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Três estudantes independentistas fôrom retidos e identificados por agentes policiais ontem na Corunha à entrada dum centro académico quando repartiam brochuras com a legenda ‘Nom à polícia nas escolas’. O reparto fai parte dumha campanha iniciada pola organizaçom Agir contra o despregamento repressivo nos centros escolares iniciado o dia 10. O sucesso inscreve-se na quantidade de retençons e cacheios que, desde a data na que se inicia a aplicaçom do Plano Estratégico de Resposta Policial, se estám a produzir nas escolas e liceus do nosso País. O plano aludido desprega-se após a maciça socializaçom por imprensa, rádio e televisom dos resultados dum informe oficial do Ministério de Interior em que se assegurava que se está a produzir um descenso importante na idade de início no consumo de substáncias psicoactivas ilegais na mocidade galega. Contodo, segundo denunciamos nas últimas semanas, o plano de despregamento policial nos centros académicos apenas emprega o consumo de drogas como coarctada para acrescentar o controlo sobre a mocidade e reforçar na juventude determinados padrons de comportamento definidos polo medo à repressom, a submissom e a aceitaçom dos corpos policiais como reguladores da vida comunitária. O incidente ocorrido na Corunha desvela que as funçons que os diversos corpos repressivos desenvolvem coordenadamente no contorno e o interior dos centros académicos de menores vai muito além da oficialmente denominada ‘luita anti-droga’ e procura também punir a dissidência sócio-política, atemorizar potenciais aderentes à mesma e é parte inseparável dos novos desenhos e pedagogia policiais face os moços e moças galegas.
 
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