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A reposiçom da bandeira espanhola chantada polo PSOE na Corunha o passado 12 de Outubro ‘Día de la Hispanidad’ adoptou a categoria de ‘questom de honor’ para o espanholismo local. O novo alcalde Javier Losada assegurava ontem numhas declaraçons inçadas de cinismo que o símbolo imperial espanhol continuará ondeando no passeio marítimo porque “homenageia a Espanha plural e do século XXI e às línguas que fam parte do nosso património quotidiano” (sic). Losada disipava assim as ingénuas esperanças aninhadas em certos sectores progressistas a respeito dumha posiçom alonjada do espanholismo ultra por parte do novo regedor local. Mostra da importáncia que o alcalde corunhês concede à ‘questom da bandeira’ é que realizou estas declaraçons trás reunir-se com Pérez Touriño no escritório deste em Sam Caetano, dotando à polémica da ensenha estrangeira do carácter de ‘problema da cidade’. Segundo Losada, a espanhola reporá-se “em quanto os serviços técnicos tenham outro mastro”. O alcalde ‘socialista’ demonstrava ser, além de um regedor continuista, um autêntico cínico ao afirmar que a bandeira de Espanha é umha “homenagem simbólica” que A Corunha faria à “basca, à catalá e à galega, à castelhana e a todas as bandeiras autonómicas”. Aliás, a máxima autoridade local fijo umha declaraçom de intençons políticas ao afirmar que “quero que (…) A Corunha se sinta dentro da Galiza” (!?), porque, segundo Losada, a cidade que preside é “o espelho do que debe ser a Galiza” (sic). Repressom policial ou nocturnidade Perante a perspectiva de que as autoridades locais reponham na cidade herculina o símbolo por excelência da opressom nacional, diversos colectivos locais iniciárom movimentos para organizar umha resposta colectiva. De diferentes sítios webs anuncia-se a possibilidade de que o PSdeG-PSOE corunhês evite a polémica aberta e pública e ordene a reposiçom da ensenha estrangeira a horas intempestivas para evitar qualquer protesto vicinal. Advirte-se, perante este hipotético cenário, dumha convocatória de urgência via SMS no Orçám. Outra possibilidade a contemplar é que o espanholista Javier Losada aposte, como fijo o seu predecessor no cargo, na via abertamente impositiva e ordene um despregamento maciço de efectivos policiais, única forma de viabilizar umha operaçom que, do mesmo modo que ocorreu em 12 de Outubro, conta com um extendido rechaço social entre a cidadania corunhesa. Em qualquer caso, a simbologia espanhola na Corunha nunca teará a tranquilidade e o reconhecimento social de que desfrutam os símbolos nacionais legítimos. A sua permanência temporal só é viável pola via da imposiçom policial.
 
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