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juez-condena-2O Tribunal Constitucional pronunciou-se a respeito do recurso legal que apresentara a Asociación Viguesa pola Memoria Histórica do 36 com a finalidade que se retirara do monte vigués de O Castro a cruz franquista que inaugurara Franco em 1961 após umha visita á fábrica de Citröen e que mantém presente o símbolo da repressom na Galiza. 

A primeira demanda que apresentara esta associaçom no contencioso administrativo da cidade olívica para cumprir a Ley de Memoria Histórica, resolvera favoravelmente ao derribo o passado 14 de setembro de 2014. Nessa sentença o juiz recolhia que a cruz era para festejarla sublevación militar de 1936, de los vencedores de la Guerra Civil y de la posterior dictadura y represión y es un testimonio presente del triunfo de los vencedores en la Guerra Civil y memoria de la humillación para los vencidos, sus víctimas y sus decendientes”.

Além da orde de derribo, o alcalde da cidade do Partido Socialista de Galicia (PSdG), Abel Caballero, negou-se a executar o derribo e apresentou um recurso ante o Tribunal Superior de Xustiza de Galicia que em fevereiro deste ano considerou que La cruz también refleja la persecución por razones políticas en un contexto histórico que no ha de ser olvidado para que no se repita, de forma que ha de conservarse esa memoria, pero no en el sentido de exaltación de los valores franquistas sino en el de que permita reflexionar sobre el pasado, una vez desaparecido el componente político inicial y dado el contexto político actual”.

Embora esta negativa, a Asociación Viguesa pola Memoria Histórica do 36 recurriu o falho até o Tribunal Constitucional que hoje nom admitiu a trámite o recurso de amparo ao entender que há “inexistencia de violación de los derechos que tutela”. Agora, a nom ser que o Ministerio Fiscal interponha um recurso de súplica, arquivarám-se as atuaçons iniciais da associaçom viguesa polo que a cruz franquista continuará presidindo um dos montes emblemáticos da cidade olívica amparada polo seu alcalde, o partido do que é membro, e a própria Lei que contempla a “retirada de placas, monumentos u otros símbolos conmemorativos de la Guerra Civil, la victoria franquista o la dictadura”.

 
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