110276-crumpled-paper-icon-social-media-logos-rss-cube

O semanário autonomista A Nosa Terra publicita no seu último número a obra ‘Couto Mixto. Unha república esquecida’, redigida por Luís Manuel García Mañá, ilustrada com fotografias de Xurxo Lobato e editada por Xerais. Segundo ANT, o livro constitue “umha radiografia exacta e documentadíssima do Couto Mixto”. O facto nom seria noticiável neste web de nom ser porque o autor do livro é um dos máximos responsáveis da repressom na Galiza: o ‘Jefe Superior de Policía’, que esta semana anunciava o despregamento de agentes nos colégios e liceus do País e o aumento da pressom policial sobre a juventude galega. Embora o facto passará inadvertido para a maioria de leitor@s de ANT umha vez que o semanário nom explica qual a dedicaçom ‘profissional’ do autor e seu nome carecer de releváncia mediática, a colaboraçom editorial de ANT e Xerais com o mando policial nom é politicamente trivial trazendo em conta que a construçom nacional que diz procurar o semanário afim ao BNG contradiz-se com a presença e a funçom social e política que desempenha a Polícia espanhola no nosso chao. O que alguém considerará um detalhe insubstancial delata no entanto umha realidade muito mais grave e profunda que atinge a direcçom política e boa parte do corpo militante e eleitoral do nacionalismo estatutista: a capitulaçom em aspectos elementares e irrenunciáveis da luita nacional galega, como a negativa a qualquer colaboraçom com a repressom espanhola e os seus agentes, a denúncia da mesma e o nom reconhecimento político dos corpos que a praticam. infelizmente, a posiçom de ANT nom é um facto isolado. Governos municipais do BNG ou co-participados polo Bloco oferecem terrenos para a construçom de quartéis da ‘Guardia Civil’ ou assistem a homenagens institucionais aos corpos repressivos; cargos locais nacionalistas apoiam e/ou aplicam via Conselhos Locais de Segurança políticas de controlo, vigiláncia e repressom que emanam da ‘Delegación del Gobierno’ polas que centenas de galeg@s som processad@s e sancionad@s cada ano; aposta-se na criaçom dum corpo repressivo na CAG que releve os actuais nas suas funçons; promove-se na base social nacionalista a coexistência acrítica com quem exercem a repressom e chega-se ao grau de considerar ‘trabalhador’ quem ganhar um salário praticando a vigiláncia e a repressom (carcereiros, polícias, guardas privados, soldados profissionais, etc.). Desde Ceivar denunciamos e denunciaremos estes posicionamentos e atitudes e exigimos umha mínima coerência a quem dizem participar da luita pola liberdade da Galiza e defender as liberdades e direitos individuais d@s galeg@s.
 
Teimudamente Alçadas!
teimudamente_alzadas
Manual de Segurança para Ativistas
manual_segurana_2015
O Teito é de Pedra
mostra_capa
Lei de Segurança Cidadá
LSC_2014web
Endereços d@s Pres@s

miguel web

asun web

toninho web

edu_web

teto_web

Atópanos nas redes sociais



feisbuk

banner_numero_conta_2014