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O nosso País nom fica à margem da extensom do controlo e a vigiláncia policiais que, devagar e sem protestos significativos, se imponhem sobre os mais diversos aspectos da vida comunitária em toda a UE e, particularmente, sobre a mocidade. Denunciavamos a semana passada a policializaçom de colégios e liceus da CAG. Agora, segundo o plano previsto, o ‘tempo livre’ da juventude e os espaços em que este se mercantiliza som os seguintes alvos para a vigiláncia. ‘Conflitividade’, ‘violência’, ‘descenso da idade meia no início do consumo de álcool’, ‘insuficiência dos corpos policiais existentes e necessidade do seu reforçamento’, ‘vandalismo juvenil’, etc. som alguns dos magnificados e recorrentes leit motivs lançados contra a opiniom pública e que servirám como coarctada para lograr o objectivo procurado: acrescentar o controlo policial sobre a juventude galega e impor os corpos repressivos espanhóis como reguladores da sua vida social. Colaboraçom mediática O rotativo corunhês ‘La Voz de Galicia’ recolhe na sua ediçom de hoje umha ampla reportagem na que condensa os citados ‘argumentos’ e anuncia a determinaçom da Polícia espanhola de impor “mais vigiláncia nas áreas de ócio”, aplicando o guiom de policializaçom da vida comunitária e alineando diferentes sectores sociais detrás da iniciativa policial. Segundo o diário do ‘Grupo Voz’, que magnifica determinados incidentes menores, “o problema (sic) é maior nas vilas pequenos”. La Voz de Galicia, com 105.000 exemplares vendidos cada dia na CAG, ergue-se em vozeiro do ‘Ministerio de Interior’ e chama a umha maior presença policial nestas vilas e nos principais núcleos urbanos do País.
 
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