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Vincam com frequência na banalidade dos símbolos nacionais, mas som estritos na imposiçom e regulamentaçom dos seus próprios. O Executivo de Madrid vem de ‘chamar a atençom’ os gestores da administraçom periférica na CAG pola nom apariçom da bandeira de Espanha na tomada de posse de cargos institucionais do BNG. Madrid aponta este extremo na resposta remitida por escrito à deputada do PPdeG María Jesús Sainz trás perguntar esta sobre a questom. Recordamos que vários cargos autonómicos do BNG assumírom as suas responsabilidades institucionais perante a presença exclusiva da bandeira oficial da CAG. Cumprindo o seu cometido como “virrei político” no País, o subdelegado do Governo espanhol em Ourense, Camilo Isaac Ocampo Gómez (Ourense, 1948), redigira no seu dia um informe específico destinado a comunicar a ‘ocultaçom’ à Delegaçom do Governo espanhol na CAG. O seu titular, Manuel Ameijeiras Vales (A Corunha, 1949), contactara com o departamento de Presidência para “recordar” a lei que impom o uso da bandeira de Espanha na CAG e, especificamente, o artigo que assinala que “as autoridades corregerám no acto as infracçons restabelecendo a legalidade que foi conculcada”. Madrid assegura na sua resposta a María Jesús Sainz que, no caso de se produzir novamente a ‘ocultaçom’ da bandeira estrangeira, Ameijeiras Vales se dirigiria ao presidente da CAG para “requerir-lhe formalmente” que obrigue ao cumprimento da lei 39 de 28 de Outubro de 1981 que impom a presença da bandeira do país vizinho em todos os actos institucionais que se celebrem no território da Galiza administrativa. Lei aprovada sob a pressom da tentativa golpista de 1981 A polémica institucional evidencia as estreitas margens em que se move qualquer discordáncia –mesmo simbólica- no plano institucional e o zelo dos nacionalistas espanhóis na onipresença da sua simbologia nacional, mas também o papel de virreinato colonial que exerce a instituiçom presidida por Manuel Ameijeiras e as subdelegaçons provinciais da mesma, velando polo cumprimento do protocolo espanhol, acrescentando a pressom policial sobre a juventude galega ou desenvolvendo, como se está a fazer nas últimas semanas, operativos policiais e mediáticos contra a mocidade independentista. A lei a que alude Madrid, além de ilegítima por impositiva, é um produto típico das reformas legislativas aprovadas no Estado espanhol trás o 23 de Fevereiro de 1981, data em que um grupo de guardas civis tomavam o Congresso dos Deputados de Madrid a ponta de pistola e metralheta e encenavam um golpe de Estado. A intervençom militar nom triunfaria formalmente, mas provocaria na alturra a aprovaçom parlamentar dum ronsel de leis orientadas a constranger a evoluiçom do processo autonómico e recurtar as liberdades democráticas. É essa legislaçom a que agora se invoca para chamar à ordem alguns cargos institucionais do BNG e, particularmente, alicionar o conjunto da cidadania galega.
 
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