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Galizalivre.com// Se há dous dias informávamos das pesadas sançons económicas a quatro activistas lucenses pola sua implicaçom numha greve geral em 2010, hoje temos que dar notícia de mais umha tentativa judicial por desmobilizar e dissuadir da participaçom política.

No vindouro 31 de Janeiro, os julgados da Corunha acolherám o juízo contra Aida Vasques, activista do Centro Social Gomes Gaioso, acusada de « atentado à autoridade ». Baixo esta acusaçom genérica, a polícia espanhola imputa habitualmente manifestantes de acçons violentas contra as forças repressivas, cuidando-se assim as costas ante as denúncias que derivam das próprias agressons dos uniformados. O caso que nos ocupa segue os ditados do manual de mentiras policiais : em Outubro de 2015, umha concentraçom em PALEXCO era dissolta a paus pola UIP , impedindo assim que corunhesas e corunheses exprimissem o seu rechaço ao monarca espanhol, que visitava naquele dia a cidade herculina.

Apesar de Aida nom ser retida nem detida naquela ocasiom, recebeu umha citaçom judicial meses depois ; foi chamada a declarar e iniciou-se assim um processo que -segundo denunciam as suas companheiras solidárias -evidencia a existência de listas negras policiais, às que a brigada de informaçom recorre arbitrariamente quando os seus amos pedem castigo. As fotos de facebook e do jornal do regime « La Voz de Galicia » fôrom utilizadas pola polícia como material incriminatório.

Da Corunha a Ferrol, passando por Lugo: juízos que nom cessam.

O caso de Aida Vasques enquadra-se na linha de puniçom directa de todo protesto popular, nomeadamente quando participado por sectores sócio-políticos rupturistas como o próprio independentismo. Há poucos dias era também julgado em Ferrol o trabalhador da estiva Santi Vidueira, acusado de participar dum protesto da CIG contra a conselheira de sanidade em 2014. Mais umha vez, a acusaçom era a recorrida de « atentado à autoridade » ; Santi enfrenta umha petiçom fiscal de 7000 euros.

Concentraçom.

Companheiros e companheiras de Aida Vasques chamam a concentrar-se diante dos julgados da Corunha na vindoura quinta às 9,30 baixo a legenda « Stop montagens policiais ». Convocantes afirmam que « hoje é Aida, e amanhá pode ser qualquer de nós ».

 
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