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Captura-de-pantalla-2014-07-04-a-las-11.29.07Num comunicado emitido nestes dias, a Unión de Oficiales (UO) da Guardia Civil dirigiu-se ao ministério que dirige Jorge Fernández Díaz, para solicitar-lhe que se “refuerce la seguridad en España aunque ello suponga restringir algunos derechos y libertades”. O escrito apresentou-se com a suposta motivaçom dos ataques em París.

No comunicado, a UO faz especial referência ao controlo das comunicaçons da cidadania assim como a apertura das fronteiras. Segundo este sindicato, a populaçom compreenderia as “medidas excepcionales”. Do mesmo jeito engadem: “no reforzar la seguridad en calles con el Ejército puede tener más que ver con evitar la imagen incómoda de soldados de uniforme patrullando las ciudades que con una verdadera preocupación por nuestra seguridad, sobre todo con unas elecciones a la vista”.

Esta associaçom que no seu dia já solicitara a inclusom das Fuerzas Armadas en missom de “seguridad pública” se enquadraram dentro da estrutura da Guardia Civil e da Policía Nacional, é umha das tantas vozes que se está erguendo, empregando o acontecido em París, para submeter à cidadania a situaçons ainda mais extremas de controlo.

 
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