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A caracterizaçom oficial da nossa capital como centro administrativo e parque temático para o recreio do turista enfrenta-se continuamente com os fenómenos de autoorganizaçom social existentes na cidade e fundamenta um permanente recurte dos direitos e liberdades da vizinhança. O centro social anarquista inaugurado a passada quinta-feira no número 19 da Rua do Olvido recebia esta manhá a visita da polícia de choque. Dous carros da Polícia Judicial espanhola, umha furgoneta do CNP e dez agentes da “Unidad de Intervención Policial” –conhecidos popularmente como “antidistúrbios”- apresentavam-se esta manhá com umha ordem de identificaçom das pessoas que nesse momento se encontravam no centro social ditada polos julgados locais. Trás apresentar-se com umha maça e ameaçar com o derrubo da porta, os agentes policiais procedérom às identificaçons. Dous agentes entravam no edifício e tomavam a filiaçom a todas as pessoas que se encontravam no imóvel ocupado. As pessoas identificadas fôrom convocados a vindoura quarta-feira para declarar nos julgados no que será, provavelmente, o primeiro passo legal para realizar o desalojamento do imóvel e frustar a enésima okupaçom realizada na capital galega desde diferentes colectivos juvenis.
 
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