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1416858649_807812_1416863050_noticia_normalDesde agosto do passado ano a vizinhança de Santa Cruz de Parga está denunciando as práticas castrenses que se desenvolvem no acampamento militar. O presidente da comunidade de montes, Manuel Amil, constata que o gando e a fauna selvagem estám a ver-se prejudicada polos voos rasantes de helicópteros e polos disparos de grande potência. Ademais, engadem que as casas e os cemintérios vem-se afetadas polos constantes tremores das manobras que causam desprendimentos e fendas nas paredes.

O acampamento militar ubicou-se na zona em 1944, ocupa umha superfície de 150 hectáreas e nela chegam a estar até 1.200 militares quanho há manobras. Com a designaçom de novos mandos militares para o lugar aquartelado, também chegárom novas apropriaçons; um valado de pinchos de quatro quilómetros colocado sem nengum tipo de aviso ou consenso. “No terreno militar advirte-se de que nom passemos mas eles entram nas nossas pistas e caminhos, atravessam polo meio dos pastos sem respeitar nada e nom nos deixam durmir polas noites porque andam a patrulhar”, manifesta Manuel Amil.

A vizinhança, que já elevara as suas queixas até o Ministerio de Defensa, nestes dias voltou fazer o mesmo ante o Subdelegado del Gobierno en Lugo, Ramón Carballo, quem alegou que nas vindeiras semanas terám umha resposta. Igualmente as/os vizinhas/os já anunciárom que iam por todo o assunto em maus de advogadas/os com o fim de que se respeitem os montes, os animais, a sua tranquilidade e modo de vida.

 
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