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esta-door-non-se-cura-con-resiacinO 17 de Agosto é umha data assinalada nos calendários das/os galegas/os que amam Galiza e que nom dobregam nos seus esforços até fazer de ela, como dizia Castelao, umha “Pátria feliz”.  Tal dia como hoje, em 1936, o fascismo espanhol assassinava no monte Caeira ao motor do Partido Galeguista, Alexandre Bóveda.

O Dia da Galiza Mártir comemóra-se hoje mas poderia ser qualquer outro dia do ano. Faltaria papel, tempo e memória para lembrar um/ha por um/ha a todas/os as/os galegas/os assassinadas/os ao longo da História por defender os ideais da Pátria soberana e do Povo digno. Elas eram pessoas com nomes e apelidos que nom figuram nos livros mas que conformárom a memória coletiva, que continuam presentes para dar-nos folgos e para reconhecer-nos na estirpe de luitadoras/es à que pertencemos.

Decorrérom já quase oito décadas desde que matárom a Alexandre Bóveda mas os rios de sangue galego nom deixárom de correr desde entom. Primeiro seria nos montes, contra os paredons de cualquer vila ou cidade, nos cárceres, nas cunetas... depois com o assassinato de Moncho Reboiras e nos nossos dias com a “ditadura de luva branca” que propina malheiras nas mobilizaçons, submete a perseguiçom e mantém na prisom a cinco filhas/os da Terra.

O 17 de Agosto honra-se a figura de Bóveda mas nela também há de ir a de todo o nosso Povo anónimo que deu a vida para que compreendamos que a rendiçom nom está na nossa folha de ruta, que a dignidade e a força coleitiva tombarám tanta repressom e farám da Galiza um território justo e soberano.

 
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