, sem limitar as temáticas abordadas, deve ter em conta este facto. VISITAS Até o momento e por um prazo de dous meses, em princípio, os dous patriotas galeg@s pres@s em Soto del Real só poderám receber visitas de familiares directos. A possibilidade de outras pessoas (amigos, companheir@s, vizinh@s, etc.) visitar a partir desse prazo exige que o preso ou presa receba o nome da pessoa que quer visitar e o número do seu bilhete de identidade. Ambos os dados som imprescindíveis e a sua falta impede a autorizaçom da visita. O Ministério do Interior espanhol é quem, a petiçom do preso ou presa, umha vez recebidos os dados pessoais dos potenciais visitantes, autoriza a visita. Podem existir dificuldades nesta autorizaçom se quem quiger visitar tiver antecedentes penais, ou estiver preso nalgumha ocasiom, particularmente se o encarceramento derivar de motivos políticos. Umha vez autorizadas por Interior, as pessoas interessadas em visitar no cárcere –actualmente, Soto del Real ou Madrid V- deverám fazer umha chamada ao centro penitenciário apontando-se no horário de visitas estabelecido em funçom do módulo em que se encontre o preso ou presa. O telefone de cita para visitas é o 918447758. SOLIDARIEDADE ACTIVA Segundo vimos informando, a solidariedade económica através de achegas à conta resenhada na notícia anterior é fundamental a partir deste momento. Aliás, do organismo antirrepressivo Ceivar convidamos todas as pessoas, associaçons e colectivos a fazer pública a sua solidariedade com @s patriotas pres@s, reivindicar a sua liberdade, assinalar o seu carácter de presos políticos, participar nos actos públicos que o organismo antirrepressivo desenvolverá na presente etapa repressiva, etc. O arroupamento político e social de quem desenvolvem máximos níveis de compromisso com a luita pola libertaçom nacional e social deste País, a exigência de respeito para os seus direitos –a começar polo direito a estar num cárcere situado na CAG-, a denúncia das campanhas de calúnias e criminalizaçom mediática a que som submetidos, etc. deve estar a partir de já na agenda de todas as organizaçons e pessoas que integramos o Movimento de Libertaçom Nacional Galego. Transferência à Galiza d@s pres@s independentistas!!! Pres@s à rua, a luita continua!!! Xiana, Ugio, Liberdade!!! Força e futuro!!! NOTA: o organismo antirrepressivo pom-se a disposiçom de todas as pessoas interessadas na solidariedade antirrepressiva com @s patriotas pres@s para facilitar qualquer informaçom através de Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar .
 
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