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Segundo vimos denunciando, a imposiçom do controlo policial alcança a cada mais aspectos da nossa vida comunitária. Um amplo abano de actividades socialmente necessárias que vam da protecçom de menores e o combate da violência machista até a defesa ambiental, o controlo dos recursos marisqueiros e a protecçom do património, engordam aos poucos o âmbito competencial dos corpos repressivos espanhóis. A manobra tem um duplo sentido: justificar e legitimar socialmente a ‘utilidade’ das forças policiais através da realizaçom de funçons próprias de organismos civis e alargar os âmbitos nos que se exerce a fiscalizaçom estatal. O ‘tempo livre’ nom fica à margem desta estratégia. O subdelegado do Governo espanhol em Ponte Vedra Delfín Fernández reunia-se ontem com o presidente do patronato do Parque Nacional Ilhas Atlânticas, Manuel Vidal. O incremento de agentes da Guarda Civil e a Polícia espanhola nas ilhas galegas durante o período estival parece ser o único ponto na ordem do dia da reuniom. Assim, Vidal assegurou que ambos corpos repressivos espanhóis porám em andamento um dispositivo especial de vigiláncia “para controlar a afluência de visitantes”. Por sua parte, Fernández afirmou que “a prevençom dos delitos contra as pessoas e o património, e contra o ambiente” som os objectivos do dispositivo, mas também “vigilar a pesca furtiva e os desportos nom legais”. Com vistas a alcançar estes objectivos, assinará-se um protocolo entre o Ministério de Ambiente e a Guarda Civil do Mar em Ponte Vedra para entregar “umha patrulheira específica para o Parque Nacional Ilhas Atlânticas”. Controlo d@s visitantes Fernández anunciou em referência ao âmbito ‘provincial’ sobre o que tem competência policial que “haverá umha atençom especial por parte da Guarda Civil do Mar durante o verao nos momentos de maior afluência de visitantes”, certificando assim a relaçom existente entre turistificaçom e presença policial. Aliás, recalcou que “se no verao há muitos visitantes nas Cies e em Ons, ali terám que estar” (sic) e advertiu que “a Guarda Civil fará um esforço especial em relaçom com a prevençom de delitos”. Quanto as Ilhas Cies, o subdelegado espanhol detalhou a existência dum convénio com o governo local viguês “que haverá que reabilitar”. O citado protocolo atribue à Polícia municipal da cidade olívica a possibilidade de “colaborar com o ordenamento e convivência dos flujos de pessoas que vam às Cies”. A competência policial sobre as ilhas da Ria de Vigo também é extensiva ao CNP que, segundo Fernández, limitará a sua actuaçom a “adoptar medidas em matéria de investigaçom se se produzir um facto delitivo”. O máximo responsável da represom na ‘provincia’ de Ponte Vedra recordou que nom haverá conflito competencial entre os corpos policiais estatais dado que som dirigidos por um único mando político, mas apontou que para coordenar actuaçons com a Polícia municipal de Vigo seria preciso reabilitar o convénio “se é que nom está a funcionar”. Quanto a ilha de Ons, Vidal anunciou a assinatura dum outro convénio com o governo municipal de Bueu “para que a Polícia Local de Bueu poda exercer as funçons próprias nesse lugar”.
 
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