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20180627 AIDAComo denunciamos no seu dia, o 31 de Janeiro estava marcado um julgamento-farsa contra a ativista corunhesa Aida Vasques. Este juízo políticofinalmente adiou-se e vai ser a próxima quarta-feira 27 de Junho a quando a ativista se tenha que defender da acusaçom de "atentado a autoridade".

A fiscalia solicita ano e meio de prisom, além da sançom económica por uns factos que se remontam a Outubro de 2015, quando umha concentraçom em PALEXCO era dissolta a paus pola UIP , impedindo assim que corunhesas e corunheses exprimissem o seu rechaço ao monarca espanhol, que visitava naquele dia a cidade herculina. Segundo o relato policial, Aida teria tombado a dous membros da UIP com protecçons, defesas e capacetes dum murro no peito produzindo-lhes diversas lesons a ambos.

Apesar de Aida nom ser retida nem detida naquela ocasiom, recebeu umha citaçom judicial meses depois ; foi chamada a declarar e iniciou-se assim um processo que -segundo denunciam as suas companheiras solidárias -evidencia a existência de listas negras policiais, às que a brigada de informaçom recorre arbitrariamente quando os seus amos pedem castigo. As fotos de facebook e do jornal do regime « La Voz de Galicia » fôrom utilizadas pola polícia como material incriminatório.

Desde o organismo anti-repressivo Ceivar queremos denunciar esta montagem-policial e animamos a participar na concentraçom convocada para esta quarta-feira 27 de Junho às 10:30 nos julgados da Corunha em apoio a Aida.

Stop montagens policiais!

Hoje é Aida, e amanhá pode ser qualquer de nós

 

 
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