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O desenho e aplicaçom de múltiplas medidas que visam o aumento do controlo policial sobre a mocidade galega segue o seu curso. O Sindicato Unificado de Polícia (SUP) aprovava em 13 de Dezembro umha resoluçom que vem de apresentar ao Ministério de Interior. Sinteticamente, a proposta consiste em que polícias em segunda actividade assumam ‘funçons informativas’ sobre drogas ilegalizadas nos colégios e liceus e complementem o labor de vigiláncia iniciado o 10 de Janeiro nos centros escolares. A iniciativa apresenta-se como “um diálogo aberto” entre jovens e agentes da repressom e implicaria que estes últimos explicassem o “consumo de estupefacientes, as armas (sic) que se usam para convencer e iniciar os mais jovens e o resultado das adiçons”. O SUP nom oculta que a medida proposta seria um reforço da “actividade policial, de investigaçom, controlo e repressom” do tráfico de drogas ilegalizadas a pequena escada. O projecto implica a substituiçom dos especialistas na matéria por agentes policiais e a intervençom da Polícia espanhola como agente no ámbito educativo, somando este ao exercício da vigiláncia e o castigo. Paradoxalmente, a aplicaçom de medidas coactivas contra o tráfico de substáncias psicoactivas a pequena escada, e sob o guarda-chuvas da ‘luita contra a droga’, nom oculta que nom é nos últimos elos da cadeia do narcotráfico –o consumo minorista- onde se dilucida a ‘luita contra a droga’, mas na acçom contra poderosas máfias e conexons frente às que a determinaçom dos corpos policiais espanhóis nem sempre foi tam clara como diz a propaganda oficial. Exigem de Interior maior presença policial A associaçom corporativa denuncia a reduçom desde 2001 do número de agentes nas cidades galegas, facto que impediria “fazer um serviço eficaz e com continuidade” com o objectivo de “lograr resultados positivos e rebaixar a insegurança cidadá”. Assim, demandam de Interior que “faga um esforço no próximo concurso de méritos” para acrescentar de modo significativo os quadros de pessoal. Segundo os dados do SUP, Vigo dispom de 525 polícias espanhóis, mas incide em que dez abandonarám a actividade operativa em 2006, 25 passarám a segunda actividade e 37 podem deixar o seu posto em qualquer momento umha vez que cumprírom a idade regulamentar. Deste modo, a cifra resultante é de 453 agentes da repressom para a cidade. Criticam aliás que os 86 agentes da UIP –Unidade de Intervençom Policial, mais conhecidos como ‘anti-distúrbios’- deslocam-se por todo o território com o que em momentos pontuais o quadro policial é ainda mais reduzido. Dados similares som oferecidos sobre A Corunha, que conta com 579 agentes espanhóis que ficarám reduzidos em 2006 a 532.
 
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