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365, para uns, pode ser um simpres número, umha clave, umha quantidade... A outros, ese número nom lhe dirá nada. Para mim som os días que levo privado de liberdade.

Botando a vista atrás, nestes "365 pasos" que andivem, passarom muitas cousas, boas e malas. A vida pode mudar dráticamente num abrir e fechar de olhos, mas nunca deijam de pasar os días, as horas, os minutos. O cárcere nom é mais que um castigo para aquelas pessoas que eligem rachar cos moldes, coas injustizas, coas imposiçons, mas nunca debe ser, nem significar, tempo perdido. Num cárcere intentaram humilhar-te, que traizoes os teus ideais, convertirtenum mais. Só a coherencia e a entrega militante som garantía para superar o castigo carcerario de umha forma digna e com enteireza, e co tempo poder mirar atrás com orgulho, fazer balance e comprender que, mais cedo que tarde, estaremos do outro lado dos muros, e que os anos invertidos por todo um povo na luita pola sua libertaçom, é umha luita que nom cesa, e nom só isso, senom que é umha luita que estamos a ganhar.

É obvio que a luita nas cadeias nada tem a ver coa luita na rua. Deste lado, mais que resistir com firmeza e determinaçom as condiçons que sofremos, nom podemos fazer demasiado. É na rua, o momento e o lugar de agir. Buesquemos os espaços donde se unem a luita pola libertaçom social e nacional (que, como as meigas, habelos nainos)e lixemos a aqueles que, interesadamente, perfeccionam a técnica de luita, já mítica, de agusrdar a que outr@s creen as condiçons das que mais tarde se aproveitaram.

Ponhamos as cartas acima da mesa. Namentres os "guardiáns do cambio"se unem aos da nova social-democracía, os "pequeño burgueses" nacionalistas (note-se a ironía) som os que mantenhem viava a chama da resistência e a demanda da ruptura.

Agora que o "régimen del 78" paraece desmoronar-se, nom temos duvida de que precisamos percorrer o nosso próprio caminho, sem presas, sem comparaçons, para poder materializar-se em umha ruptura real, donde Galiza sexa um agente político soberano, em vez de encontrarnos coa fraude de umha segunda transiçom de 360 graos.

Dixo Castelao "Nós temo fé no nosso povo e mui logo o nosso povo terá fé em nós"

Esta máxima hoje segue em pé. Nom se pode entender a existencia de pres@s polític@s galeg@s nas cadeias do Estado Espanhol, sem um povo que busque reconquistar a auto-conciência colectiva como tal, em umha terra nossa, socialista, popular e democrática. E nom basta com certificar que os movementos existem, há que crêr, também , que tenhem futuro e que ese futuro é nosso.

AVANTE!

VENCEREMOS NÓS!

 
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