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Damos conta das últimas notícias de que dispomos sobre a detençom do militante independentista Iago V. N., detido em Ourense na manhá de hoje pola ‘Guardia Civil’. Segundo pudo saber o nosso organismo, o detido seria posto amanhá a disposiçom judicial a partir das 10:00 horas nos julgados de Compostela. Esta é também a informaçom facilitada sobre as 20:00 de hoje no informativo da Rádio Galega, fonte que chega a assegurar que o independentista será posto a disposiçom do Julgado de Instruçom nº 2, apesar de que os próprios advogados do detido desconhecem ainda este extremo. Iago V. N., se se confirmam estas informaçons, passará esta noite provavelmente no quartel do instituto armado espanhol nas Cancelas (Compostela), despejando-se a possibilidade de que o militante independentista fosse transferido à ‘Dirección General de la Guardia Civil’, seguindo o protocolo aplicado polo corpo repressivo aos e às dez independentistas detidas o passado 14 de Novembro no marco da ‘Operación Castiñeira’. Por parte de Ceivar, e à espera de que se confirmem definitivamente estes dados, convocamos duas mobilizaçons para o dia de amanhá com o objectivo de denunciar esta nova operaçom repressiva contra o independentismo e infomar sobre o estado da situaçom. A primeira celebrará-se a partir das 10:30 da manhá frente os julgados de Compostela. A segunda celebrará-se a partir das 20:00 na Praça do Ferro de Ourense. Chamamos a familiares, amig@s e companheir@s do detido, assim como ao conjunto da cidadania de Ourense e Compostela, a participar nestas primeiras respostas perante os recentes acontecimentos repressivos. A reacçom social é o único caminho para enfrentar este tipo de actuaçons anti-democráticas, denunciar a impunidade com que se move o instituto armado espanhol na sua luita contra o nacionalismo galego e impedir que estas acometidas consigam os seus objectivos de imposiçom do terror policial. Denunciamos, mais umha vez, que a chamada ‘Operación Castiñeira’, que valorizamos politicamente de modo extensivo num artigo aparecido o passado 30 de Novembro neste mesmo ‘Noticiário da Repressom’, procura entre os seus objectivos políticos por a AMI no alvo da repressom policial, criminalizar a proposta sócio-política do independentismo galego e por um sector da cidadania deste País sob um estado de excepçom permanente, vetando o exercício dos seus direitos fundamentais e tildando de “terrorista” quem nom tem cometido mais ‘delito’ que defender esta Terra e luitar pola sua liberdade.
 
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