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Informavamos ontem da dispersom da presa independentista galega Xiana Rodrigues de Soto del Real (Madrid) para o centro penitenciário de Brieva (Ávila). A primeira hora da manhá de hoje, o patriota Ugio Caamanho também era transferido do módulo 5 de Soto del Real para a prisom de Navalcarnero, situada na Comunidade Autónoma de Madrid. A transferência de Caamanho fazia-se também sem aviso prévio e num autocarro da Guardia Civil espanhola. Vários presos sociais acompanhárom o independentista galego no deslocamento colectivo até o novo destino. Segundo as informaçons de que dispomos, o tratamento recebido por parte dos agentes do instituto armado espanhol durante a transferência a Navalcarnero teria sido correcta em todo o momento. A transferência da cidadá e o cidadám galegos a novos destinos penitenciários alonjados do território da CAG mantém a violaçom dum direito fundamental de toda pessoa presa, reconhecido em diversas convençons internacionais e recolhido pola legislaçom penitenciária espanhola, qual é o de a reclusa e o recluso cumprirem a prisom preventiva e a eventual condenaçom num cárcere instalado nas proximidades do seu lugar de residência e País. Condenaçom engadida A vulneraçom deste direito supom, aliás, um castigo engadido, umha vez que familiares, companheir@s e amig@s do preso e a presa independentistas som os principais objectivos do mesmo. Obriga-se o contorno familiar e social d@s militantes galeg@s a realizar deslocamentos de centos e milhares de quilómetros para poder acodir a visitas de 40 minutos e assistir os vis-a-vis, com o custo económico semanal que todo isto supom (gasolina, hotéis, alimentaçom, etc.) e o conseguinte perigo de acidente em carretera, devido aos longos trajectos e aos tempos “record” em que se devem realizar habitualmente as viagens. As transferências de Xiana Rodrigues e Ugio Caamanho a novos destinos penitenciários incorporam aliás elementos de “excepcionalidade repressiva” –por outro lado. já comuns no ainda mês e meio escasso que @s militantes levam em prisom-, umha vez que a norma nom escrita é que a presa e o preso permanezam no mesmo centro penitenciário enquanto nom se celebre o juízo na Audiencia Nacional. Consideramos que as transferências respondem a umha tentativa de desestabilizaçom pessoal destinada ao fracasso e exprimida na contínua mudança de módulos, companheir@s de cela, condiçons de vida e, inclusivamente, nas agressons recebidas por funcionários, como já tem ocorrido neste breve prazo de tempo. Do organismo antirrepressivo denunciamos, mais umha vez, a dispersom penitenciária d@s militantes independentistas hoje encarcerad@s e exigimos a sua transferência imediata à Galiza e o reagrupamento num mesmo cárcere. Chamamos novamente à solidariedade de todas as pessoas e associaçons implicadas com @s militantes pres@s e a luita polos direitos fundamentais, escrebendo para os cárceres cartas e telegramas e difundindo esta informaçom. O destino actual de Ugio Caamanho é Centro Penitenciario Madrid IV-Navalcarnero Carretera N-V. Kilómetro 27.7 28600- Navalcarnero Madrid Telefone para comunicaçons 91 811 60 42
 
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