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Segundo anunciou antonte o ‘Jefe Superior de Policía de Galicia’, Luis Manuel Garcia Mañá, 300 efectivos da Polícia espanhola despregarám-se a partir de 10 de Janeiro no contorno de escolas, licéus e colégios definidos como ‘zonas de risco’ quanto ao acesso de nen@s e jovens a drogas ilegalizadas. A iniciativa é a plasmaçom no nosso País do desenho de policializaçom dos centros de ensino implementado desde Madrid. Mais de 400 centros educativos de menores de idade som alvo dumha iniciativa que, mediática e socialmente, se justifica no progressivo descenso da idade de iniciaçom no consumo de substáncias psicoactivas nom legalizadas por parte d@s nen@s e moç@s galeg@s. Os efectivos de vigiláncia derivarám-se de unidades de investigaçom de estupefacientes, esquadras de distrito e brigadas de Segurança Cidadá. Aliás, “vam-se ver unidades de guias caninos em determinados centros, verám-se também mais agentes uniformados próximos de determinados centros, mas nom se verám outros que trabalharám à paisana”, assegurou anteonte Garcia Mañá. O mando policial nom detalhou que centros som considerados ‘zonas de risco’. No entanto, a ‘Delegación del Gobierno’ está a determinar este extremo através da elaboraçom dum ‘Mapa de Pontos de Risco’. Embora os efectivos oficialmente despregados som numericamente insuficientes para o controlo policial dos centros educativos objecto da medida de Interior, García Mañá anunciou que o corpo repressivo espanhol deve ser reforçado com um alargamento dos seus quadros de pessoal. Por outra parte, a iniciativa policial está-se a aplicar ainda experimentalmente. O ‘Plan Estratégico de Respuesta Policial’ para os centros de ensino anunciado o dia 3 polo ministro espanhol de 'Interior' José Antonio Alonso nom inclue até o momento a realizaçom obrigatória de provas de saliva a nen@s e jovens para detectar eventuais consumos de drogas ilegais –prática iniciada no Estado británico-, mas reforça o controlo policial e a pressom da ideologia da Segurança Cidadá sobre a mocidade galega, empregando como coarctada umha problemática cuja abordagem e superaçom é inviável de umha óptica repressiva. A própria presidenta da Confederaçom de Maes e Pais de Alun@s de Colégios Públicos da Galiza, Olga Patinho, qualificava anteonte o plano policial de “plano fachada” porquanto, segundo Patinho, “nom se trata de isolar o jovem, mas formá-lo”.
 
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