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Oitenta pessoas concentrárom-se na manhá de ontem perante o edifício dos julgados da Corunha para reivindicar o esclarecimento das circunstáncias em que perdeu a vida Diego Vinha Castro no quartel da ‘Guardia Civil’ de Arteixo. O falecimento do jovem de 22 anos produzia-se em Setembro de 2004 em circunstáncias e por causas que, ainda, um ano depois, nom fôrom esclarecidas convenientemente. Dá-se aliás a circunstáncia de que algum dos elementos de prova que facilitariam a resoluçom desta morte a maos da ‘Guardia Civil’ teria “desaparecido” de modo tampouco explicado. A concentraçom convocada pola Comissom de Denúncia da Galiza estivo em todo o momento vigilada por agentes da Polícia espanhola com material anti-distúrbios e polícias à paisana colocados nas proximidade do local da protesta. A presença policial fijo-se extensiva ao controlo da entrada dos julgados, habitualmente abertos ao público. As pessoas mobilizadas para exigir o esclarecimento da morte do jovem galego mostrárom fotografias com o rosto de Diego Vinha e gritárom palavras de ordem como ‘A Guardia Civil tortura e assassina’ e ‘Queremos saber como morreu Diego’. A Comissom de Denúncia da Galiza anunciou futuras mobilizaçons para presionar polo esclarecimento desta morte sob custódia policial. Mais umha vez, o absoluto siléncio mediático sobre este grave caso é bem indicativo do grau de conivência dos meios com o corpo repressivo espanhol e da supressom da ‘actualidade informativa’ de toda aquela notícia que ponha em questom as actividades e métodos da ‘Guardia Civil’ espanhola.
 
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