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As Polícias Locais continuarám sendo um elemento central no desenho repressivo da CAG, acrescentando a sua interacçom com a futura Polícia Autonómica. Quando menos isto é o que se pode extrazer das declaraçons realizadas esta semana por José Luis Méndez Romeu, titular de Presidência, Administraçons Públicas e Justiça da administraçom autonómica. Méndez Romeu advogou por umha “modernizaçom” da Lei de Coordenaçom das Polícias Locais da Galiza. Apesar de que esta lei já foi revisada em 2000, o dirigente ‘socialista’ considera que “hoje unanimemente polícias e autoridades locais consideram que deve ser modificada, modernizada para permitir no seu momento umha maior coordenaçom com a Polícia Autonómica e também o passo de efectivos de umha para outra”. As declaraçons de Méndez Romeu realizárom-se trás a reuniom do Conselho Reitor do Centro de Estudos Judiciais e Segurança Pública da Galiza (Cexesga). O conselheiro anunciou a entrada em 2006 de quatro normas relativas a este organismo autonómico: a Lei de Polícia Autonómica, a Lei de Emergências, a Lei de Coordenaçom de Polícias Locais e a Lei de Reforma do Cexesga que se adequará a jos_content funçons. Méndez estimou como “suficiente” o número de agentes municipais na CAG e situou Galiza por cima da meia estatal quanto à cifra de agentes da repressom por cada 10.000 habitantes. 2500 agentes na CAG Segundo o registo de Polícias Locais da CAG, a Galiza administrativa tem 2485 polícias municipais, o que dá umha rátio de nove agentes por cada 10.000 habitantes. O reparto por ‘provincias’ é significativo umha vez que na Corunha operam 1090 efectivos, 877 em Ponte Vedra, 266 em Lugo e 252 em Ourense. Cento trinta e sete (137) termos municipais do total de 315 que componhem a CAG tenhem o seu próprio corpo de Polícia Local, é dizer, 43% do total de concelhos existentes. A Guarda Civil é o corpo que se encarrega das labores policiais no resto do território da Comunidade Autónoma. Por cidades a presença de efectivos das Polícias Locais é mais ou menos similar: 330 agentes na Corunha e 14 polícias locais por cada 10.000 pessoas; 95 e 12, respectivamente, em Ferrol; 173 e 19 na capital galega –a rátio mais alta do País-, 362 e 12 em Vigo, 108 e 14 em Ponte Vedra, 151 e 14 em Ourense e 146 e 16 em Lugo. Cexesga formará polícias locais Segundo Méndez Romeu, o Centro de Estudos Judiciais e Segurança Pública da CAG especializará-se exclusivamente na formaçom de agentes locais e pessoal de Protecçom Civil 62rando umhas e outras funçons e abandonará a preparaçom administrativa do pessoal da Justiça espanhola. Méndez justificou a mudança pola próxima apresentaçom no parlamento autonómico da Lei de Polícia Autonómica e a necessidade dumha maior especializaçom. Assim o Cexesga passará a ser, segundo o titular de Presidência, “estratégica na segurança da Galiza”. Precisamente hoje inaugura-se o curso académico 2006 deste organismo policial autonómico com a presença no acto do director do Cexesga, Carlos Suárez-Mira Rodríguez, e asistirán representantes da Conselharia de Presidencia como o director geral de Justiça, Santiago Roura Gómez, a directora geral de Administraçom Local, Matilde Begoña Rodríguez Rumbo, e a delegada de Lugo, Begoña Santos Fernández. Autoridades das forças policias e militares destacadas na Galiza também farám acto de presença.
 
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