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DSC07491Ao meio-dia de ontem dava lugar a rolda de imprensa convocada polo Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR com motivo da detençom de Heitor Naia a passada quarta feira no aeroporto luso de Sá Carneiro quando tratava de exiliar-se na República Bolivariana de Venezuela para evitar os onze anos de prisom aos que foi condenado pola Audiencia Nacional.

As primeiras palavras pronunciou-nas um membro do Organismo Anti-repressivo que se dirigiu aos meios de comunicaçom explicando o contexto no que tivo lugar a detençom assim como a constante vulneraçom de Direitos Humanos à que se ve submetida toda a militáncia política que é detida baixo a acusaçom de “terrorismo”. Concretamente, no caso de Heitor Naia, o membro de CEIVAR especificou que se trata de umha pessoa que foi condenada a 11 anos de prisom num juízo no que nom se demostrárom materialmente provas contra o militante vigués e no que o Tribunal de Exceçom deu por boa a declaraçom dumha pessoa que unicamente procurava benefícios penitenciários de reduçom de condena a cámbio de inculpar a outras.

Igualmente, ante a injusta situaçom, o componhente de CEIVAR aludiu à satanizaçom que os medios de comunicaçom levam a cabo contra a militáncia política galega e neste caso contra Heitor Naia. Também engadiu a compreensom humanitária e política de que existam pessoas que tratem de eludir a prisom quando, além das condenas injustas, “os centros penitenciários nom garantem os mínimos direitos à alimentaçom, à salubridade e à atençom sanitária”.

Finalmente, desde CEIVAR denunciou-se a aprovaçom da Lei Mordaça, a geralizaçom da violência policial e os recortes dos Direitos e Liberdades Fundamentais por um Regime que, no seu declive, aposta pola repressom como resposta. Ademais, explicou, a Audiencia Nacional tem umha evidente natureça política já que de nom ser assim, as condenas seriam muito menores. “A detençom incomunicada, as torturas e a dispersom som normas que aplica o Governo Espanhol ainda em contra da sua própria Constituçom e de todos os pactos e acordos internacionais assinados por Espanha, nom há um só motivo que explique esta situçom”, matizou.

“Somos solidários com os Povos do Mundo no que se vulneram Direitos Humanos especialmente por motivaçom política”

Na rolda de imprensa também compareceu o galego-venezuelano Jaime Milhor, quem fora retido durante umhas horas junto a Heitor Naia no aeroporto de Sá Carneiro para verificar a autenticidade documental e que horas depois foi posto em liberdade sem nengum tipo de cargos.

Milhor começou a sua intervençom reivindicando com “orgulho” a sua ativa militáncia na organizaçom venezuelana Alexis Vive Carajo e monstra delo foi o pano no pescoço que levou pendurado durante a rolda de imprensa. Alexis Vive Carajo é umha organizaçom política chavista que forma parte do Gran Polo Patriótico e que conta com representaçom ministerial dentro do gabinete do Presidente Nicolás Maduro. “As nossas funçons som prover ao Povo venezuelano de novas formas de auto-organizaçom em comunidades livres que som as comunas”, explicou Mihor. Segundo detalhou o militante bolivariano, dentro dos princípios de Alexis Vive Carajo  também estám os de ser solidários com os Povos do Mundo nos que se vulneram os Direitos Humanos especialmente por motivaçom política mas Milhor desvinculou à organizaçom da decisom pessoal de exilío de Heitor Naia.

Documentaçom de vulneraçom de Direitos Humanos e obscuratismo do Governo Espanhol

Após explicar este contexto, Jaime Milhor detalhou que a quarta feira ele estava no aeroporto de Sá Carneiro por mera estatística porque já que é um dos aeroportos onde mais galegas/os confluem no ano. Também aproveitou para reivindicar-se como galego, “a diferença de outros, como Mariano Rajoy, eu nom trato de ocultar que som galego, a minha família é de Viveiro e tivérom que emigrar para ganhar o pam porque cá havia umha ditadura sem-vergonha que matava à gente nas valetas”.

Assim é como Milhor declarou que a sua laboura desde há quase um ano é a de documentar informaçom sobre vulneraçom de Direitos Humanos contra ativistas políticos para reporta-los ao Governo Bolivariano, “um governo solidário que pom por diante as prioridades da gente e que a dia de hoje pode alçar a sua voz na Organizaçom de Naçons Unidas e no Comité de Defesa da ONU”, afirmou Milhor.

No caso concreto de Heitor Naia, Milhor aludiu a que o militante vigués foi sentenciado por um Tribunal que julga ideias políticas e incluso sem as mínimas garantias de defesa como a contradiçom de provas ou dar por válidas as declaraçons dum acusado que procurou benefícios penitenciários a costa de inculpar a Naia.  A este respeito, Jaime Milhor estimou que a recopilaçom de toda a informaçom de vulneraçons de Direitos Humanos no referente a Heitor Naia, será de entre oito meses e um ano devido ao obscurantismo propiciado polo Governo Espanhol. Embora tantas dificultades, Milhor nom descarta fazer extensivo este trabalho ao resto de presas/os independentistas galegas/os.

O terrorismo como negócio

DSC07498Nas primeiras horas da retençom de Jaime Milhor, o militante bolivariano figurou na imprensa como detido por “terrorismo”. Com este motivo Milhor apontou a que toda a informaçom publicada, agás o seu nome, era falsa e criticou aos meios por criar e pressionar com falsos imaginários de “terrorismo” no que os polícias e governantes som cúmplices.

“A sociedade galega nom tem terror, o terrorismo é um negócio ao serviço das diferentes polícias para poder perseguir, criminalizar impunemente e cobrar os pluses salariais de perigosidade”, alegou Milhor. “Terrorismo som os desafiuzamentos, a fame, os que se inventam as mentiras, as tarjetas Black, os que roubam, os que geram desemprego, nós estamos em contra de que quem protesta vaia ao cárcere namentres os outros estám na rua”, apontou Milhor. “A principal organizaçom terrorista do Mundo é o Partido Popular Europeio que submentem à populaçom à escravitude, isto é, trabalhar por casa e comida numha contorna autoritária sem precedentes”, enfatizou.

Igualmente referiu-se às palavras do Subdelegado del Gobierno na Galiza, Santiago Villanueva, quem na sua toma de possessom de cargo falara de exterminar ao independentismo radical galego, “é umha declaraçom de guerra para marginalizar a quem quere construir umha alternativa própria contra um Estado opressor que tenta silenciar e ilegalizar umha opçom política”, mencionou Milhor.

Finalmente o militante bolivariano repassou algums dos apercibimentos ao Estado Espanhol por parte de organizaçons internacionais e estatais pola falta de cumplimento em matéria de Direitos Humanos. “A detençom de Heitor Naia é expressom dum conflito que se desenvolve na sociedade galega e nom se pode permitir que isto nom seja difundido noutras partes do Mundo, menos ainda quando temos conhecimento real”, concluiu Jaime Milhor.

 
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